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O clipe possui a sintonia e ritmo exatos com a música e o trabalho de animação impressiona e enche os olhos de um universo futurista, tecnológico e um tanto quanto pessimista (Kanye sendo o único humano ainda vivo).

O outro fanvideo é Little Bribes, do Death Cab For Cutie.

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O tédio domina alguns dos personagens de One More Chance, que conta também com membros da banda. Como diz a letra da música this time things will be different. E foram. O clipe é regular, porém vale assisti-lo.

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Can’t Stop Feeling é exemplo de um clipe atual que explora a imagem do vídeo não como uma seqüência temporal, mas na simultaneidade e empilhamento de imagens. Divertido, atraente, simples e inteligente. Um clipe para que fica no repeat por muito tempo.

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Energia, coreografia, figurinos e imagens aceleradas fazem o bom clipe da Rye Rye, garota de 18 anos protegida da M.I.A.. Bang traz elementos dos anos 80 no figurino e na edição do vídeo e nem por isso se torna caricato, datado ou repetitivo. A música contagia e é grande responsável pelo interesse no clipe.

Torcemos que Rye Rye nos traga mais vídeos elétricos e estilosos como Bang.

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À essa altura a maioria já deve ter assistido a Radar, o insosso novo clipe da Britney. Mesmo atrasado, o post serve para valorizar os clipes realmente bons da Britney: (Hit Me) Baby On More Time, Boys, I’m Slave 4U, Toxic, Me Against The Music e My Prerogative.

Radar traz os clichês que Britney insiste em usar ao longo de sua carreira: a historinha linear e boba entre um casal. A diferença está nas locações, figurinos e em alguns fechamentos - como é o caso de Radar. Nada de novo, ficamos à espera do próximo.

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27 jun 2009

‘Bom Par’, o dispensável novo clipe do Moptop

    » Escrito por Eduardo Dias | Categoria: Lançamento

Ainda que o videoclipe não tenha, hoje em dia, a importância que teve nos anos 80 e 90, um clipe desleixado como Bom Par passa a impressão que a banda/gravadora o produziu apenas para cumprir as regras do mercado.

Qualquer qualidade do clipe é ofuscada pela péssima decisão de colocar a banda tocando a música dentro de uma jaula de zoológico. Alguém consegue entender o baterista tocando na árvore da jaula do leão?

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O lançamento da segunda versão de Declare Independence se deve mais ao fato de ser a música certa devido à energia e ao peso da canção para promover o DVD Voltaic a ser lançado no dia 30 de junho.

Fora isso, é apenas um ótimo registro ao vivo do show dela. A versão que o Gondry dirigiu é fabulosa.

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O segundo clipe para uma música sempre vai sofrer comparações com seu antecessor, é inveitável. No caso de No You Girls, ambos se mantem inventivos através de recursos diferentes - “desfile conceitual” e truque de edição -, que resultaram em grandes atrativos visuais.

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Fuck You aproxima Lily Allen ainda mais do público gay, já que a música e, agora, o clipe foram feitos para combater a homofobia.

Fuck You é mais um clipe divertido da cantora. A câmera subjetiva sempre é um recurso interessante que diferencia as imagens de um clipe. Os efeitos que cobrem o fuck you no refrão tornam o clipe fofo.

A versão editada (abaixo) da música ficou mais engraçada e divertida do que a versão sem censura.

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18 jun 2009

‘Sacred Trickster’, novo clipe do Sonic Youth

    » Escrito por Eduardo Dias | Categoria: Lançamento

Sacred Trickster parece ter sido feito por uma turma iniciante de publicidade/cinema/radialismo para dar aquela ajuda na divulgação da banda dos amigos.

A única diferença é a ótima qualidade da imagem, algo que os universitários teriam dificuldades em realizar.

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