+ Música: Panic At The Disco, Yael Naim e Estelle

26.04.2008 às 17:24

PANIC AT THE DISCO
Pretty. Odd
[Fueled By Ramen, 2008]

O grupo americano Panic At The Disco lança seu segundo trabalho e tenta se livrar do rótulo de ‘emo de shopping’ conquistado com o álbum de estréia A Fever You Can’t Sweat Out (2005). Em Pretty. Odd, os garotos de Las Vegas assumiram suas influências musicais e fizeram um disco com um toque de Beatles, Bob Dylan e Beach Boys. Produzido por Rob Mathes (que, entre outros, já trabalhou com Rod Stewart), o novo CD traz bons momentos a exemplo da folk “Do You Know What I’m Seeing” e da levemente country “Folkin’ Around”. Já nas melosas “She Had The World” e “From a Mountain in the Middle of the Cabins”, a banda mostra que ainda tem os dois pés na turma chorona de preto e franjão. [GT]

NOTA: 6,5

YAEL NAIM
Yael Naim
[Atlantic, 2008]

Nascida na França, mas criada em Israel, Yael Naim é mais uma das gratas surpresas entre as novas cantoras surgidas na cena musical atual. Com uma sonoridade que transita entre o pop e o folk, a artista mostra em seu segundo álbum interpretações sensíveis e vigorosas. “New Soul”, primeiro single do CD, é uma ode hippie à vida onde se destacam os criativos arranjos de metais. O disco ainda traz outras pequenas pérolas como “Too Long” e “Paris”. Entretanto, o momento mais surpreendente do atual trabalho da franco-israelense é a versão de “Toxic”, sucesso na voz da Britney Spears ‘pré-loucura’. Com delicadeza e densidade, Yael conseguiu uma releitura no mínimo curiosa do hit da ex-namoradinha da América. [GT]

NOTA: 7,5

ROBYN
Robyn
[Island, 2008]

A cantora sueca Robyn, embora pouca conhecida do grande público, pode ser considerada uma veterana. Espécie de Kyle Minogue de seu País, a artista começou a carreira no ínicio dos anos 1990. Agora, chega ao Brasil seu novo trabalho, Robyn. Com um visual meio cafona, e sonoridade idem, a moça traz no mais recente álbum a já manjada mistura de pop com elementos eletrônicos. Canções como “Handle Me”, “Robotboy” e “Anything You Like” são tão divertidas quanto descartáveis. Se for para baixar o nível de exigência, o melhor é ficar com a matriz australiana da moça. [GT]

NOTA: 5,0

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