Em disco bem produzido, porém morno, Maria Rita embarca na onda sambista

MARIA RITA
Samba Meu
[WEA, 2007]
O samba voltou a ocupar um lugar de destaque na música brasileira. Nos últimos anos várias foram as cantoras que surgiram, ou ressurgiram, cantando o mais nacional dos ritmos. Agora quem chega pegando carona nessa “nova” tendência é Maria Rita que lançou esta semana seu terceiro disco, Samba Meu. Produzido pelo sambista carioca Leandro Sapucahy, o disco é um apanhado de 14 faixas em que a cantora tenta mostrar afinidade com o estilo musical.
Tecnicamente Samba Meu prima pela qualidade — característica que também estava presente nos trabalhos anteriores da artista. O repertório é composto, em grande parte, por canções de bambas da fina estirpe do samba como os compositores Arlindo Cruz e Franco. Há também uma releitura de “O Homem Falou”, canção de Gonzaguinha que, nessa nova versão, contou com a participação da Velha Guarda da Mangueira. A regravação de “Mente ao Meu Coração”, originalmente interpretada por Paulinho da Viola, se destaca como a melhor música do álbum. Os tradicionais arranjos de piano, baixo e bateria, marca registrada da filha de Elis, ganham a companhia natural de elementos como cuíca, violão e percussão.
Ao longo da audição de Samba Meu, Maria Rita mostra que ainda precisa de algumas visitas aos morros do Rio de Janeiro para conseguir incorporar uma sambista de verdade. A maioria das interpretações são mornas e sem inovação. Mesmo em faixas mais “descontraídas” como “Corpitcho”, a sensação final é de que falta “ziriguidum” à cantora – embora ela tenha apelado, na capa e no encarte do trabalho, para um visual “Jennifer Lopez do Salgueiro”.
Maria Rita é um fenônemo peculiar da MPB. Aclamada precocemente pela mídia como uma grande revelação, ela foi tomada por um certo tempo como uma reencarnação musical da mãe. Em seu primeiro CD, Maria Rita (2003), a artista conseguiu mostrar um trabalho interessante e diversificado. Já em Segundo (2005), a escolha das músicas e as interpretações de obras como “Sobre Todas as Coisas” (imortalizada na voz de Zizi Possi) e “Minha Alma (a Paz Que Eu Não Quero)”, tocada à exaustão pelo grupo O Rappa, acabaram resultando num trabalho irregular. Ao término de Samba Meu sente-se que a ânsia da indústria fonográfica em transformá-la na maior cantora do Brasil precisa ser acalmada. [Gilberto Tenório]
NOTA: 6,0

TODAS ESSA SAFRA DE CANTORAS NOVAS, QUEREM SEGUIR A ONDA DA CANTORA SIMONE
bem amigo, discordo em alguns pontos: não achei a “Moça” morna não, acho que ela fez um trabalho genial sem sair do seu estilo de cantar, acho que os sambas foram muito bem interpretado a maneira de Maria Rita, e apesar da semelhança indiscutivel do timbre de voz e dos vibratos com a de Elis, este album veio de forma a cortar o cordão umbilical que ainda unia o trabalho dela ao de sua mãe, e digo ainda mais, se ela colocar mais “Ziriguidum” como voce fala, ela perderia a sua identidade tornando-se apenas mais um disco criado para ganhar dinheiro na onda do momento desvalorizando toda a qualidade e o primor, das letras, harmonias e técnica, este disco não é para se ouvir apenas com ouvidos de de ouvinte, e sim com ouvidos de músico.
Obrigado
Um FORTE abraço
Juliano Forte
É triste ver que tem gente que não tem sensibilidade alguma para música… Ela é de um talento único, e merece palmas de pé! Esse novo CD está nota mil, as melodias estão deliciosas e a voz encantadora (como sempre)!
o trabalho instrumental do disco ficou ótimo e a interpletação dela ficou boa.apenas acho que ela deveria esperar um pouco mais,pra fazer um disco de samba.
Falem bem, falem mal, eu gostei de todos os discos.
Maria Rita tem bom gosto e, como qualquer mortal, não veio pronta. Enfim, desejo que ela faça mais e mais discos para eu ouvir e depois ler todas as criativas críticas da galera mais antenada na boa MPB.
Num país onde Tati Quebra Barraco, Lacraia e Dj Marcinho já galgaram o primeiro lugar nas fm’s, é de se esperar esse tipo de reação ante uma musa da MPB…
Exatamente por que ela e’ filha de quem e’, Maria Rita pode fazer um CD com musicas bem brasileiras, e com muito bom gosto e excelente qualidade. Se ela nao tivesse o nome que tem, a qualidade nao teria sido prioridade.
me senti obrigado a reforçar o comentário do Diego Trindade:
“As vezes falta ‘ziriguidum’ mesmo, mas como ela mesmo disse, M. Rita não é sambista, e mesmo assim, fez um CD realmente lindo…um samba dela ou ‘samba meu’ como título jah diz.”
Maria Rita é uma benção que Elis nos deixou. Salve, Salve Maria Rita, que bom que você existe. A gente ama muito você, sabe que o que você faz é nobre, bom e verdade. Você é uma pérola no cenário musical. Samba, o que for, você deixa maravilha. Mas a gente baba mesmo quando você canta MPB, tipo Menina da Lua (ai meu Deus, que saudade) aquelas coisas do social tipo Vero e o Rapa, e quando você vem com aqueles vestidos e saias rodando, rodando, seus pés descalços batendo o traço e o compasso, e quer saber, adoramos seu cabelo curtinho, negro e cacheadinho. Estamos com saudade da MARIA RITA, é nostalgia, mas a gente te ama MARIA RITA.Mas também ama como você vier. Samba Meu tá bombando, garota. Diz que tá batendo quinhentos mil, é vero? E os shows,os shows, por favor.Alô Warner, os shows!
…se Maria Rita fosse palhaçada ‚como dizem alguns, seu último CD “Samba Meu” que já passou a casa das 500 mil cópias vendidas isto só no Brasil até pq em Portugal a nossa menina está levando nossa MPB c/ muito talento , haja vista, que está em 6º lugar naquele país…deixe a moça cantar,cantar,cantar…O Brasil é o celeiro das cantoras e tem gente muito boa por aí como Roberta Sá por ex. pois a própria MR elogiou muito seu trabalho e aí vai…Enfim…PALHAÇADA HJ, SÃO OS NOSSOS POLÍTICOS…Um abraço fraterno
ah, gente peraí
não vamos negar que ela não deve ter raiz alguma no samba, mas fala sério, ela está esbanjando talento nesse novo CD, o Samba Meu.
Nem ligo mais, o que virou ‘nova’ onda é falar mal da Maria Rita mesmo. ;)
Problema: se não dá prá pixar o disco porque não dá mesmo, se a voz é linda e a interpretação impecável, se ela é um docinho de pessoa, se a galera gosta prá valer da moça, vamos criticar o cabelo, o vestido, o visual, a blusa,a sandália, a tatuagem, a pulseira, o brinco, a mão, o pé, a maquiagem. Alguma coisa sempre há de sobrar pra criticar. Tá: um personal stylist não faria mal algum, a Madona também precisa de um personal.A Mercury, nem se fala. Mas que ela é muito mas muito lindinha,mesmo com seu look ligeiramente desengonçado, lá isso é. Mas como canta essa baixinha.
O disco de Maria Rita está até razoável e a voz dela é de fato legal mas que o visual está pateticamente cafona, ah, isso tá!
O look dela no Programa do Jô estava medonho.
Ela tá precisando de um “personal stylist”.
O cabelo dela esta uó e ela só quer ser a musa do largo do arouche. Daqui a pouco Mariazinha Rita vai se jogar nas rave ou no que mais for lucrativo.
Minha gente ela é a MADONNA brasileira.
O disco é gostoso de ouvir. Maria Rita é linda de se ver.
Acho que está tudo muito certo e maravilhoso. Só não consigo entender ainda com esses “inteligentes” de plantão que insistem em comparações.
Maria Rita é d+ e o disco está um espetáculo. E ponto.
Samba Meu-Samba Nosso está uma delícia, Maria Rita é diferente, seu geitinho meigo de cantar deliciosamente encanta até mesmo quando ela canta O Rapa e se ela cantar O Guarany, o Caminho de Ouro Fino, New York New York, Carmem ou Asa Branca vai ser um Disco daqueles de bater estaca no coração da gente. Esse é o Ponto. E noves fora, não adianta os chatos de plantão loucos pra malhar qualquer coisa que Maria Rita faça, a enooooorme troupe que ama Maria Rita vai achar tudo que ela cante ou invente muito maravilhoso. Ela herdou da mãe o “problema” de ser a Diva da Música Brasileira. E é. Duela a quen duela.
Alguns odiaram o CD, alguns adoraram, como eu. Vocês se preocupam muito com ela, por ela ser filha de quem é e nunca resta argumentos, então sempre jogam a mesma coisa “ela é plágio forçado da mãe”. Vocês querem o que? Elas são do mesmo sangue, é normal terem relação e algo em comum, são parecidas pq são mãe e filha! Mas você se preocupam muito em arranjar argumento pra criticá-la, ainda mais agora que ela está fazendo sucesso com o terceiro CD!
o cd ficou maravilhoso
amei,ela canta mt bem mpb,mas amei mais ainda cantando samba..e amei as letras das músicas tb,ela ta de parabéns!
é uma cantora nota 1000
Bom, criticos sugiram no mercado de trabalho soh mesmo pra ganhar dinheiro!!
e o que é de opinião dos mesmo são exatamente DOS MESMO!!
As vezes falta “ziriguidum” mesmo, mas como ela mesmo disse, M. Rita não é sambista, e mesmo assim, fez um CD realmente lindo…um samba dela ou “samba meu” como título jah diz.
Ainda não ouvi o cd, apenas a faixa q passa nas rádios. Porém, não ligo muito pro que a critica diz sobre a Maria Rita desde o “mensalinho” da Veja.
Putz, as vezes parece que as criticas são feitas sem que os criticos tenham realmente escutado os trabalhos aos quais se propoem a criticar. O cd novo da Maria Rita é lindo tem um conjunto gosto e harmonico de instrumentos e a voz dela que é o que mais importa!!! A filha da Elis…Maria Rita já mostrou que é uma artista diferente, e que o fato de ser filha da Elis nao é merito, nem demerito a nada!…ela é simplesmente Maria Rita..com falhas e acertos.…os sambas cantados por ela me fazem um tom nostalgico embalado por uma voz suave…de uma grande cantora de MPB.…show de bola do novo CD…showww
O cd é horrível! Não se faz mais samba como antigamente( diria o grande Cartola! ),ela é um plágio forçado da mãe,apesar de amar Elis,sua filha não tem nem nunca terá seu talento…
Gilberto, gostei muito d’ O Grito. Finalmente, héin? Vou passar mais vezes.
Giba, tais mandado bem demais. Sucesso.
O disco realmente é fraco. Maria Rita não demonstra entrosamento com um ritmo tão melódico como o samba. Soa forçado, até.
Deixe de má vontade com a moça, Gilberto, trata-se de um discão, cara.
Coitada da menina, é boa cantora pra cacete, mas nego implica só porque é filha de quem é e tem marketing.