Pelo segundo ano con­se­cu­tivo, a Revista O Grito! lança a cole­tâ­nea com o melhor da cena inde­pen­dente naci­o­nal. O Grito! Ano Dois teve pro­du­ção de Jarmeson de Lima, do Coquetel Molotov e é um lan­ça­mento da Bazuka Discos. Quem assina a arte da capa é Zeca Viana, da banda Volver.

O down­load é gra­tuito e tem como intuito pro­mo­ver os novos artis­tas de todo o Brasil. Baixe e divul­gue o link pros amigos.

COLETÂNEA — REVISTA O GRITO — ANO 2
[Bazuka Discos, 2009]
Produção: Jarmeson de Lima
Projeto grá­fico: Zeca Viana

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1. POCILGA DELUXE (PE) — Paris é uma Festa (4:55)
2. RETROFOGUETES (BA) — Vênus Cassino (3:28)
3. BINÁRIO (RJ) — Funeral (5:12)
4. JR. BLACK - Muito Além do Cenozóico (3:02)
5. HOLGER (SP) — The Auction (4:53)
6. NANCY (DF) — Keep Cooler (2:39)
7. STELA CAMPOS (SP) — Brand New Robots (3:27)
8. A BANDA DE JOSEPH TOURTON (PE) — #3 (4:02)
9. O GARFO (CE) — Alpa Tino (4:08)
10. THE KEITH (PE) — Even God is a Junkie (3:24)
11. NUMISMATA (SP) — O Inferno e um Pouco Mais (2:39)
12. RÔMULO FRÓES (SP) — Para Fazer Sucesso (3:14)
13. NUDA (PE) — Maruimstad (3:23)
14. JULIANA R. (SP) — El Hueco (2:25)
15. THIAGO PETHIT (SP) — Birdhouse (2:58)
16. GLAUCO E O TREM (PE) — Nau Frágil (3:40)
17. PATA DE ELEFANTE (RS) — Um Olho no Fosforo, Outro na Fagulha (4:12)
18. JÚLIA SAYS (PE) — Menos é Mais (2:52)
19. THE NAME (SP) — Come Out Tonite (Assonance Dub Mix) (3:42)
20. MICKEY GANG (ES) — I Was Born in the 90’s (Naji Nahas Footloose Remix) (5:44)

POCILGA DELUXE — “Paris é uma festa”

“Música tão pas­si­o­nal, ner­vosa e emo­tiva quanto o cara que ficou em Recife e viu seu amor se man­dar de mala e cuia para Paris.” (André Balaio — Vocal)

» http://www.myspace.com/pocilgadeluxe

RETROFOGUETES — “Vênus Cassino”

“Vênus Cassino é a com­po­si­ção de aber­tura do disco Chachachá e apre­senta influên­cias dos fil­mes poli­ci­ais dos anos 70 como Dirty Harry, Bullit e Baretta. A sono­ri­dade é uma mes­cla de Jazz, Funk e Soul, com bas­tante per­cus­são, baixo, bate­ria e gui­tarra. A idéia é fun­ci­o­nar como uma tri­lha para fil­mes de per­se­gui­ção de carro.” (CH — Baixo)

» http://www.myspace.com/retrofoguetes

BINÁRIO — “Funeral”

“Funeral é uma música minha e com letra em pseudo ale­mão de Bernardo Palmeira. É a faixa que abre o disco gringo do Binario da Far Out Recordings. Tem ins­pi­ra­ção direta no disco ‘God In Three Persons’ do The Residents e já foi a aber­tura de nos­sos shows em diver­sas oca­siões.” (Eduardo Manso — Guitarra)

» http://www.myspace.com/binario

JR. BLACK — “Muito além do cenozóico”

“Break beat sobre a eter­ni­za­ção da huma­ni­dade e a con­di­ção humana, tanto para os anô­ni­mos des­pre­zí­veis como para os pop-stars pós­tu­mos.” (Jr. Black — Vocal)

» http://www.myspace.com/jrblack76

HOLGER — “The Auction”

“Sabe quando bate uma von­tade de paque­rar? Acho que é sobre isso mais ou menos a música…” (Bernardo Rolla — Voz / Guitarra)

» http://www.myspace.com/myholger

NANCY — “Keep cooler”

“‘Keep Cooler’ é tipo Prince pra quem gosta de MF Doom” (Praxis — Guitarra)

» http://www.myspace.com/lixorama

STELA CAMPOS — “Brand New Robots”

“É a faixa mais antiga de ‘Mustang Bar’. Foi tocada regu­lar­mente durante os shows de ‘Hotel Continental’, que já tinha o Clayton Martin na gui­tarra. Saiu de pri­meira e Missionário José (baixo-guitarra) cap­tou tele­pa­ti­ca­mente o inter­lú­dio dub. A letra é vaga­mente ins­pi­rada no filme ‘Eu, Minha Mulher e Minhas Cópias’.” (Stela Campos — Vocal / Guitarra)

» http://www.myspace.com/stelacampos

A BANDA DE JOSEPH TOURTON — “#3″

“#3 é, na ver­dade, uma recons­tru­ção de #2. Ela foi a pri­meira musica que a gente dei­xou ensai­ada. Foi gra­vada a par­tir de uma gra­va­ção ale­a­tó­ria de bate­ria, de um take só. E depois que a gente gra­vou tudo por cima dela, a gente tirou como fazia e refez nos ensaios. Depois gra­va­mos #3 pra fazer o EP jun­ta­mente com #2. A gente ainda adi­ci­o­nou ‘Lembra o que?’ ao EP, que tam­bém é com­posta de ape­nas duas notas. As mes­mas de #2 e #3!” (Diogo — Guitarra)

» http://www.myspace.com/josephtourton

O GARFO — “Alpa Tino”

“Até hoje O Garfo teve duas fases de cri­a­ção. A pri­meira mais orgâ­nica e direta — que pre­en­che a maior parte do reper­tó­rio. A segunda já se ali­nha com efei­tos e novas pos­si­bi­li­da­des de arranjo além da orga­ni­ci­dade de trio guitarra-baixo-bateria. Alpa Tino é o marco ini­cial desta última fase.” (Felipe — Baixo)

» http://www.myspace.com/ogarfo

THE KEITH — “Even god is a junkie”

“Foi a pri­meira música com­posta para o segundo EP da banda (Noiseless) e traz um pouco do estilo de com­por que a banda tinha no pri­meiro tra­ba­lho regis­trado em 2007, com riffs rápi­dos e vocais mais ras­ga­dos, no que eu cha­ma­ria de Strokes + Nirvana.” (Tagore — Vocal / Guitarra)

» http://www.myspace.com/thekeithband

NUMISMATA — “O Inferno e Um Pouco Mais”

“É uma música que eu gosto bas­tante. Lembro que quando o André [Vilela, gui­tar­rista da banda] mos­trou essa faixa pra gente, ela já tinha uma pegada meio estra­nha, mas bem pop. Na hora de trabalhá-la em estú­dio, nos nos­sos ensaios, ela foi adqui­rindo esse gro­ove duro, bacana, essa cara meio Primal Scream e Fujiya and Miyagi mis­tu­ra­dos com Picassos Falsos. As par­ti­ci­pa­ções são baca­nas, tam­bém. Maria Alcina fazendo bac­king é inu­si­tado por si só. Os sin­te­ti­za­do­res de Kassin, com a sono­ri­dade anos 70, eu acho que caí­ram como uma luva.” (Adalberto Rabelo Filho — Guitarra)

» http://www.myspace.com/numismata

RÔMULO FRÓES — “Para fazer sucesso”

“‘Para fazer sucesso’ é minha ver­são de ‘Essa é pra tocar no rádio’ do Gil. É uma can­ção pra recla­mar e ten­tar enten­der por­que que não vivo de música ainda.” (Rômulo Fróes — Vocal)

» http://www.myspace.com/romulofroes

NUDA — “Mariumstad”

“Rectrópolis é alvo de uma home­na­gem às aves­sas nas pala­vras cáus­ti­cas de ‘Maruimstad’. Cabem na aci­dez da can­ção esta­tís­ti­cas da cri­mi­na­li­dade, obras faraô­ni­cas e as ‘mãos invi­sí­veis’ da vai­dade e da estu­pi­dez polí­tica. Mas nunca coube nem caberá o eterno des­caso à misé­ria do ser humano.” (Raphael — Voz / Guitarra)

» http://www.myspace.com/sitionuda

JULIANA R. — “El hueco”

“A música sur­giu quase como uma brin­ca­deira com as pala­vras. Sendo a mais dan­çante e ani­mada, com lati­nos acen­tos de mari­a­chi, é a única que escrevi em espa­nhol. A esco­lha da lín­gua tem a ver com o áudio de Julio Cortázar e com um livro do Ernesto Sábato.” (Juliana R — Vocal)

» http://www.myspace.com/juerre

THIAGO PETHIT — “Birdhouse”

“Birdhouse é sem dúvida, a minha música mais con­fes­si­o­nal. Foi a minha pri­meira música com­posta tocando vio­lão e acho que isso me per­mi­tiu criar com muita inti­mi­dade, tanto a letra quanto a sono­ri­dade. Acho que é uma can­ção que resume bem o meu tra­ba­lho: é meio folk, é meio valsa, é bas­tante íntima, mas soa como se esti­vesse em um campo aberto.” (Thiago Pethit — Vocal)

» http://www.myspace.com/lepethitprince

GLAUCO E O TREM — “Nau frágil”

“A música Nau Frágil foi com­posta em um momento de revolta do com­po­si­tor quanto à mídia e ao cami­nho árduo do artista em busca do espaço. No refrão surge a frase: (‘Por isso eu parei de com­por…’) Reclamando uma falta de ins­pi­ra­ção cau­sada pela falta de retorno quanto ao tra­ba­lho feito. (‘Depois de tanto tra­ba­lho os lou­ros do ‘fra­casso’ recebi de bra­ços cas­tros…’) mas ao mesmo tempo essa indig­na­ção e falta de ins­pi­ra­ção foi a pró­pria ins­pi­ra­ção para o sur­gi­mento da canção-resposta. O com­po­si­tor explica que parou de com­por, mas explica em forma de com­po­si­ção. E fica assim suben­ten­dido que o pro­blema é a pró­pria solu­ção.” (Glauco — Vocal / Teclado)

» http://www.myspace.com/glaucoeotrem

PATA DE ELEFANTE — “Um olho no fós­foro, outro na fagulha”

“Faixa que dá nome ao segundo CD da Pata de Elefante, a can­ção é uma home­na­gem a Ray Charles. Com uma mal­dosa levada coun­try, melo­dia con­du­zida por intru­men­tos de sopro (vale lem­brar que Ray Charles era um exce­lente saxo­fo­nista), pedal steel (ins­tru­mento muito uti­li­zado na música coun­try) e piano no estilo do home­na­ge­ado, é difí­cil não saco­le­jar o esque­leto ao ouvi-la — ou, pelo menos, bater o pezi­nho.” (Gustavo Telles — Bateria)

» http://www.myspace.com/bandapatadeelefante

JÚLIA SAYS — “Menos é mais”

“Menos é Mais tra­duz nosso modo de tocar e pen­sar, bus­car sem­pre mais e extrair beleza das coi­sas sim­ples.” (Pauliño Nunes — Vocal / Guitarra / Programações)

» http://www.myspace.com/juliadisse

THE NAME — “Come out tonite” (Assonance Dub Mix)

“‘Come Out Tonite’ é como um hino pra gente. Acabou sendo o carro-chefe de ‘Assonance’ e o curi­oso é que gra­va­mos ini­ci­al­mente 5 músi­cas que iriam com­por o EP e joga­mos 4 delas fora, ape­nas ela ficou!” (Andy — Vocal / Guitarra)

» http://www.myspace.com/thenamemusik

MICKEY GANG — “I was born in the 90’s” (Naji Nahas Footloose Remix)

“Esta música é meio uma iro­nia da gente mesmo. O nosso pro­blema não é com os anos 80, bem pelo con­trá­rio… o que foi o Human League? E o A-Ha? Chato mesmo é o pes­soal achando que o mundo aca­bou nos anos 80 e ficar nessa mágoa de revi­val. E pior ainda gente assim da nossa idade cho­rando que nas­ceu na época errada. Então jogue a pri­meira pedra o garoto que nunca ficou horas ten­tando sal­var a prin­ce­si­nha do Mario e a garota que nunca fez cover de Spice Girls na escola”. (Arthur — Vocal / Teclado)

» http://www.myspace.com/mickeygang

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comentários (03)

  • O cd é todo mto bom!!!! Adorei!!

    THE NAME RULES!!!!!
    fantásticos!

    Fabi 02.10.2009 05h51
  • Que ver­são linda é essa de “Come Out Tonite” do incrí­vel The Name!?!? Inacreditável!

    Junior 11.09.2009 01h50
  • Não con­se­gui des­com­pac­tar o arquivo, creio que esteja corrompido…

    Rick 10.09.2009 05h28