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	<title>Revista O Grito!</title>
	
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	<description>Cultura Pop Sem Contra-Indicação</description>
	<pubDate>Wed, 03 Dec 2008 20:30:12 +0000</pubDate>
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		<title>Festival de quadrinhos movimenta Porto Alegre</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Dec 2008 20:30:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Floro</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Berros]]></category>

		<category><![CDATA[Prêmio Fnac Novos Talentos]]></category>

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		<description><![CDATA[Durante uma semana, a Fnac Porto Alegre promove a discussão sobre o universo das HQs, com um tema diferente por dia.
Desenhistas, editores e profissionais especializados participam de palestras, bate-papos e oficinas para quem é amante de quadrinhos e para profissionais que buscam ingressar nesse mercado. A curadoria é de Silvio Alexandre e a programação do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Durante uma semana, a <strong>Fnac Porto Alegre</strong> promove a discussão sobre o universo das HQs, com um tema diferente por dia.</p>
<p>Desenhistas, editores e profissionais especializados participam de palestras, bate-papos e oficinas para quem é amante de quadrinhos e para profissionais que buscam ingressar nesse mercado. A curadoria é de Silvio Alexandre e a programação do evento é a seguinte:</p>
<p><strong>Quarta, 03 de dezembro, às 19:00 – Workshop Jam Session – com Gualberto Costa e Silvio Alexandre</strong>. Trata-se da confecção de uma história em quadrinhos coletiva. No ponto em que um artista termina o outro continua e assim por diante, sempre mantendo as características pessoais de cada artista, mas integrada a uma produção coletiva.</p>
<p>Ela começou em São Paulo, vem para Porto Alegre e vai até Curitiba. O resultado será um painel da atual geração de criadores de quadrinhos do Brasil, que será publicado em um livro pela Devir.</p>
<p><strong>Quinta, 04 de dezembro, às 19:00 – mesa-redonda O sucesso fora do mercado tradicional de Quadrinhos</strong>. O cenário de quadrinhos brasileiros tem melhorado bastante, tanto pelo aumento de produção, quanto pelo aumento de qualidade.</p>
<p>E, principalmente, tem se expandido para outras possibilidades de mercado. Para falar sobre esses caminhos alternativos teremos uma conversa esclarecedora com os cartunistas Carlos Henrique Iotti, Paulo Louzada, e o escritor André Vianco, com a mediação do jornalista e cartunista Santiago.</p>
<p><strong>Sexta, 5 de dezembro, às 19:00 – bate-papo: A invasão dos Quadrinhos na Literatura.</strong> Nos últimos tempos, diversos clássicos da literatura têm recebido adaptações para os quadrinhos.</p>
<p>Essas adaptações estão cada vez mais presentes nas escolas e nas livrarias. Para tentar entender esse fenômeno teremos um bate-papo com o quadrinista, chargista e ilustrador Edgar Vasques, o cartunista Fábio Zimbres e o ilustrador e cartunista Joaquim da Fonseca.</p>
<p><strong>Sábado, 06 de dezembro, a partir das 19:00 – oficinas de quadrinhos abertas ao público</strong>, ministradas pela Quanta Academia de Arte.</p>
<p><strong>Exposição Prêmio Fnac Novos Talentos – HQ.</strong> Apresentação dos trabalhos finalistas do Prêmio Fnac Novos Talentos – HQ, realizado em 2008, revelando novos talentos e apoiando a produção artística e cultural do país.</p>
<p>A FNAC Porto Alegre fica no Barra Shopping Sul, Av. Diário de Notícias, 300, Cristal, Porto Alegre – RS.</p>

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		<title>Marcelo Camelo abre festival El Mapa de Todos</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Dec 2008 20:18:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lidianne Andrade</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Berros]]></category>

		<category><![CDATA[Marcelo Camelo]]></category>

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		<description><![CDATA[O ex Los Hermanos Marcelo Camelo foi destaque no primeiro dia do Festival Ibero-americano de Música Contemporânea “El Mapa de Todos - música, cultura digital e integração”, apresentado na última quinta-feira no Espaço Brasil Telecom.
O músico fez apresentação acompanhado da banda paulistana Hurtmold para um público de 700 pessoas. O show foi baseado em seu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O ex Los Hermanos Marcelo Camelo foi destaque no primeiro dia do Festival Ibero-americano de Música Contemporânea “El Mapa de Todos - música, cultura digital e integração”, apresentado na última quinta-feira no Espaço Brasil Telecom.</p>
<p>O músico fez apresentação acompanhado da banda paulistana Hurtmold para um público de 700 pessoas. O show foi baseado em seu primeiro álbum-solo, “Sou” (ou “Nós”, lido de cabeça pra baixo ), ao qual não faltaram hits dos Los Hermanos. Em várias músicas, como “Teo e a Gaivota” e “Janta”, a platéia cantou junto com Camelo, que encerrou o show em clima de carnaval nostálgico, com a singela marchinha  “Copacabana”.</p>
<p>O Festival é uma tentativa de aproximação entre as cenas independentes de países como  Peru, Chile, Argentina, Uruguai, Espanha, Portugal e Brasil. Além de shows, “El Mapa de Todos” inclui exposições, apresentação de vídeos, oficinas, lançamento de livros e debates sobre a integração regional.Confira a programação do evento para hoje e amanhã:</p>
<p><strong>Sexta - 28/11<br />
</strong>Facas Voadoras - Campo Grande (palco foyer)<br />
Macaco Bong - Cuiabá (palco teatro)<br />
Turbopótamos - Peru (palco foyer)<br />
Babasónicos - Argentina (palco teatro)</p>
<p><strong>Sábado - 29/11<br />
</strong>Instiga - Campinas (palco foyer)<br />
La Quimera del Tango - Argentina (palco teatro)<br />
Javiera Mena - Chile (palco foyer)<br />
Sr. Chinarro - Espanha (palco teatro)<br />
Mundo Livre S/A - Recife (palco foyer)</p>
<p><a href="http://www.ig.com.br/musica">Fonte</a></p>

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		<title>Olinda sedia desfile de moda</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Dec 2008 20:13:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lidianne Andrade</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Berros]]></category>

		<category><![CDATA[Moda]]></category>

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		<description><![CDATA[As Ladeiras de Olinda serão passarela hoje no desfile à céu aberto do II Ladeiras da Moda. O evento acontece na Rua Prudente de Morais, nos Quatro Cantos de Olinda em frente ao Ateliê da Barbearia, a partir das 20h, com entrada gratuita. 
São seis estilistas expondo suas coleções de verão em estilo artesanal, com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As Ladeiras de Olinda serão passarela hoje no desfile à céu aberto do II Ladeiras da Moda. O evento acontece na Rua Prudente de Morais, nos Quatro Cantos de Olinda em frente ao Ateliê da Barbearia, a partir das 20h, com entrada gratuita. </p>
<p>São seis estilistas expondo suas coleções de verão em estilo artesanal, com peças bordadas e pintadas à mão. Estarão expondo suas criações <span>Ester Bispo, Fátima Nunes, Marisa Reis, Nazaré Reis, Rejane Trindade e Tereza França. Diferentemente dos desfiles tradicionais, a passarela será instalada na rua, a céu aberto.</p>
<p>A abertura fica por conta do Maracatudo Camaleão. A trilha sonora do desfile será com música ao vivo de violino e sax dos músicos Dona Elza e Calisto(Seresta Luar de Olinda), o pandeirista Luciano Mamão e apresentação do Patusquinho Mirim, pequeno bloco da escola de samba de Olinda Patusco.</span></p>

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		<title>Cachorro Grande faz show hoje e amanhã no UK Pub</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Nov 2008 13:12:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Floro</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Berros]]></category>

		<category><![CDATA[Cachorro Grande]]></category>

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		<description><![CDATA[
A banda gaúcha Cachorro Grande se apresenta hoje e amanhã no UK Pub, em Boa Viagem a partir das 21h. O show será baseado no novo álbum Todos os Tempos, o segundo por uma grande gravadora. No repertório estarão clássicos do grupo, que começou a carreira como uma promessa da cena alternativa nacional e hoje [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.revistaogrito.com/page/wp-content/uploads/2008/11/cg1.jpg" alt="" /></p>
<p>A banda gaúcha <strong>Cachorro Grande</strong> se apresenta hoje e amanhã no UK Pub, em Boa Viagem a partir das 21h. O show será baseado no novo álbum <em>Todos os Tempos</em>, o segundo por uma grande gravadora. No repertório estarão clássicos do grupo, que começou a carreira como uma promessa da cena alternativa nacional e hoje encontrou seu lugar no mainstream das bandas rock. São esperados os hits “Você Me Faz Continuar” e &#8220;Roda Gigante&#8221;. </p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
<strong>Sexta-feira 28/11</strong><br />
UK Bis - Peça 01 dose do Whisky Grants e ganhe outra até 21:30hs<br />
DJ Salvador<br />
Banda Cachorro Grande - contato - 54-9966-4326 - PRODUTOR: Marcelo.<br />
Homem - R$ 35<br />
Mulher - R$ 35</p>
<p><strong>Sábado 29/11</strong><br />
UK Bis - Peça 01 caipirosca de limão e ganhe outra até 21:30hs<br />
DJ Salvador<br />
Banda Cachorro Grande- Pop Rock<br />
Homem - R$ 35<br />
Mulher - R$ 25 ( mais barato mesmo)</p>

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</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/revistaogrito/~4/468326436" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Janela Internacional de Cinema 2008</title>
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		<comments>http://www.revistaogrito.com/page/26/11/2008/janela-internacional-de-cinema-2008/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 26 Nov 2008 21:38:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Floro</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Berros]]></category>

		<category><![CDATA[Janela Internacional de Cinema 2008]]></category>

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		<description><![CDATA[
Ocidente, curta de Leo Sette foi um dos exibidos no festival
NOVO OLHAR
O novato &#8220;Janela&#8221; surpreendeu público recifense com boa seleção de curtas e longas e uma proposta de reflexão do filme enquanto mensagem e experimentação
Voyerísmo sem nenhuma culpa, podemos resumir assim a semana inteira passando por vidas, reais ou não, durante a Janela Internacional de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.revistaogrito.com/page/wp-content/uploads/2008/04/foto_curta_ocidente_divulgacao.jpg" alt="" /><br />
<sup>Ocidente, curta de Leo Sette foi um dos exibidos no festival</sup></p>
<p><strong><big>NOVO OLHAR</big></strong><br />
<em>O novato &#8220;Janela&#8221; surpreendeu público recifense com boa seleção de curtas e longas e uma proposta de reflexão do filme enquanto mensagem e experimentação</em></p>
<p>Voyerísmo sem nenhuma culpa, podemos resumir assim a semana inteira passando por vidas, reais ou não, durante a <strong>Janela Internacional de Cinema</strong>. A semana assistindo a filmes dos mais diversos lugares do mundo, em diversos formatos, explorando todos os limítes e possibilidades da linguagem cinematográfica, foi além das espectativas, oferecendo aos frequentadores assíduous, sessões nas quais de certa forma, todos os seus curtas dialogavam e levavam ao final de cada bloco, a uma reflexão sobre o objetivo de seus realizadores e o papel do filme enquanto mensagem ou experimento estético. </p>
<p>Algumas sessões mais ousadas chamaram atenção e merecem destaque, como a <strong>Salvar Arquivo</strong>, que exibiu filmes simples e sempre fruto do resgate de imagens ou informações produzidas de um registro passado. Seja um casal teen discutindo a relação no messenger, como em <em>Nossos Filhos Ponto Com</em> de Eduardo Wotzik, ou uma família de evangélicos cearenses, recepcionando a parente que vêm de visita, com a leitura e interpretação de salmos da bíblia, como em <em>Jarro de Peixes</em> de Salomão Santana. São todas, provas de que a diferença entre um filme e um simples registro é apenas o significado dado ao segundo pelo ponto de vista de alguém. </p>
<p>Belíssimos, experimentos de forma, levaram ao extremo sua experiência narrativa, foi o caso do <em>Ouço seu grito</em>, co-produção entre paraguai e argentina, de Pablo Lomar, em que uma camera fixa filma as silhuetas formadas pelo contra-luz de um homem, uma casa e um funeral no alto de uma colina, triste, cheio de lamúria e isolamento. Alguns representantes pernambucanos, também são excelentes experiments e já deram o que falar aqui mesmo no <strong>O Grito!</strong>, é o caso dos curtas <em>Ocidente</em> e <em>Muro</em>, curtas bem diferentes em suas propostas mas que guardam o mesmo olhar universal sobre as experiências humanas. </p>
<p>Outros representantes nacionais também chamaram atenção, <em>Longa Vida ao Cinema Cearense</em>, filme manifesto dos Irmãos Pretty, mostra uma cena de jovens realizadores inconformados com os rótulos e as formas de financiamento e estruturas de equipe, a qual está quase sempre relacionada a forma de produção independente. <em>Convite para Jantar com o Camarada Stalin</em>, de Ricardo Alves Júnior, mostra um silencioso cotidiano de duas velhinhas, se preparando para receber visita, algo que vá quebrar aquela entediada rotina, que mesmo sem muita ação, não deixa de ser terna e replete de cumplicidade. <em>Passo</em>, de Alê Abreu, é mais um exemplo da diversidade da produção nacional presente no Festival, uma animação de quarto minutos que mostra um pássaro se debatendo, tentando sair de uma gaiola. </p>
<p>O cinema documentário também contou com diverso representantes importantes, as exibições criavam interseções entre os filmes, além de contra com a presença de alguns realizadores, o que proporcionou esclarecedores debates após cada sessão. Os documentários mais tocantes, foram os que conseguiram manter as relações mais respeitosas com seus personagens, caso de curtas como o <em>Canosa One</em>, de Fellipe Barbosa; <em>O Menino Aranha</em>, de Mariana Lacerda; <em>O Priará Jô, Depois do Ovo, a Guerra do índio Komoi Panará</em>, além dos curtas o festival ainda acomodou na sua programação o lançamento regional do longa <em>KFZ-1348</em>, co-dirigido por Gabriel Mascaro e Marcelo Pedroso. O longa apresenta através da história dos oito donos de um fusca entre a primeira compra e a corroção total no ferro velho, intervalo que nos oferece a história de vida de excelentes personagens e acaba traçando um panorama social e econômico do país nesse intervalo. </p>
<p>A semana ainda trouxe para os espectadores pernambucanos, alguns representantes de peso do que foi exibido recentemente, em festivais internacionais como o Festival de Berlim, Cannes, a Mostra Internacional de São Paulo e o Festival de Brasília 2007. Na contra-mão de todo esse inidétismo, também nos deu a possibilidade de revisitar a produção super-oitista local, movimento importante de realizadores que encontraram no acesso fácil a uma bitola doméstica, uma forma de expressão. Essa multiplicidade, o respeito ao valor agregado a uma obra, quando se fala e pensa sobre ela, foram alguns dos pontos fortes do festival e seus maiores diferenciais. Acompanhe também a analise feita sobre os filmes nas coberturas diárias realizadas durante toda a semana passada, ou no site oficial do festival, onde você encontra também o <strong>Janela Crítica</strong>, com pequenas resenhas sobre vários curtas exibidos no festival.</p>
<p><strong><a href="http://www.revistaogrito.com/page/assunto/janela-internacional-de-cinema-2008/">LEIA A COBERTURA DO FESTIVAL</a></strong></p>

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		<title>11º Festival Recife do Teatro Nacional</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Nov 2008 13:55:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando de Albuquerque</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Berros]]></category>

		<category><![CDATA[Caio Fernando Abreu]]></category>

		<category><![CDATA[Eduardo Moscovis]]></category>

		<category><![CDATA[Festival Recife do Teatro Nacional]]></category>

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		<description><![CDATA[
A HOMOSEXUALIDADE DE C.F.A. E EDUARDO MOSCOVIS NOS PALCOS RECIFENSES
Na última semana de apresentações, a décima primeira edição do Festival Recife de Teatro Nacional continua a linha com estréias de peso. A deriva da falta de ingressos e do corre-corre e peruagens para ver os espetáculos, as principais apresentações de hoje levam para os palcos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_9677" class="wp-caption alignnone" style="width: 500px"><a href="http://www.revistaogrito.com/page/wp-content/uploads/2008/11/aqueles-dois.jpg" rel="lightbox[9676]"><img src="http://www.revistaogrito.com/page/wp-content/uploads/2008/11/aqueles-dois.jpg" alt="Espetáculo Aqueles Dois é baseado em conto homônimo do escritor e jornalista gaúcho C.F.A." title="aqueles-dois" width="490" height="327" class="size-full wp-image-9677" /></a><p class="wp-caption-text">Espetáculo Aqueles Dois é baseado em conto homônimo de C.F.A.</p></div>
<p><strong>A HOMOSEXUALIDADE DE C.F.A. E EDUARDO MOSCOVIS NOS PALCOS RECIFENSES</strong></p>
<p>Na última semana de apresentações, a décima primeira edição do <strong>Festival Recife de Teatro Nacional</strong> continua a linha com estréias de peso. A deriva da falta de ingressos e do corre-corre e peruagens para ver os espetáculos, as principais apresentações de hoje levam para os palcos o global <strong>Eduardo Moscovis</strong> em <em>Por Uma Vida um Pouco Menos Ordinária</em>, do Rio de Janeiro, e a mineira <em>Aqueles Dois</em>.</p>
<p>Na primeira - em cartaz no <strong>Teatro do Parque</strong>, às 21h - contracenam Moscovis, <strong>Liliana Castro</strong> e <strong>Joelson Medeiros</strong>, todos genuinamente cariocas. Na trama, uma tragédia com &#8220;t&#8221; maiúsculo, um casal de irmãos (Adriano e Natália) se vêem metidos numa série de imbróglios depois que ele atira acidentalmente em um desconhecido. Como a arma pertencia a um policial corrupto (Joelson Medeiros), amigo de infância dos dois, assumir a culpa pelo homicídio se transforma numa grande ameaça à vida dos personagens.</p>
<p>Já <em>Aqueles Dois</em> - que tem sua última apresentação no <strong>Teatro Apolo</strong>, às 20h - se baseia no conto homônimo do gaúcho <strong>Caio Fernando Abreu</strong> (1948-1996), escritor e jornalista morto em decorrência de complicações provocadas pelo vírus da Aids. No espetáculo dois trabalhadores de uma repartição pública do centro de São Paulo que se aproximam entre um cafezinho e outro. A amizade logo gera certa desconfiança nos colegas de trabalho que vêem reações nem um pouco ortodoxas dos &#8220;meninos&#8221;.</p>
<p>Ainda dá para conferir as apresentações da paulista <em>Shi-Zen, 7 Cuias</em> (SP), no Teatro de Santa Isabel; <em>A Comédia dos Erros</em>, às 20 no Teatro Armazém; e <em>Acqua Toffana</em>, às 19h, no Teatro Apolo.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<em>Acqua Toffana</em> (RJ) - 19h - Teatro Apolo<br />
<em>A Comédia dos Erros</em> (RS) - 20h - Teatro Armazém<br />
<em>Aqueles Dois</em> (MG) - 20h - Teatro Hermilo Borba Filho<br />
<em>Por uma Vida um Pouco Menos Ordinária</em> (RJ) - 21h - Teatro do Parque<br />
<em>Shi-Zen, 7 Cuias</em> (SP) - 21h - Teatro de Santa Isabel<br />
Informações pelo: 3232-2030</p>

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		<title>Metallica | Death Magnetic</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Nov 2008 01:51:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando de Albuquerque</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>

		<category><![CDATA[Música]]></category>

		<category><![CDATA[Metallica]]></category>

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		<description><![CDATA[
DE VOLTA AO NOVO METAL
18 anos depois, Metallica lança o disco que pode substituir o famoso &#8220;álbum preto&#8221;
Por Iúri Moreira
DEATH MAGNETIC
Metallica
[Universal, 2008]
Passaram-se quase 18 anos desde o Black Album, aquele que é considerado por muitos como o último disco com cara de Metallica da banda. Para os mais puristas, aliás, a espera é mais longa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.revistaogrito.com/page/wp-content/uploads/2008/11/metallica-2.jpg" alt="" /></p>
<p><big><strong>DE VOLTA AO NOVO METAL</strong></big><br />
<em>18 anos depois, Metallica lança o disco que pode substituir o famoso &#8220;álbum preto&#8221;</em><br />
Por <a href="iuri.moreira@gmail.com">Iúri Moreira</a></p>
<p><a href="www.myspace.com/metallica"><strong>DEATH MAGNETIC</strong></a><br />
Metallica<br />
[Universal, 2008]</p>
<p><img src="http://www.revistaogrito.com/page/wp-content/uploads/2008/11/metallica-1.jpg" alt="" align="left" />Passaram-se quase 18 anos desde o <strong>Black Album</strong>, aquele que é considerado por muitos como o último disco com cara de <strong>Metallica</strong> da banda. Para os mais puristas, aliás, a espera é mais longa - desde <strong>&#8220;&#8230;And Justice For All&#8221;</strong>, de 1988. Depois de quase duas décadas nas quais renegou o passado, virou figurinha carimbada da <strong>MTV</strong> e afundou na própria armadilha do passageiro sucesso pop, o <strong>Metallica</strong> resolveu voltar a honrar seu nome, com um disco pesado e sem frescuras.</p>
<p>Portanto, <em>Death magnetic</em> faz a ponte entre <em>Kill &#8216;em All</em>; <em>Ride the Lightning</em>; <em>Master of Puppets</em> e os já mencionados <em>&#8230;And Justice For All</em> e o da capa preta sem nome. <em>Load</em>, <em>Reload</em> e <em>St. Anger</em>, apesar de alguns poucos momentos bons, a gente faz de conta que são de outra banda, ou de um Metallica de algum universo paralelo, que chegou até aqui através de uma dobra no tempo e espaço, a mesma que levou a banda original para <strong>Tattoine</strong>.</p>
<p>Mas o problema é justamente esse. Já faz muito tempo. Apesar de ser legal escutar novamente o Metallica tocando thrash metal, <em>Death Magnetic</em> tem muito menos força que os antigos trabalhos da banda. A produção de Rick Rubin ajuda, mas não faz mágica. <strong>Lars Ulrich</strong> voltou a usar pedal duplo, mas não é sombra do grande baterista que já foi. Em compensação, as guitarras vão muito bem, e <strong>James Hetfield</strong> está bem mais experiente como vocalista, o que se traduz em uma melhor colocação dos vocais.</p>
<p>Mas.. o disco tem ótimos momentos sim. As três primeiras músicas - &#8220;That was just your life&#8221;, &#8220;The end of the line&#8221; e &#8220;Broken, beat and scarred&#8221; são uma sequência violenta, para deixar sem fôlego. &#8220;The day that never come&#8221; dá uma desacelerada, mas já termina preparando terreno para &#8220;All Nightmare Long&#8221;, outra paulada.</p>
<p>&#8220;Cyanide&#8221; vem depois, seguida por &#8220;The unforgiven III&#8221;, fechando o ciclo que começou no Black Album, e continuou em &#8220;Reload&#8221;. &#8220;The Judas Kiss&#8221; é outra bela música, bem trabalhada com <strong>Hetfield</strong> cantando com raiva. Destaque para o solo de <strong>Kirk Hammet</strong>, usando e abusando do wah-wah. &#8220;Suicide &amp; Redemption&#8221;, um instrumental, tem praticamente dez minutos de duração. É legal, mas só.</p>
<p>&#8220;My Apocalypse&#8221; encerra o CD. Quando escutei tive a nítida imperssão de já a ter escutado antes. Claro, ela é uma colagem de tudo o que o <strong>Metallica</strong> fez em suas melhores épocas. Lembra demais a época dos três primeiros discos. O refrão, então, de tão agressivo, lembra o <strong>Pantera</strong> da fase <strong>Vulgar Display of Power</strong>. Sem dúvida, a melhor do disco.</p>
<p>Dizer que <em>Death Magnetic</em> é o melhor trabalho da banda em quase 20 anos é chover no molhado. Tomara que os caras não desviem de novo do caminho. Quem sabe não voltam o velho status de antigamente? A turma de camisa preta agradece.</p>
<p><strong>NOTA: 8,5</strong></p>

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		<title>+ Livros: Aleijadinho e o aeroplano,Cale A Boca, Jornalista, Filhos do Céu</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Nov 2008 01:50:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando de Albuquerque</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>

		<category><![CDATA[Livros]]></category>

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		<description><![CDATA[ALEIJADINHO E O AEROPLANO: O PARAISO BARROCO E A CONSTRUÇAO DO HEROI COLONIAL
Guiomar de Grammont
[Civilização Brasileira, 322 páginas, R$ 45]
A real existência do Aleijadinho como personagem histórico é questionada neste estudo da escritora ouro-pretana. Sim, Antônio Francisco Lisboa criou obras, entre as quais igrejas de Ouro Preto e profetas de Congonhas. Mas o arquiteto onipresente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.revistaogrito.com/page/wp-content/uploads/2008/11/aleijadinho-e-o-aeroplano-o-paraiso-barroco.jpg" alt="" align="left" /><strong>ALEIJADINHO E O AEROPLANO: O PARAISO BARROCO E A CONSTRUÇAO DO HEROI COLONIAL</strong><br />
Guiomar de Grammont<br />
[Civilização Brasileira, 322 páginas, R$ 45]</p>
<p>A real existência do <strong>Aleijadinho</strong> como personagem histórico é questionada neste estudo da escritora ouro-pretana. Sim, <strong>Antônio Francisco Lisboa</strong> criou obras, entre as quais igrejas de Ouro Preto e profetas de Congonhas. Mas o arquiteto onipresente que a versão oficial da história consagrou, a autora acredita que não tenha sido. Toda a elaboração do barroco mineiro teria sido produto de uma série de “Aleijadinhos”, artistas anônimos espalhados no tempo e no espaço. [<strong><a href="mailto:contato@revistaogrito.com">Da Redação</a></strong>]</p>
<p><img src="http://www.revistaogrito.com/page/wp-content/uploads/2008/11/cale-a-boca-jornalista.jpg" alt="" align="left" /><strong>CALE A BOCA, JORNALISTA</strong><br />
Fernando Jorge<br />
[Novo Século, 448 páginas, R$ 39,90]</p>
<p>O tempo transformou o livro para além da biblioteca obrigatória de estudantes e jornalistas profissionais. É antes de tudo um dos mais importantes relatos contra a censura imposta aos meios de comunicação nas diversas ditaduras, que suspenderam os direitos de livre expressão. Na quinta edição, revista e aumentada com recursos iconográficos, a obra de Fernando Jorge é uma das chaves inclusive para entender a posição da imprensa brasileira na contemporaneidade. [<strong><a href="mailto:contato@revistaogrito.com">Da Redação</a></strong>]</p>
<p><img src="http://www.revistaogrito.com/page/wp-content/uploads/2008/11/filhos-do-ceu-entre-vazio-luz-e-materia.jpg" alt="" align="left" /><strong>FILHOS DO CÉU - ENTRE VAZIO, LUZ E MATÉRIA</strong><br />
Michel Cassé e Edgar Morin<br />
[Bertrand Brasil, 128 páginas, R$ 24]</p>
<p>O astrofísico <strong>Cassé</strong> e o filósofo <strong>Morin</strong> dialogam neste livro sobre as concepções humanas em torno da origem do universo, a compreensão (ou falta dela) dos movimentos do tempo e do espaço, as diversas leituras que unem (ou desunem) o humano e o divino, a astronomia e a astrologia. Com todas as evoluções na ciência ao longo das prospecções do homem, a filosofia pode concluir que o homem passou de filho do cosmos a órfão dele e a estrangeiro nele. [<strong><a href="mailto:contato@revistaogrito.com">Da Redação</a></strong>]</p>

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		<title>Galeria: Kinsey</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Nov 2008 01:50:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Floro</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Galeria]]></category>

		<category><![CDATA[Kinsey]]></category>

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		<pubDate>Tue, 25 Nov 2008 01:50:11 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[
Havia dias em que estava particularmente sensível. Parecia constituído por pequenas ilhotas de sentimentos, prestes a eclodir. Uma passagem, uma lembrança, uma música. Brincava com dados, flores e tecidos. Ornamentava o espaço para ele mesmo atuar. Travava diálogos homéricos, discussões acaloradas sobre um tema qualquer. Não sabia o que se passava lá fora, contudo. “Lá [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.revistaogrito.com/page/wp-content/uploads/2008/11/coluna-mauricio-sede-ii.jpg" alt="" /></p>
<p>Havia dias em que estava particularmente sensível. Parecia constituído por pequenas ilhotas de sentimentos, prestes a eclodir. Uma passagem, uma lembrança, uma música. Brincava com dados, flores e tecidos. Ornamentava o espaço para ele mesmo atuar. Travava diálogos homéricos, discussões acaloradas sobre um tema qualquer. Não sabia o que se passava lá fora, contudo. “Lá fora”, para ele, não existia. Ao menos era no que preferia acreditar.</p>
<p>Era um pianista magistral. Capaz de executar as mais intrincadas peças de Chopin. Compunha apenas quando sua consciência musical o tomava de assalto. Apenas assim. Gostava de tudo que era fresco. Frutas da estação constavam sempre em sua lista de pedidos. Nêspera, pêssego e uva, os prediletos. Saboreava com adorável ímpeto a polpa carnuda, suculenta. Não deixava escapar uma gota de líquido sequer. Sorvia com gula o que lhe vinha à boca.</p>
<p>Manifesto, em seu ser, a vivacidade juvenil, embora num corpo decrépito de 80 anos. Achou, então, um texto que escrevera nos idos de sua mocidade:</p>
<p>“<em>Pois o mal do século não é senão outra coisa que a covardia. A inércia, a fidelidade canina à estupidez plácida. Não por opção, claro. Mas sempre o dedo pútrido do establishment, com seus infinitos paradoxos e estratagemas que se chocam e geram sempre o nada. A síntese de nosso tempo é a esterilidade. Anuncia-se, como se fosse grande coisa, a morte de Deus, de Marx, da arte, do amor, dos pensamentos políticos de esquerda, de qualquer possibilidade viável. O asco à mudança é tão grande, que optamos por permanecer onde estamos, como estamos, ainda que isso simbolize a desgraça indiscutível. Mesmo que identifiquem a derrocada inevitável de suas corporações, trilham o caminho mais fácil, mais cômodo, esperando extrair o último suspiro da pujança do lucro. Nós, com efeito, na posição de rebanho, repetimos subliminarmente o mantra de que “o mercado é nosso pastor e tudo nos faltará</em>”. Antes fosse possível resumir em observações tão elementares a magnitude da esterilidade vigente. A covardia, o pudor, o medo, a vergonha, o egoísmo, a hipocrisia, o cinismo e o apego ao conforto parecem, eles sim, fundir-se como a quintessência da constituição humana.</p>
<p>A capacidade que desenvolvemos de manter o status quo forte e sadio, mesmo sob as mais duras crises, renovações, desintegrações e incertezas soa além de qualquer justificativa crível. Somos seus soldados. Os estóicos e empedernidos “consumidadãos”. Estupidificados a ponto de sermos incapazes de nos chocar. De sentir. Quando muito, manifestamos pena ou compaixão. Falsas, obviamente. Os parcos momentos de revolta, daqueles que ainda conseguem compartilhar deles, evaporam-se tão logo surja a primeira necessidade. Entregues à própria conta, exalamos uma dependência asquerosa e insuportável de tudo aquilo que julgamos combater. Desprovidos do véu sagrado do capitalismo, deixamos exposto o quanto nos esforçamos para autenticar o contrário do que pretensiosamente proferimos.</p>
<p>Esticados em seus colchões macios, protegidos por seus carros e casas, amparados pela jamais desprezível quantia na conta bancária, os ternos ajustados, vestidos caríssimos, refrigeradores potentes e toda a opulência de seus pequenos caprichos, tornados essenciais, os seres ditos de intelecto “mais avançado”, os pensadores, independentes e livres de nosso tempo tecem as mais elaboradas teses revolucionárias, pregam a quebra das tradições, a vanguarda artística, celebram a vida como elemento uno e potencializador em si mesmo. Para quê, no entanto? Apenas para almejarem a notoriedade em seu círculo reduzido e esquizofrênico. Ou, senão, para conquistar incautos de suas artimanhas.</p>
<p>Viver, viver, viver. Banalizaram o que temos de mais puro e inato. Sê isso, sê aquilo. Acumule. Demonstre. Prove. Com tão pouco sangue se escreve. Com tão pouca paixão se atua. O entusiasmo sucumbe ante a rotina. O espontâneo se enrijece pelas convenções. Resta apenas a entropia. E tudo que recebo é o silêncio.”</p>
<p>Após um pequeno hiato, soltou uma leve risada irônica. Continuou a passar os olhos pela prateleira, e chamou-lhe a atenção um outro envelope, já amarelado e comido pelas traças. Abriu. Era uma das poucas cartas endereçadas a mulheres que havia escrito. Começava assim.</p>
<p>“<em>Doce S., </em></p>
<p><em>Queria poder te pedir que esquecesse de tudo e viesse comigo. Para dormirmos juntos numa noite fria de inverno, ou mesmo no abafado verão. Abrigaria, com meu corpo, as tuas curvas que me tiraram a paz e a saúde. Mas não posso.</em></p>
<p><em>Seria demasiado ególatra e arbitrário da minha parte. Não posso oferecer-te mais que a volúpia e a libido. É somente o que restou. O demais foi arrancado. A pequenas punhaladas. Pontuais e cortantes. Ficou só o animal. Qualquer resquício da personalidade sensível e paternal já não existe, ou está coberta por uma espessa e irremovível cortina.</em></p>
<p><em>Vês, contudo, que não sou um canalha comum. Os invejo, na verdade. Gostaria de conseguir alcançar a canalhice mais plena e ordinária. Um desejo simples porém distante. Há que se ser sincero mesmo na desgraça. E sabe por que a “verdade” é tão poderosa? Porque não possui adversários. Porque atrai, revela e instiga. E porque não precisamos temê-la. É a melhor escolha dos preguiçosos: não exige nenhum malabarismo mental.</em></p>
<p><em>Contarei um segredo e você pode espalhá-lo se quiser. Em essência, o ser humano é ridiculamente previsível. Existem padrões de comportamento facilmente identificáveis que se repetem há milênios, e que dificilmente se alteram. No que se convencionou chamar de “amor”, mais ainda. A obviedade é gritante. Nos torna patéticos a ponto de não admitirmos nem passado nem futuro. De nos vermos sempre nos mesmos ciclos.</em></p>
<p><em>Não se trata de tentar evitar a dor, sabe-se bem. Ao contrário: é a doença, ipsis litteris. Ver humanos buscarem e desejarem a patologia é de uma estupidez admirável. Em vez do acúmulo de forças, gera-se o acúmulo de fraquezas e frivolidades. Usamos como espelho de nossas imperfeições, que não temos coragem de admitir. Se sozinhos somos abomináveis, no amor nos tornamos duplamente ridículos.</em></p>
<p><em>Não sei como essa equação se resolve, admito. Tornei-me imbecil de mais ao pensar em você. Felizmente esta sensação passou rápido. Saí da utopia asquerosa para voltar a ser um homem digno. É sempre reconfortante. Talvez seja isso: posso ter achado o sentido de tamanha ignorância. Pois a doença não serve para nos certificar do quanto estamos fortes? Não é ela o estado pelo qual temos que passar para expurgar e reconhecer os males, ficando saudáveis novamente? Ela é a nossa mea-culpa. A lama que nos chafurdamos opcionalmente porque, afinal, não somos tão diferentes dos porcos. E como se reviram felizes na lama e na lavagem! Somos nós, no fim, quando destituídos de cérebro.</em></p>
<p><em>Talvez o amor seja só uma desculpa para abdicar da razão. E na estupidez, isso não se discute, é tão mais fácil viver. Percebes o tamanho da previsibilidade? É porque somos covardes, em suma. E necessitamos de muletas para respirar: dinheiro, Deus, os outros, família, amigos, o companheiro. Na relação, note bem, é onde nos deixamos mais vulneráveis, patéticos, dependentes, idiotas. E por isto mesmo mais humanos. Quando todas as ilusões de fortitude, independência e liberdade ruem. Conheces algo mais desprezível que o homem apaixonado? Ele é tudo que não devíamos ser, mas buscamos. O que por si só dá um belo retrato de nossa decadência.</em></p>
<p><em>E é por isso que reafirmo que não almejo a sua presença. Se tiveres alguma pretensão além da fome e da libido. E sei que, apesar de tudo, vai soltar um sorriso contido de admiração. Nunca terás como saber por que falo, para quem, com que objetivo e sob quais condições. Convenhamos: há algo mais sedutor que o mistério e a inteligência?.</em>”</p>
<p>Após ler, ficou satisfeito. Era ele. Indubitavelmente. E percebeu que pouca coisa havia mudado desde os longínquos anos em que aquilo tinha sido escrito. Nada, aliás. Não importa quanto tempo passe, certas coisas nunca mudam. A convicção e clareza que tinha aos 20 era a mesma que demonstrava aos 80. Aquilo o agradou. Foi dormir. Estava cansado.</p>
<p>——<br />
<small>[+] <strong>Maurício Angelo</strong> é jornalista e escritor. Atualmente edita os sites <a href="http://www.revistamovinup.com/" target="_blank">Movin’ Up</a> e <a href="http://www.crimideia.com.br" target="_blank">Crimidéia</a>.</small></p>

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		<title>Joana Coccarelli: O problema dos carneirinhos</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Nov 2008 01:49:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joana Coccarelli</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Colunas]]></category>

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não conheço ninguém que tenha conseguido dormir contando carneiros. minha experiência pessoal também fracassou espetaculosamente na infância, levando-me à farmacologia competente na vida adulta.
(falta pouco para livrar-me completamente dela, o que me faz feliz, posto que não me agrada a idéia de tomar ad infinitum substâncias que não deveriam passar de meras coadjuvantes. a menos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.revistaogrito.com/page/wp-content/uploads/2008/11/2421145773_34185077c5_o.jpg" alt="" /></p>
<p>não conheço ninguém que tenha conseguido dormir contando carneiros. minha experiência pessoal também fracassou espetaculosamente na infância, levando-me à farmacologia competente na vida adulta.</p>
<p>(falta pouco para livrar-me completamente dela, o que me faz feliz, posto que não me agrada a idéia de tomar ad infinitum substâncias que não deveriam passar de meras coadjuvantes. a menos que seja para uso recreativo. lógico.)</p>
<p>é difícil entender como carneiros pulando cercas podem ter se tornado técnica tão confiada para adormecer. talvez, num passado distante, a repetição de um carneiro saltando atrás de outro carneiro exatamente igual e depois outro e outro e outro fosse monótona o suficiente para induzir o sono - e, mesmo assim, se o sujeito tivesse mente pouco curiosa. enfim, num lugar ou tempo onde o estresse inexistisse e as pessoas não elaborassem questões a respeito de carneiros em geral.</p>
<p>por exemplo: um redneck do interior do milawkee há sessenta anos atrás. deve ter funcionado para ele - a menos que fosse um redneck empreendedor ou que dominasse assuntos veterinários. aí sim poderia complicar. ele teria grandes chances de examinar os carneiros da hora de dormir, tipo este está tão magro, uh, vou mandar lorraine tosar aquele que passou, meu deus, a ovelha chrystabel está prenhe! de novo!. e então ele reprovaria na busca pelo r.e.m. perfeito.</p>
<p>foi mais ou menos isso que vivenciei em minhas tentativas de contar carneiros, mas com escrutínio bastante menos íntimo e veterinário. eu não reconhecia os carneiros pelo nome e por seu estado de saúde mas pela performance comparativa entre eles. como este carneirinho pulou mais alto que aquele, por que será?. e pela constituição sócio-política do rebanho, tipo um animal farm: cadê a ovelha negra da fazenda? é importante que haja alguém na contramão em algum lugar.</p>
<p>o detalhe amalucado é que nunca contei carneiros reais. ao invés, tomava emprestado os que o pica-pau ou o pernalonga enumeram quando vão pra cama. provavelmente devido a meu background urbano, que limitou meu número de experiências junto a rebanhos verdadeiros. fico mais à vontade com carneiros cartúnicos.</p>
<p>mas isso não era tudo. além de minha incapacidade de não me envolver com os carneiros contados, havia um agravante: de repente todos os carneiros que ainda estavam por vir invadiam a cena e atropelavam a cerca, e continuavam chegando às centenas. isto sempre acontecia. o décimo bichinho não chegava a pular que logo vinha a horda de carneiros endemoniados. era como se estivessem confinados por uma semana num espaço bem pequeno e de repente abrissem a porteira para a fuga em massa.</p>
<p>então eu rolava na cama, até que minha imaginação perdia o foco e se pulverizava num enredo fantástico que em pouco tempo me faria sonhar.</p>
<p>abdicar do controle é a chave pro castelo de morfeu.</p>
<p>——<br />
<small>[+] <strong>Joana Coccarelli</strong> é jornalista, autora do blog <a href="http://www.verbeat.org/blogs/narghee-la/" target="_blank">Narghee-La</a> e idealizadora do <a href="http://www.coccarelli.art.br/" target="_blank">Coccarelli.art</a>, coletivo de artistas, blogueiros e escritores. Escreve nesta coluna sobre estética, design e moda.</small></p>

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		<title>Conheça um pouco das principais músicas</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Nov 2008 01:48:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando de Albuquerque</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Matéria]]></category>

		<category><![CDATA[Sertanejo]]></category>

		<category><![CDATA[Zezé di Camargo &amp; Luciano]]></category>

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		<description><![CDATA[
&#8220;A Distância&#8221;
Aqui Zezé mostra que a cirurgia foi bem sucedida e finalmente canta sozinho demonstrando tooooda sua vocação e desenvoltura. A letra é de Roberto e Erasmo Carlos.
&#8220;O que Vai Ser de Nós&#8221;
Essa daqui é a música de trabalho desse disco e traz aquela mensagem positiva-chiclete de que tudo vai dar certo se o sujeito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.revistaogrito.com/page/wp-content/uploads/2008/11/zeza-di-camargo-e-luciano-destaque.jpg" alt="" /></p>
<p><strong>&#8220;A Distância&#8221;</strong><br />
Aqui Zezé mostra que a cirurgia foi bem sucedida e finalmente canta sozinho demonstrando tooooda sua vocação e desenvoltura. A letra é de Roberto e Erasmo Carlos.</p>
<p><strong>&#8220;O que Vai Ser de Nós&#8221;</strong><br />
Essa daqui é a música de trabalho desse disco e traz aquela mensagem positiva-chiclete de que tudo vai dar certo se o sujeito for à luta. A música meio que simboliza a superação de Zezé da cirurgia no gógó e com relação ao seu irmãozinho.</p>
<p><strong>&#8220;Estrada do Amor&#8221;</strong><br />
Essa daqui é bem o estilinho &#8220;sertanejo de raiz&#8221;.</p>
<p><strong>&#8220;Nunca Amei Assim&#8221;</strong><br />
O título é fruto do trabalho de Zezé, Rick e Alexandre e fala de um homem apaixonado e que exagera na dose do sentimento.</p>
<p><strong>&#8220;Valeu Demais&#8221;</strong><br />
Essa é a pior música da dupla. Eles investem numa espécie de &#8220;reggaenejo&#8221; (reggae com sertanejo) e agradecem a Deus por tudo que foi feito. MEDO!</p>
<p><strong>&#8220;Pelos Botecos do Brasil&#8221;</strong><br />
Aqui a dupla escolheu o axé como mistura. Só ouvindo de verdade para conferir!</p>
<p><strong>&#8220;O Melhor É dar um Tempo&#8221;</strong><br />
Esse título é um pleno retorno ao passado da dupla e todo a pieguice dos problemas de relacionamento.</p>

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		<title>Coleção: Glen or Glenda?</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Nov 2008 01:48:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando de Albuquerque</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Coleção]]></category>

		<category><![CDATA[Sessões]]></category>

		<category><![CDATA[Edward D. Wood]]></category>

		<category><![CDATA[Glen Or Glenda?]]></category>

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		<description><![CDATA[
QUANDO O TOSCO É O MAIOR DOS APUROS ESTÉTICOS
Filme de Edward D. Wood se apresenta como uma sucessão de equívocos tão grotescos que chegam a beirar o brilhantismo e se formatar enquanto um verdadeiro tratado sobre se travestir
Por Fernando de Albuquerque
GLEN OU GLENDA?
Edward D. Wood
[Glen Or Glenda?, EUA, 1953]
Não é segredo para ninguém que Glen [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.revistaogrito.com/page/wp-content/uploads/2008/11/glenorglenda1.jpg" alt="" /></p>
<p><big><strong>QUANDO O TOSCO É O MAIOR DOS APUROS ESTÉTICOS</strong></big><br />
<em>Filme de Edward D. Wood se apresenta como uma sucessão de equívocos tão grotescos que chegam a beirar o brilhantismo e se formatar enquanto um verdadeiro tratado sobre se travestir</em><br />
Por <a href="fernando@revistaogrito.com">Fernando de Albuquerque</a></p>
<p><strong>GLEN OU GLENDA?</strong><br />
Edward D. Wood<br />
[Glen Or Glenda?, EUA, 1953]</p>
<p>Não é segredo para ninguém que <em>Glen ou Glenda?</em> é o filme símbolo do homem que ficou conhecido na história do cinema como &#8220;o pior cineasta que o mundo já viu&#8221;. E o emblema é para lá de bem posto já que o modismo de trash circunda toda obra de <strong>Edward D. Wood</strong>. Nesse filme ele faz o papel principal: o de um homem que se veste como mulher, embora &#8220;não seja homosexual&#8221;. E aqui permita-me abrir o parêntese para afirmar que o filme é fartamente autobiográfico e estampa, com boa dose de coragem, discutir em uma grande sala o travestismo e mesmo forma como cada artista coloca sua própria persona na obra.</p>
<p>A boa-venturança do eixo-temático e mesmo as discussões que podem suscitar, <em>Glen ou Glenda?</em> acaba completamente caíndo por terra pela narrativa excessivamente primária e sem nenhum mistério ou recurso que venha prender o telespectador. O roteiro base, por exemplo, gira em torno do suicídio de um travesti. Após esse acontecimento, o chefe de polícia responsável pelo caso procura um psicólogo para tentar entender o que leva um homem a se vestir de mulher. Este conta ao policial a estória de um homem chamado Glen, que, mesmo heterossexual, tinha como hábito se vestir de modo feminino. E assim tornar-se Glenda.</p>
<p><em>Glen ou Glenda?</em> parece ser vários filmes ruins dentro de um só. Em certos momentos lembra um sombrio programa noturno de terror, cujo apresentador é uma mistura caricata e sórdida de Drácula. Em outros momentos a narrativa toma ares documentarescos com imagens de aviões no céu, uma manada de búfalos correndo, fábricas funcionando. Mas na maior parte do tempo o que se apresenta é uma compilação de imagens e diálogos que pouco contribuem para o seu desenvolvimento. Apenas tornam o conjunto mais confuso e ruim, com seus péssimos atores, fusões para lá de desnecessárias e cenários tremendamente falsos e precários.</p>
<p><img src="http://www.revistaogrito.com/page/wp-content/uploads/2008/11/glen_or_glenda_box.jpg" alt="" align="right" />Nesse esquife então, temos um autor cuja obra reflete, amplamente, seus próprios fantasmas. E o univer freak criado com esse seu primeiro longa (<em>Glen ou Glenda?</em>) nada mais é do que o próprio retrato de suas obsessões e de seu meio. Ou seja: desde o princípio do filme temos um diretor às voltas com condições adversas e incríveis obstáculos para conseguir dinheiro e terminar um filme. A tão sonhada independência, neste processo, vai para o espaço. Seus filmes serão o resultado da mais precária equação entre projeto e realização, entre a tentativa de exprimir algo de pessoal e os compromissos comerciais.</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Vy9C80NIk2o&#038;hl=pt-br&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/Vy9C80NIk2o&#038;hl=pt-br&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object><br />
<strong>Trailer</strong></p>

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		<title>Zezé Di Camargo &amp; Luciano</title>
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		<comments>http://www.revistaogrito.com/page/24/11/2008/zeze-di-camargo-luciano/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 25 Nov 2008 01:48:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Talles Colatino</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>

		<category><![CDATA[Música]]></category>

		<category><![CDATA[Sertanejo]]></category>

		<category><![CDATA[Zezé di Camargo &amp; Luciano]]></category>

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		<description><![CDATA[
THE EMANCIPATION OD ZEZÉ
Após dois anos sem um único álbum de inéditas, a dupla mais pop do sertanejo brasileiro lança disco com tom de desabafo e marca volta de Zezé após cirurgia nas cordas vocais
Por Talles Colatino
ZEZÉ DI CAMARGO &#38; LUCIANO
Zezé di Camargo &#38; Luciano
[Som Livre  , 2008]

Todo mundo tem seu dia de diva [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.revistaogrito.com/page/wp-content/uploads/2008/11/fatopo1.jpg" alt="" /></p>
<p><big><strong>THE EMANCIPATION OD ZEZÉ</strong></big><br />
<em>Após dois anos sem um único álbum de inéditas, a dupla mais pop do sertanejo brasileiro lança disco com tom de desabafo e marca volta de Zezé após cirurgia nas cordas vocais<br />
</em>Por <a href="mailto:talles@revistaogrito.com">Talles Colatino</a></p>
<p><a href="http://zezedicamargoeluciano.uol.com.br/"><strong>ZEZÉ DI CAMARGO &amp; LUCIANO</strong></a><br />
Zezé di Camargo &amp; Luciano<br />
[Som Livre  , 2008]<br />
<a href="talles@revistaogrito.com"></a></p>
<p><img src="http://www.revistaogrito.com/page/wp-content/uploads/2008/11/150_749-zeze.jpg" alt="" align="left" />Todo mundo tem seu dia de diva e com <strong>Zezé di Camargo</strong> não foi diferente. Antes, ele tinha tudo o que era necessário para conquistar o posto de grande estrela: uma mega-estrutura ao favor do seu trabalho, um irmão que serve mais como bibelô de luxo para dar entrevistas quando ele está cansado, um filme sobre sua vida e senhoras histéricas suficientes pra movimentar uma festa na Avenida Paulista capazes de dar um braço – e não só um braço - pra “chegar junto”. Para <strong>Zezé</strong> só faltava uma única coisa ao longo dos mais de 15 anos de sucesso da dupla que forma com Luciano: uma grande reviravolta. Mas nada que o tempo não soube dar.</p>
<p>Nos últimos meses, <strong>Zezé di Camargo</strong> enfrentou o medo de interromper a carreira devido ao intenso tratamento contra um cisto congênito nas cordas vocais, o que poderia atrapalhar o desempenho vocal do sertanejo conhecido por seus agudos e vibratos indefectíveis. “Ele não aceitou playback e não acabou com os compromissos só pra cuidar da voz. Ficou um ano trabalhando até poder parar e fazer a cirurgia. Financeiramente ele não precisaria fazer isso, mas muitas pessoas que estão por trás de <strong>Zezé di Camargo e Luciano</strong>, que vivem desse trabalho, tem essa consciência&#8221;, lembrou Luciano, na entrevista coletiva do lançamento do novo trabalho da dupla, que chegou às lojas recentemente.</p>
<p>O processo de gravação do disco ficou bem abalado por causa do tratamento. <strong>Zezé</strong> confessou que teve medo. “Quando tentei cantar as músicas, a voz não vinha. Aí veio uma incerteza muito grande&#8230;”, explicou. Mas <strong>Zezé</strong> viu sua estrela brilhar e, com ela, vinha a grande reviravolta que faltava: uma sempre bem vinda superação. Pessoal, ao menos. O primeiro disco dessa nova fase de Zezé leva (mais uma vez) o mesmo nome da dupla, anunciando novos tempos e retrocedendo caminhos. Inconstante, contraditório e esquizofrênico, como uma boa diva seria e faria.</p>
<p>O disco tem início com a seguinte introdução falada por Zezé: “Os últimos anos foram os mais difíceis da minha vida. Eu estava perdendo um pouco de mim, tava perdendo a minha alegria, eu estava perdendo a minha voz. Mas Deus me deu a sabedoria pra entender que mais tenho bem pra dar, do que o mal pra tirar. Ele me fez entender e aprender que o peixe nasceu pra nadar, que o homem nasceu pra amar e que o passarinho&#8230; nasceu pra cantar”. E isso é apenas os 40 primeiros segundos do CD.</p>
<p>O que vem depois disso, bem, não é nada diferente que eu ou você já ouvimos de <strong>Zezé di Camargo e Luciano</strong>. Nada mesmo. Está tudo lá: vibratos intermináveis, cafonice e rimas memoráveis em frases como: <em>“Diz nada não/ Apenas vai pegando as minhas coisas/ E amontoando aí no chão” ou “De solidão / Eu já fiz faculdade/ E hoje sei o que é perder uma grande paixão”</em>. Se algo chama realmente a atenção para um novo nesse disco é um estranho retorno a um caipira que já desencarnou do corpo de Zezé e Luciano faz tempo&#8230; é o caso “Nóis Namora”. Ou de uma investida num forró que cairia como luva no repertório da Calcinha Preta ou da Aviões do Forró. Essa atende pela a doce alcunha de “Pelos Botecos do Brasil”. De resto, só baladas sobre encontros, despedidas, dores-de-corno e arrependimentos. Essas tantas coisas que a gente, pessoas comuns, não consegue superar. Só Zezé, que é uma diva.</p>
<p><strong>NOTA: 4</strong></p>
<p><strong>[+] <a href="http://www.revistaogrito.com/page/?p=9330">CONHEÇA UM POUCO DAS PRINCIPAIS MÚSICAS</a></strong></p>

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		<title>Entrevista: Affonso Romano de Sant’Anna</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Nov 2008 01:43:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando de Albuquerque</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>

		<category><![CDATA[Affonso Romano de Sant'Anna]]></category>

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DESCONSTRUINDO CÂNONES
Nos anos 1960, Romano de Sant&#8217;Anna participou de movimentos de vanguarda e nos anos 1970 trouxe a música popular, a poesia marginal e a literatura infanto-juvenil para dentro da universidade e desencadeou renovação teórica na área de letras. Com mais de 40 livros publicados e tendo ensinado em universidades estrangeiras e nacionais, à frente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.revistaogrito.com/page/wp-content/uploads/2008/11/affonso-romano-de-santanna.jpg" alt="Affonso Romano de Sant'anna (Foto: Divulgação)" /></p>
<p><big><strong>DESCONSTRUINDO CÂNONES</strong></big></p>
<p>Nos anos 1960, Romano de Sant&#8217;Anna participou de movimentos de vanguarda e nos anos 1970 trouxe a música popular, a poesia marginal e a literatura infanto-juvenil para dentro da universidade e desencadeou renovação teórica na área de letras. Com mais de 40 livros publicados e tendo ensinado em universidades estrangeiras e nacionais, à frente da Biblioteca Nacional (1990-1996) criou o Proler, o Sistema Nacional de Bibliotecas e programas de exportação da cultura brasileira. Sua obra tem sido objeto de teses de mestrado e doutorado. É casado com a escritora Marina Colasanti.</p>
<p><strong>Alguns artistas negaram permissão para terem obras divulgadas em seu livro, sobretudo os responsáveis por Duchamp. O que você tem a dizer sobre essa censura?</strong><br />
Sim, houveram problemas. O pintor americano <strong>Cy Twombly</strong> censurou a reprodução de <a title="clique aqui para ver uma de suas obras" href="http://www.revistaogrito.com/page/wp-content/uploads/2008/11/cy-twombly.jpg" rel="lightbox[9385]">suas obras</a> no meu livro.  Não adianta, o leitor pode ir à internet e ver o que ele quis esconder. As referidas obras estão num estudo do Barthes sobre ele, em <em>O Óbvio e o Obtuso</em>, estudo que é pura alucinação crítica de Barthes, autor que todos admiramos, mas às vezes viaja demais. Os representantes do <strong>Duchamp</strong> andaram querendo saber se o livro era contra ou a favor daquele artista&#8230; Felizmente isto foi superado.</p>
<p><strong>O que se pretende basicamente com seu novo livro?</strong><br />
Com ele estou propondo e praticando uma intervenção dos estudos linguísticos e literários no domínio da crítica e ensaistica de artes. Grande parte do que se chama arte moderna e contemporânea pretende ser arte &#8221; conceitual&#8221;. Por que não analisar tais conceitos, já que esse tipo de arte é dependente da literatura, da retórica  e da filosofia? Quando aplicamos instrumentos de análise de texto aos &#8220;manifestos&#8221; e a certas obras &#8220;conceituais&#8221; abre-se um leque fascinante. Isto desencadeia até uma reorganização de valores e de mitos. Muito autor que parece &#8221; inteligente&#8221; e &#8221; genial&#8221; não resiste a uma análise linguistica,  à uma análise do discurso.</p>
<p><strong>O que há de novo na discussão sobre essa discussão? </strong><br />
É o que pretendo ver também. Trago uma contribuição sobre a qual tenho meditado décadas e décadas e sobre   a qual fiz vários livros antes deste. Por exemplo: <em>Desconstruir Duchamp</em>, <em>Que Fazer de Ezra Pound</em> e <em>A Cegueira E O Saber</em>.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.revistaogrito.com/page/wp-content/uploads/2008/11/722936.jpg" alt="" /></p>
<p><strong>Não há obras de autores brasileiros em seu livro, porque? O que acha da crítica de artes plásticas na imprensa brasileira? </strong><br />
Resolvi ir à fonte, analisar aqueles que desencadeiam coisas  que repercutem na periferia da cultura européia e americana. Muito do que a critica de arte produz por aqui é repetição do que dizem lá fora. Praticam uma critica subalterna, presa à ideologia dominante. O maior publicitário inglês-Charles Saatchi, lança artistas ingleses, usando táticas de marketing e pronto todo mundo copia e começa a elogiar os Damien Hirst da vida. A CIA e o Departamento de Estado americano nos anos 5o e 60 exportou  a pop art e todo mundo comprou o pacote que incluia Raunschenberg, Warhol e outros. Não estou inventando. Há mais intervenção econômica e ideológica nas artes plásticas do que supõe o público. Há livros sobre isto, traduzidos até por aqui. Mas as pessoas não querem ver ou ler.</p>
<p><strong>Como a problemática da arte contemporânea chegou até você? Quando, Affonso, o poeta, chegou a se interessar por este assunto? </strong><br />
Porque sou contemporâneo e nada do que e contemporâneo me é estranho,  como diria Terêncio. Um inteletual que se preze tem que saber o que ocorre em outros dominios, da fisica quântica  à ecologia. Sou um velho frequentador de museus.Vivi por  o período das vanguardas nos anos 50 e 60. Meu livro &#8221; Barroco, do quadrado à elipse&#8221; é um exemplo da interdisciplinaridade que sempre pratiquei. É impossivel ver o Barroco da mesma maneira depois da leitura desse livro.</p>

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