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	<title>Revista O Grito! &#187; Quadrinhos</title>
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	<description>Cultura Pop Sem Contra-Indicação</description>
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		<title>Os Pequenos Guardiões ganha sequência e antologia</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 22:31:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Floro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Recomendado]]></category>
		<category><![CDATA[Os Pequenos Guardiões]]></category>

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		<description><![CDATA[David Petersen dá detalhes sobre a continuação da elogiada HQ. Série foi lançada no Brasil pela Conrad]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.revistaogrito.com/page/wp-content/uploads/2010/03/banner1.jpg" alt="" /></p>
<p>Se você já leu<em> Os Pequenos Guardiões</em> ficará mais do que feliz em saber que o autor da série anunciou dois títulos paralelos a série. Se não leu, está perdendo uma ótima HQ.</p>
<p><em>Os Pequenos Guardiões</em> é uma série da Archaia Studios Press escrita e desenhada por <strong>David Petersen</strong> que conta a história de uma colônia de ratos inteligentes que vivem na idade média em um mundo sem humanos. O primeiro arco, “Outono – 1152″, foi lançado no Brasil sob a forma de uma mini-série em 6 edições pela editora Conrad e apresentou aos leitores, além dos heróis principais – Lieam, Saxon, Kenzie e Conrad – um carismático personagem, o Machado Negro.</p>
<p>Desde sua estréia<em> Os Pequenos Guardiões</em> tem sido um fenômeno de críticas e vendas, e agora seu autor anunciou o lançamento de duas novas séries relacionados a ela: Legends of the Guards [Lendas dos Guardiões] e Black Axe [Machado Negro].</p>
<p><a href="http://revistaogrito.com/soc/2010/03/02/os-pequenos-guardioes-ganha-prequel-e-antologia/">Leia mais no blog de quadrinhos da Revista O Grito!</a></p>
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		<title>Vídeo: Homem-Aranha é demitido</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 21:09:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Floro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Homem-Aranha]]></category>

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		<description><![CDATA[Apenas mais uma conjuntura das aventuras do herói ou um reflexo da crise econômica dos jornais americanos?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na recente edição da revista <em>Amazing Spider Man,</em> que chegou às bancas dos EUA nesta quarta-feira (3), Peter Parker, alter-ego do <strong>Homem-Aranha</strong> é demitido do seu emprego de fotógrafo do Clarim Diario. O editor-chefe do jornal, J. Jonah Jameson o demite por uma manipulação de imagens feita pelo herói para salvar o editor. </p>
<p>Mas o público americano já está encarando o episódio como um reflexo da crise econômica que atinge jornais por todo os EUA. </p>
<p>Confira o vídeo abaixo</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000"  codebase="http://fpdownload.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=8,0,0,0" id="uploader" width="480" height="390" align="middle"><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="movie" value="http://tvig.ig.com.br/swf/playerFlash.swf?media=http://tvig.ig.com.br/Templates/RequestUrlPlayer.aspx?id=224788&#038;isEmbed=true" /><param name="bgcolor" value="#333333" /><param name="quality" value="high" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><embed src="http://tvig.ig.com.br/swf/playerFlash.swf?media=http://tvig.ig.com.br/Templates/RequestUrlPlayer.aspx?id=224788&#038;isEmbed=true"  quality="high" bgcolor="#333333" width="480" height="390" align="middle"  name="uploader" allowFullScreen="true" allowScriptAccess="always" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" ></embed></object></p>
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		<title>Blog traz lado bizarro das histórias da Turma da Mônica</title>
		<link>http://www.revistaogrito.com/page/2010/03/blog-traz-lado-bizarro-das-historias-da-turma-da-monica/</link>
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		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 11:48:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Floro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Maurício de Souza]]></category>
		<category><![CDATA[Turma da Mônica]]></category>

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		<description><![CDATA[Porra, Maurício tem escorregões politicamente incorretos dos personagens e também muita tiração de onda]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.revistaogrito.com/page/wp-content/uploads/2010/03/tumblr_kyof20zRhi1qbnzf6o1_500.gif" alt="" /></p>
<p>O bizarro reino dos tumblr, rede de blogs em que se preza o instantâneo e as fotos, ganhou mais um endereço ilustre. O <strong><a href="http://porramauricio.tumblr.com">Porra, Maurício</a></strong>, é o blog mais comentado no Twitter esta semana. A ideia é mostrar situações curiosas da Turma da Mônica, criadas por Maurício de Souza.</p>
<p>O blog posta diariamente tiras, prints de revistinhas da turma e também outros momentos em que os personagens realizam atos, digamos, impróprio para menores. Sem falar no na tiração de onda, com um produto ligado à crianças e que já dura 50 anos.</p>
<p>O bom de tudo isso, é que o Porra, Maurício, acabou mostrando as pinceladas de politicamente incorreto que existem nas histórias da Mônica. Não à toa, o próprio Maurício de Souza achou apenas &#8220;curiosa&#8221; a &#8220;homenagem&#8221;.</p>
<p><img src="http://www.revistaogrito.com/page/wp-content/uploads/2010/03/tumblr_kyoreuSDpu1qbnzf6o1_500.jpg" alt="" /></p>
<p>As histórias da Turma da Mônica são publicadas pela editora Panini. A Turma da Mônica Jovem, desenhada em estilo mangá é a campeã de vendas, com os personagens adolescentes.</p>
<p><img src="http://www.revistaogrito.com/page/wp-content/uploads/2010/03/tumblr_kyoflv8DQC1qbnzf6o1_500.jpg" alt="" /></p>
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		<title>Os mortos invadem os vivos no novo lançamento nacional</title>
		<link>http://www.revistaogrito.com/page/2010/03/os-mortos-invadem-os-vivos-no-novo-lancamento-nacional/</link>
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		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 02:20:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Floro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Gal Editora]]></category>
		<category><![CDATA[Invasão dos Mortos]]></category>
		<category><![CDATA[Phil Hester]]></category>

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		<description><![CDATA[Invasão dos Mortos, elogiada série de Phil Hester chega às bancas e livrarias brasileiras]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://revistaogrito.com/soc/wp-content/uploads/2010/02/banner23.jpg" alt="" /></p>
<p>Após trazer os ótimos álbuns <em>Três Dedos: Um Escândalo Animado</em> e <em>Fracasso de Público</em> ao Brasil é hora da Gal Editora fazer uma nova investida no mercado, e o faz com a obra de horror criada por Phil Hester: <strong><em>Invasão dos Mortos</em></strong>.</p>
<p>Tendo sido lançada inicialmente pela Image Comics em 2005 e posteriormente migrado para a Desperado Publishing, The Atheist (algo como O Ateu) é uma série protagonizada por Antoine Sharp, um homem “dedicado a extirpar qualquer doença que infeste a raça humana, mesmo que isso mate o paciente“, conforme foi descrito pelo criador da série, Phil Hester.</p>
<p>No Brasil a primeira aventura de Sharpe será publicada pela Gal Editora sob o título de <em>Invasão dos Mortos</em>, escrita por Hester (<em>Arqueiro Verde: Espírito da Flecha</em>) e desenhada por John McCrea (Hitman).</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/g0naauVCe_8&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/g0naauVCe_8&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><a href="http://revistaogrito.com/soc/2010/02/24/os-mortos-invadem-os-vivos-no-novo-lancamento-nacional/">Leia mais no blog de quadrinhos da Revista O Grito!</a></p>
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		<title>Rafael Grampá fala de seu novo projeto</title>
		<link>http://www.revistaogrito.com/page/2010/03/rafael-grampa-fala-de-seu-novo-projeto/</link>
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		<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 22:55:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Floro</dc:creator>
				<category><![CDATA[- Coluna 4]]></category>
		<category><![CDATA[Quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Rafael Grampá]]></category>

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		<description><![CDATA[Quadrinhista brasileiro deu mais detalhes sobre sua nova obra, Furry Water. Veja imagens da HQ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.revistaogrito.com/page/wp-content/uploads/2010/03/grampá.jpg" alt="" /></p>
<p>Quem acompanha a <strong>Revista O Grito!</strong>, através de seu blog, <strong>SOC</strong>, sabe que o autor de <em>Mesmo Delivery</em>, Rafael Grampá, vem trabalhando em uma nova e misteriosa HQ que será publicada pela Dark Horse. Nesta semana novas informações surgiram sobre seu novo trabalho.</p>
<p>Com o recente lançamento de Mesmo Delivery nos EUA através da Dark Horse, Grampá conversou com o Comic Book Resourses sobre sua carreira e na entrevista surgiram mais informações sobre seu novo trabalho.</p>
<p>Furry Water &amp; The Sons of the Insurrection (Furry Water &amp; Os Filhos da Insurreição) será uma mini-série em 6 partes escrita pelo roteirista amazonense Daniel Pellizzari e desenhada pelo próprio Grampá e também será publicada pela Dark Horse.</p>
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		<title>Novo trabalho de Barry Windsor-Smith resgata história inédita do Hulk de 1984</title>
		<link>http://www.revistaogrito.com/page/2010/03/novo-trabalho-de-barry-windsor-smith-resgata-historia-inedita-do-hulk-de-1984/</link>
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		<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 22:50:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Floro</dc:creator>
				<category><![CDATA[- Coluna 3]]></category>
		<category><![CDATA[Quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Barry Windsor-Smith]]></category>
		<category><![CDATA[Hulk]]></category>

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		<description><![CDATA[Autor conhecido por clássicos dos quadrinhos vai escrever e desenhar sua série Monsters, com mais de 300 páginas]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.revistaogrito.com/page/wp-content/uploads/2010/03/hulk.jpg" alt="" /></p>
<p><strong>Barry Windsor-Smith</strong> está concluindo <em>Monsters</em>, sua mais recente graphic novel, com aproximadamente 300 páginas e que deveria ter sido uma história do Hulk nos anos 80.</p>
<p>Em 1985 foi introduzido na cronologia de Bruce Banner um fato que explicaria melhor sua relação com o Hulk. Na história “Monstro” apresentada em The Incredible Hulk nº312 (no Brasil, O Incrível Hulk nº63, ed. Abril, 1988) o roteirista Bill Mantlo revelou que Bruce teve uma infância traumática devido aos abusos e à violência de seu pai. O tema, porém, já havia sido proposto por Barry Windsor-Smith (Wolverine: Arma X e Conan) para a Marvel em 1984.<br />
<a href="http://revistaogrito.com/soc/2010/03/01/novo-trabalho-de-barry-windsor-smith-resgata-historia-do-hulk-de-1984/"><br />
Leia mais no blog de quadrinhos da Revista O Grito!, SOC.</a></p>
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		<title>Novo volume da HQ Preacher chega às livrarias</title>
		<link>http://www.revistaogrito.com/page/2010/03/novo-volume-da-hq-preacher-chega-as-livrarias/</link>
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		<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 21:46:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Floro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Preacher]]></category>

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		<description><![CDATA[Cruzem os dedos. Agora faltam apenas dois volumes para o final da série, mais de dez anos depois de chegar ao Brasil]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.revistaogrito.com/page/wp-content/uploads/2010/03/preachersalvacao.jpg" alt="" /></p>
<p>Chegou às livrarias o novo volume da série<strong> <em>Preacher</em></strong><em>.</em> Escrita por Garth Ennis e desenhada por Steve Dillon, é um dos títulos mais famosos do selo norte-americano Vertigo, da DC Comics. O Brasil ainda aguarda o final da história.</p>
<p>A iniciativa da Panini de continuar a série de onde a antiga editora, a falida Pixel, parou, faz os fãs cruzarem os dedos. Agora, faltam apenas dois volumes para o final. Este volume faz parte de uma estratégia da editora de atacar nas livrarias. Vale ressaltar apenas o preço salgado: R$ 62.</p>
<p>A elogiada série mostra as aventuras do pastor Jesse Custer em busca de Deus, que abandonou a humanidade. Ele é acompanhado do vampiro Cassidy e de uma garota chamada Tulipa. Extremamente violenta, a série conseguiu fãs desde que chegou ao Brasil em 1997.</p>
<p>Desde então, já passou por diversas editoras, com tratamentos editoriais diversos. A última foi a Pixel, que lançou dois volumes.</p>
<p><em>Preacher &#8211; Salvação </em>reúne as edições 41 a 50 da revista original, tem capa dura, 260 páginas e custa R$ 62</p>
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		<title>HQ indie Mondo Urbano ganha edição nos EUA</title>
		<link>http://www.revistaogrito.com/page/2010/02/hq-indie-mondo-urbano-ganha-edicao-nos-eua/</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Feb 2010 01:17:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Floro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Mateus Santolouco]]></category>
		<category><![CDATA[Mondo Urbano]]></category>

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		<description><![CDATA[Série em quadrinhos nacional será lançada como uma Graphic Novels pela Oni Press]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.revistaogrito.com/page/wp-content/uploads/2010/02/mondo_urbano_vol1.jpg" alt="" /></p>
<p>O projeto Mondo Urbano, uma trilogia em quadrinhos nacional feita por <strong>Mateus Santolouco, Rafael Albuquerque</strong> e <strong>Eduardo Medeiros</strong> ganhará edição nos EUA. Será publicado como uma série de Graphic Novels pela editora norte-americana Oni Press (a mesma de Whiteout e Scott Pilgrim, entre outras).</p>
<p>A HQ será publicada como uma série de Graphic Novels. O primeiro irá compilar as revistas <em>Powertrio, Cabaret</em> e <em>Encore</em>, além de material extra. As obras foram publicadas originalmente como edições independentes no Brasil, no formato revista.</p>
<p>A HQ sai nos EUA em maio. Resta saber quando uma editora brasileira se interessará em lançar o encadernado.</p>
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		<title>Brian Bendis fala sobre reformulação nos Vingadores</title>
		<link>http://www.revistaogrito.com/page/2010/02/brian-bendis-fala-sobre-reformulacao-nos-vingadores/</link>
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		<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 13:50:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Floro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Era Heróica]]></category>
		<category><![CDATA[Marvel]]></category>
		<category><![CDATA[Vingadores]]></category>

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		<description><![CDATA[Marvel busca se re-inventar com mudança drástica em seus principais super-heróis]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.revistaogrito.com/page/wp-content/uploads/2010/02/banner20.jpg" alt="" /></p>
<p>Em abril inicia-se uma nova era para a Marvel, mas principalmente para os Vingadores. Em vias de ser iniciada a Era Heróica o escritor <strong>Brian Michael Bendis</strong> explicou quais são seus planos para “Os Maiores Heróis da Terra”.</p>
<p>Antes de entrar a Era Heróica o escritor irá encerrar toda a trama que iniciou em Vingadores: A Queda, que perdurou por quase 6 anos e terá sua conclusão em New Avengers: Finale (Novos Vingadores: Finale), imediatamente após Siege #4.</p>
<p>Há algumas semanas a Marvel divulgou quem estará na equipe inicial dos Vingadores que será apresentada em Avengers #1, na qual veremos a primeira história do grupo após a derrota de Norman Osborn. No entanto, imediatamente após afirmar que Capitão América, Thor, Homem de Ferro, Mulher-Aranha e Gavião Arqueiro farão parte do time a editora começou a lançar uma série de imagens misteriosas mostrando possíveis novos membros.</p>
<p><a href="http://revistaogrito.com/soc/2010/02/22/brian-michael-bendis-fala-sobre-os-vingadores/">Leia mais no blog de quadrinhos da Revista O Grito!</a></p>
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		<title>Macanudo 2</title>
		<link>http://www.revistaogrito.com/page/2009/11/macanudo-2/</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 01:30:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Germano Rabello</dc:creator>
				<category><![CDATA[- Coluna 7]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Liniers]]></category>
		<category><![CDATA[Macanudo]]></category>

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		<description><![CDATA[Porque são muitos os personagens de Macanudo]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.revistaogrito.com/page/wp-content/uploads/2009/11/macanudo1.jpg" alt="" /></p>
<p><strong>A POPULAÇÃO DE LINIERS</strong><br />
<em>Por entre seus personagens , autor argentino vai contando sonhos e desamores de gente comum </em><br />
Por Germano Rabello<br />
<strong>MACANUDO VOL. 2</strong><br />
Liniers (texto e arte)<br />
[Zarabatana, 164 págs, R$ 39]</p>
<p>Existem centenas de personagens em <strong><em>Macanudo</em></strong>, HQ do argentino Liniers, mas muitas vezes eles só aparecem por uma tira e depois somem para sempre. Pessoas de nomes incomuns, Marsílio, Graciliano, Sepúlveda. Estas tiras tem sempre idéias bem sacadas, via de regra mais originais do que as tiras que envolvem a menina e seu gato (Enriqueta e Fellini, voltaremos a eles mais tarde). Existem também personagens secundários que aparecem com frequência. “Oliverio, a azeitona” é um dos melhores. A vaca cinéfila é muito boa também. O senhor que traduz os nomes dos filmes, então! Sem falar em dúzias inominadas de pingüins e duendes que são a fauna favorita do autor.</p>
<p>Bom, melhor tentar organizar as coisas. Enriqueta e Fellini são por assim dizer, os personagens principais da tira, os mestres de cerimônia que frequentemente cedem seu espaço a outras criações de Liniers. Uma menina e seu gato. E todos nós sabemos que uma criança e seu animal de estimação é o formato mais testado e aprovado, mais old school para uma tira de quadrinhos. Então, não é surpresa para o grande fã de Schulz e do Charlie Brown, esse núcleo principal da tira soe como uma diluição chatinha desse formato. Mas claro que se pode ser feito algo de bom com isso. O que não impede milhares de fãs da tira de acharem que estou falando a maior besteira do século.</p>
<p>Vamos aprofundar a análise: existe esse aspecto meio antiquado desses personagens (quase) principais, convivendo com esta enxurrada de personagens que dizem um oi e vão embora para sempre – que é uma característica muito presente nas tiras contemporâneas, um certo descaso com os personagens. Logo, <em>Macanudo</em> representa um caso interessante de hibridismo dessas características.</p>
<p>E isso tudo tem um clima. Liniers aposta em situações insólitas, com um humor fino, não agressivo&#8230; Saudável? Um contraponto a uma tira como <em>Os Malvados</em>, do André Dahmer. O humor de Liniers não veio pra ofender, veio pra encantar, fazer você dar um sorriso, em paz. E isso é quase uma ofensa para estes tempos cínicos e niilistas.</p>
<p>Nessa brincadeirinha, o argentino Liniers tá chegando longe. Esta é a segunda coletânea dele em terras brasileiras, pela editora Zarabatana. E já foi anunciada pela editora uma terceira coleção das tiras. Um sucesso no mercado brasileiro que é bastante incomum para as Hqs do seu país, ainda pouco divulgadas por aqui (com exceção de Quino e Maitena). A edição é bem cuidada, bonita, no melhor estilo da Zarabatana que tem feito um trabalho muito bacana com quadrinhos alternativos.</p>
<p><strong>NOTA: 8,0</strong></p>
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		<title>Especial Vampiros: Vampiro A Mascara</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 21:27:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Floro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Mark Hein-Hagen]]></category>
		<category><![CDATA[Vampiro: A Máscara]]></category>
		<category><![CDATA[Vampiros]]></category>

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INTERPRETANDO A CRUELDADE
 Jogos de RPG como Vampiro: A Máscara e Trevas eram tenebrosa diversão para adolescentes menos impressionáveis numa era pré-Crepúsculo
Quando todo mundo jogava dados em jogos de RPG para matar dragões, kobolds e goblins e colecionar pontos de experiência, um outro grupo menos nerd e mais adulto estava interessado nas possibilidades interpretativas do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.revistaogrito.com/page/wp-content/uploads/2009/11/vampiroamascara.jpg" alt="" /></p>
<p><strong><big>INTERPRETANDO A CRUELDADE</big></strong><br />
<em> Jogos de RPG como Vampiro: A Máscara e Trevas eram tenebrosa diversão para adolescentes menos impressionáveis numa era pré-Crepúsculo</em></p>
<p>Quando todo mundo jogava dados em jogos de RPG para matar dragões, kobolds e goblins e colecionar pontos de experiência, um outro grupo menos nerd e mais adulto estava interessado nas possibilidades interpretativas do passatempo. Reunidas por um narrador (nova alcunha para o &#8220;mestre&#8221; do jogo), jogadores de <em><strong>Vampiro: A Máscara</strong></em> inovaram os rumos que o RPG, jogo que foi coqueluche entre adolescentes (ou nem tanto) no final da década dos 90 e início dos 00. Agora, valia mais à pena ter poder e influência do que simplesmente pilhar e matar. Foi também por essa época que as meninas, geralmente ojerizadas pela atividade tomaram gosto pela brincadeira.</p>
<p>Criado pelo misterioso <strong>Mark Rein·Hagen</strong>, <em>Vampire:The Masquerade</em>, como era no original inaugurou um universo que faria bastante sucesso depois, conhecido como Mundo das Trevas. Ele também inovou na jogabilidade, conferindo &#8220;pontos de interpretação&#8221;. Era mesmo um passatempo sofisticado e muitos pais chegaram a se assustar com o nível de envolvimento que os filhos dispensavam. Neste universo, os vampiros descendiam de Caim, personagem bíblico que assassinou o irmão Abel. Daí porque os vampiros também são chamados de &#8220;cainitas&#8221;. A capacidade criativa de Hagen em contar séculos de histórias em detalhes e inúmeras referências só não é maior que sua pesquisa.</p>
<p>Utilizando diversas fontes literárias, o jogo contava a história de duas facções inimigas, a Camarilla, de vampiros que preferiam viver em paz com os humanos, para assim tirar vantagens e o Sabá, de inescrupulosos. Cada um, tinha diversos clãs, cada um com suas características. Somados aos poderes, o jogador tinha inúmeras possibilidades de criar seu personagem. Como mexia com conceitos e assuntos delicados, como a morte, a experiência em jogar mexia com muita gente. Basta dizer que, para se tornar um vampiro, o personagem (no caso, você) precisaria morrer, ter seu sangue totalmente sugado e depois ressuscitaria pelo sangue imortal de um vampiro. Quanto mais novo, mais fraco. A série foi descontinuada em 2004, mas fãs ainda jogam os diversos cenários adjacentes que pegaram carona no sucesso da série, entre elas <em>Mago: A Ascenção e Lobisomon: O Apocalipse</em>. Sem falar nas suas encarnações eletrônicas, sobretudo no PC, em jogos em rede.</p>
<p>No Brasil, o jogo <em><strong>Trevas</strong></em>, escritor por <strong>Marcelo Del Debbio</strong> foi ainda mais radical. Baseou todo o universo apenas em pesquisas e estudos. Os vampiros aqui seguem lendas europeias e orientais, destoando do clássico imaginado por Anne Rice e que deu origem a praticamente todas as encarnações vampíricas nas artes. Imortal e morto-vivo, os vampiros aqui, assim como as lendas dos povos podem ter rabo de serpente, corpos disformes, vários braços e cabeças de diversos animais. Mais tenebrosa que qualquer RPG feito nos EUA, Trevas teve problemas até mesmo com a justiça, <a href="http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/imprimir.asp?cod=333FDS005">já que jovens foram acusados de bruxaria e satanismo</a> num evento envolvendo a morte de uma pessoa durante uma partida. Hoje o absurdo de tal (des)informação da mídia parece não mais fazer eco, mas os vampiros desses jogos ainda não voltaram com o mesmo sucesso de antes.</p>
<p><strong>Stephanie Meyer</strong> ficaria horrorizada, muito provavelmente com o mundo &#8220;vida real&#8221; desses sanguesugas nada amistosos. [<strong>Paulo Floro</strong>]</p>
<p><strong>[+] &#8211; LEIA O ESPECIAL VAMPIROS</strong></p>
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		<title>Predadores e os vampiros nos quadrinhos</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 20:39:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Floro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Quadrinhos]]></category>

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SEXO E SANGUE
 Predadores retoma concepção clássica dos vampiros, mas participação desses personagens nas HQ&#8217;s é extensa e antiga
A Devir completou a coleção Predadores, escrita pelos italianos Jean Dufaux e Enrico Marini. A série conta a história de vampiros e sociedade secretas milenares, envolta numa conspiração que inclui ainda dois detetives num jogo de sedução. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://umblogescondido.files.wordpress.com/2008/12/rapaces.jpg" alt="" /></p>
<p><strong><big>SEXO E SANGUE</big></strong><br />
<em> Predadores retoma concepção clássica dos vampiros, mas participação desses personagens nas HQ&#8217;s é extensa e antiga</em></p>
<p>A Devir completou a coleção <strong><em>Predadores</em></strong>, escrita pelos italianos <strong>Jean Dufaux</strong> e <strong>Enrico Marini</strong>. A série conta a história de vampiros e sociedade secretas milenares, envolta numa conspiração que inclui ainda dois detetives num jogo de sedução. Numa Nova York gótica, a raça humana está em vias de extinção e a aparição de um misterioso assassino vampiresco causa uma reviravolta na trama. Lançado em 2003 pela Dargaud, na Europa, a série fez um enorme sucesso e só agora, com vampiros <em>saindo pelo ladrão</em> na cultura pop chega ao Brasil.</p>
<p><em>Predadores</em> retoma uma tradição vampiresca mais clássica e até mesmo conservadora. Sedutores, belos, elegantes, exalando sexo e sofisticação, eles estão presentes nos principais círculos de poder. Desinteressados pela moral ou mesmo sentimentos humanos, veem as populações das cidades como gado, comida. Aqui, não há espaço para romances interespécies, a não ser para motivos puramente sexuais. O mito do vampiro aqui é utilizado como mote para uma saga erótica, coisa que os sanguessugas sempre estiveram ligados seja na literatura ou mesmo no cinema. Até mesmo Crepúsculo, com um enredo celibatário e repressor coloca o sexo como centro das inquietações dos personagens, mesmo que subjetivo.</p>
<p>Fetichistas, os dois irmãos vampiros de <em>Predadores</em> abusam do couro vermelho, saltos altíssimos, visual extravagante, como se estivessem saídos de um clube sadomasoquista. Por mais que os clichês gritem, o texto de Jean Dufaux contextualiza tais personagens como seres desconectados do tempo, antiquados, lutando contra um novo panorama que se avizinha no mundo. Com isso, ele subverte outro lugar-comum, que é o ser imortal que vive na esteira da modernidade, das inovações. O que os irmãos fazem bem é matar e trepar, como exímios predadores do topo da cadeia alimentar, mesmo que esse reinado esteja cada vez mais ameaçado.</p>
<p>Os desenhos, seguindo a escola europeia liderada por Milo Manara pesa a mão nas cenas picantes, nos corpos perfeitos &#8211; nenhuma mulher tem pernas gigantes como aquelas &#8211; e nas cenas de combate, decapitações, mutilações e esquartejamentos. É uma experiência por vezes chocante, mas na verdade, Enrico Marini, artista e Dufaux utilizaram uma narrativa por demais conservadora, mas que funciona bem. É cinematográfica, como um thriller, mas sem inovações de estilo.</p>
<p><strong>Através do tempos</strong><br />
Mesmo quem não lê quadrinhos, sabe que esse é o meio onde os vampiros mais se sentiam à vontade, depois do cinema. Desde <strong>Zé Vampyr</strong>, da Turma do Penadinho, que dá expediente nas revistinhas da Turma da Mônica até <strong>Vampirella</strong>, que, mesmo praticamente inédita por aqui fez muito sucesso entre os marmanjos. Com diversos mitos vampirescos disponíveis, os autores adaptavam à vontade origens e características dos sanguessugas e cada um a seu modo conseguiram algum sucesso. Atualmente, a Panini lançou a HQ mensal de <em>Buffy &#8211; A Caça Vampiros</em>, baseada no famoso seriado de TV dos anos 1990.</p>
<p>Parece claro que Buffy voltou às bancas para pegar carona no sucesso de <em>Crepúsculo</em>, mas na década passada, vampiros eram comuns nas HQ&#8217;s, mesmo sem nenhum fenômeno midiático. O mais famoso deles, Drácula já chegou a estrelar várias sagas contra os super-heróis Marvel, publicados por aqui em saudosos almanaques da editora Abril. O mais famoso teve roteiro de <strong>Marv Wolfman</strong>, em 1970. Mais tarde, uma não muito feliz volta colocou o conde para lutar contra o vilão apocalipse, dos X-Men. A Dark Horse, editora de personagens como Hellboy chamou Wolfman e Gene Colan para uma minissérie em 1998, <em>The Curse Of Dracula</em>.</p>
<p>Chamado de &#8220;Osama Bin Laden dos vampiros&#8221;, a Image Comics (Gen 13, Spawn), relançouu o mito em 2003 com <em><strong>Sword Of Dracula</strong></em>, mas a série não fez muito sucesso. Ele seria utilizado como coadjuvante em outras séries e histórias da editora. Já Batman, encontrou o famoso vampiro em suas histórias alternativas do &#8220;Túnel do Tempo&#8221;. Criado em 1897 num romance de Bram Stocker, Dracula é ainda hoje ícone entre os vampiros ocidentais e referência para criação de qualquer produto relacionado a sugadores de sangue.</p>
<p>O mais famoso personagem em quadrinhos recentes que representa a classe vampírica é Cassidy, presente na HQ <em>Preacher</em>. Politicamente incorreto, beberrão, ele segue a garota Tulipa e seu namorado padre pelos EUA em busca de vingança contra Deus. Criação de <strong>Garth Ennis</strong>, a série é hiper-violenta e foi um dos maiores sucessos da Vertigo quando lançada. Depois de diversas editoras, ainda permanece inédita no Brasil, mas a Panini já prometeu concluir.</p>
<p>No Brasil, <strong>Mirza</strong> é a vampira mais famosa. Criada por Eugênio Colonnese para revistas baratas de terror dos anos 1970, ela é anterior à Vampirella, norte-americana mais conhecida. Ainda não teve o devido reconhecimento no país, tendo apenas algumas histórias publicadas pela editora Sampa, em papel jornal e péssima edição. Suas aventuras se baseavam em um roteiro erótico e muito modorrento, mas hoje é inegável seu valor histórico para as HQ&#8217;s nacionais. Já Vampirella também não logrou êxito. Nem sua tentativa de inserção no Universo DC deu muito certo. Sendo vendida como uma das gostosas no boom do gênero popozuda nos anos 90, Mulher-Gato e outras acabaram fazendo mais sucesso.</p>
<p>Outras experiências em diversas editoras já aconteceram em todos esses anos, e não deixarão de acontecer. Como histórias de máfia e western, vampiros começam a nova década como um gênero.</p>
<p><strong>PREDADORES VOLS 3 E 4</strong><br />
Jean Dufaux (texto) e Enrico Marini (arte)<br />
[Devir, 64 págs, R$ 29,90]</p>
<p><strong>NOTA: 7,0</strong><br />
<strong>[+] &#8211; VEJA O ESPECIAL VAMPIROS COM TEXTO DE LUÍZA LUSVARGUI</strong></p>
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		<title>+ Quadrinhos: Peanuts, Courtney Crumrin e Metabarões</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 19:03:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Floro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[A Casta dos Metabarões]]></category>
		<category><![CDATA[Charles M. Schulz]]></category>
		<category><![CDATA[Moebius. Alejandro Jodorowski]]></category>
		<category><![CDATA[Peanuts]]></category>

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		<description><![CDATA[Brasileiro vai finalmente conhecer a fundo a turma do Charlie Brown]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.revistaogrito.com/page/wp-content/uploads/2009/11/+hq_peanuts.jpg" alt="" /></p>
<p><strong><big>SNOOPY PERDE SEU POSTO</big></strong><br />
<em>Conhecidos no Brasil pelo famoso cachorro, tiras completas de Peanuts revela sofisticado humor da turma de Charlie Brown, criado por Charles Schulz</em></p>
<p><strong>PEANUTS COMPLETO: TIRAS DIÁRIAS E DOMINICAIS DE 1950 a 1952</strong><br />
Charles M. Schulz (texto e arte)<br />
[L&#038;PM, </p>
<p>Faltava no Brasil um olhar especial a uma das mais importantes - e famosas - obra dos quadrinhos. Peanuts, chamado aqui no Brasil de Charlie Brown, Minduim e logo depois apenas Snoopy foi uma das primeiras tiras a conseguir alcançar um público mais maduro que conseguia perceber a pegada metafísica de Charles M. Schulz, criador da série. O escritor Umberto Eco vaticinou e acabou presente na edição, afirmando que o mundo de Peanuts era um microcosmo, uma pequena comédia humana. </p>
<p>Aqui no país, a série ainda é pouco conhecida, apesar de ser publicada há mais de 50 anos. Icônicamente, são bastante difundidos, sobretudo após um comercial de shampoo que o personagem Snoopy estrelou nos anos 1990. Mas o universo, as desventuras, e o humor sutil, que alguns chamam de intelectualizado nunca tiveram grande aceitação. Morto em 2000, Schulz ainda se faz presente no mundo todo e é bem provável que esse relançamento o faça ainda mais famoso - e rico - mesmo após morto. São mais de 350 milhões de livros vendidos no mundo todo e mais de 75 países que ainda publicam as tiras em mais de 2600 jornais. Sem falar das marcas licenciadas. </p>
<p>Pela primeira vez compiladas em ordem cronológica, este Peanuts ganha edição luxuosa pela L&#038;PM, editora que parece recuperar o fôlego nos lançamentos em quadrinhos. A diferença da edição original é que a capa é cartonada e não dura, mas os extras, com entrevista com o autor se mantém. Estão planejados ainda mais 25 livros até o término da coleção. Obrigatório, mesmo com o salgado preço. [<strong>Paulo Floro</strong>]<br />
<strong>NOTA: 9,0</strong></p>
<p><strong>COURTNEY CRUMRIN E O PACTO DOS MÍSTICOS</strong><br />
Ted Naifeh (texto e arte)<br />
[Devir, 210 págs, R$ 20,90]</p>
<p>Lançado nos EUA pela editora Oni Press, a Devir lança por aqui o segundo volume da saga da garotinha Courtney Crumrin, neta do poderoso bruxo Aloísius. Esta história é ainda melhor que a primeira e reforça a personalidade da protagonista, que diferentemente de outras heroínas infanto-juvenis não segue a moral intacta, inabalável. Falível, chega a planejar vinganças sofisticadas. Nesta aventura, ela entra numa poderosa investigação envolvendo as criaturas da noite e seu tio. O autor Ted Naifeh ainda não é nenhum figurão dentro da indústria dos quadrinhos norte-americanos, mesmo com a indicação para o Eisner pela série, mas vem angariando numerosos fãs. A edição da Devir segue o padrão de seus lançamentos menos famosos, mas cumpre bem seu papel. Fora do hype, Courtney Crumrin é despretensiosa surpresa.<br />
<strong>NOTA: 6,5</strong></p>
<p><strong>A CASTA DOS METABARÕES &#8211; TOMO DOIS</strong><br />
Alejandro Jodoroswki (texto) e Juan Gimenez(arte)<br />
[Devir, 152 págs, R$ 49]</p>
<p>É espantosa a capacidade inventiva do chileno Alejandro Jodorowski. Escritor prolífico, ele é um dos nomes mais importantes em diversas áreas, mas é nas HQ&#8217;s que seu mito foi mais popularizado. Autor da famosa série O Incal, feita em parceria com Moebius, publicada aqui pela Devir, ele também é cineasta, roteirista, ator, produtor, compositor, mímico, teólogo e psicomago, seja lá o que isso signifique. Neste livro, que ainda continua em mais dois volumes, ele conta a história dos Metabarões, um dos personagens coadjuvantes de O Incal, que aqui ganha uma mitologia rica. Fica a impressão de que o autor poderia criar infinitos universos a partir de referências mínimos de seus livros. Poderosa saga de ficção científica, com arte de Juan Gimenez, A Casra dos Metabarões fala de uma poderosa dinastia, retomando os romances familiares, só que com uma roupagem cyberpunk. Com diálogos e tramas intricadas, a saga está mais para Cem Anos de Solidão, de García Marquez que um Star Wars qualquer.<br />
<strong>NOTA: 9,0</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>O Gênesis de Crumb</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 01:35:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Floro</dc:creator>
				<category><![CDATA[- Coluna 1]]></category>
		<category><![CDATA[Quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Gênesis]]></category>
		<category><![CDATA[Robert Crumb]]></category>

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		<description><![CDATA[Bastidores da HQ mais importante do ano]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.revistaogrito.com/page/wp-content/uploads/2009/11/Genesis-4812.jpg" alt="" /></p>
<p><strong><big>CONTROVERSA CRIAÇÃO DO MUNDO</big></strong><br />
<em>Famoso autor de quadrinhos, ícone da contracultura, Robert Crumb ilustra o Gênesis e causa polêmica ao retratar fielmente o Deus das escrituras sagradas: cruel, tribal, patriarcal e genocida</em><br />
Por <a href="mailto:paulo@revistaogrito.com">Paulo Floro</a>, <strong>editor da Revista O Grito!</strong></p>
<p>Alardeado como uma das maiores obras dos quadrinhos já feita, <em><strong>Gênesis</strong></em>, do quadrinhista americano <strong>Robert Crumb</strong> ganhou o adjetivo de &#8220;monumental&#8221; e movimentou a mídia mundial. Trata de uma adaptação para as HQ&#8217;s do livro da Bíblia que conta a origem do mundo e os primeiros passos da Humanidade na Terra, segundo as escrituras. O livro teve lançamento mundial e ganhou por aqui uma luxuosa edição da Conrad. O que chama atenção é a proposta radicalmente realista de Crumb, ícone da contracultura, atualmente com 66 anos e morando na França. O Deus em seus traços é carregado de raiva, de cabelos e barbas longuíssimas. Cada trecho do <strong>Gênesis</strong> foi reproduzido fielmente, sem pormenorizar trechos mais crueis, como os dois genocídios cometidos pelo Todo-Poderoso, um durante o Dilúvio que se abateu sobre a Terra e outro quando derramou uma chuva de fogo e enxofre nas cidades de Sodoma e Gomorra. Sem falar nos incestos, sacrifícios e misoginia. &#8220;Eu não acho que o Gênesis seja um lugar ideal para se procurar por moral e espiritualidade&#8221;, afirmou Crumb em entrevista à agência internacional AP.</p>
<p>Polêmico, o autor preferiu não fazer interpretações próprias do livro, mas teve consciência de que seu trabalho iria incomodar muitos religiosos. Numa das conversas que teve para promover a obra no Brasil, ele disse à jornalista <a href="http://www.cartacapital.com.br/app/coluna.jsp?a=2&amp;a2=5&amp;i=5168" target="_blank">Rosane Pavam</a> que dos judeus ortodoxos ele aguarda a repulsa por ter reproduzido a imagem de Deus. Dos cristãos fundamentalistas, ele espera pelo pior por conta de sua obediência ao texto, muitas vezes modificado, das escruturas. O autor utilizou a tradução recente de Robert Alter e, no decorrer do livro, existem diversas referências e anotações, fruto de muita pesquisa e estudo de Crumb para fazer a obra.</p>
<p>Conhecido por seus trabalhos underground recheados de sexo e drogas, entre eles o gato Fritz e Mr. Natural, causa espanto a fidelidade e por não dizer respeito que o autor teve ao adaptar. Na introdução, chega a se desculpar por ofender os religiosos que lerem o livro. Sua grande sacada é mostrar que, sem escárnio, bastou reproduzir o livro bíblico fielmente para deixar explícito as contradições e idiossincracias que aos nossos olhos, hoje, soam repulsivas. Como contextualizar um Deus tão vaidoso e genocida nas religiões atuais, que, ao menos no discurso pregam justamente o contrário? Desenhando esses acontecimentos, Crumb leva o leitor ao susto diversas vezes. Seu traço está mais contido, menos deformado, mas sem arroubos, ele apresenta um mundo onde Deus age de forma intempestiva, por vezes histérica e extremamente patriarcalista. Está tudo na Bíblia dos cristãos e na Torá dos judeus.</p>
<p>&#8220;Se minha interpretação literal e visual do Gênesis ofende alguns leitores, em minha defesa só posso dizer que me aproximei dele como um trabalho meramente ilustrativo, sem intenção de ridicularizar nada nem fazer brincadeiras visuais&#8221;, se defende o autor, na introdução da obra. Ateu, Crumb disse que se dedicou a estudar o Gênesis e seus comentários a cada capítulo são fontes importantes para entender como era o pensamento na época em que aqueles textos foram escritos. &#8220;É muito primitivo&#8221;, afirmou. O projeto foi iniciado em 2005 e só no início deste ano ficou pronto.</p>
<p>No Brasil, os evangélicos e católicos não se manifestaram quanto ao lançamento. Mais por ignorância do que qualquer outra coisa. Mas com certeza não seria a obra ideal para apresentar aos fieis. No entanto, por aqui, a capa foi modificado, optando por um preto mais sóbrio, em oposição à capa original que mostra Adão e Eva sendo expulsos do Éden. A opção teve como intuito conter as reações negativas por parte dos evangélicos.</p>
<p><img src="http://www.revistaogrito.com/page/wp-content/uploads/2009/11/crumb_cha.jpg" alt="" /><br />
<sup>Crumb e sua mulher Aline, na residência do casal, no sul da França (Foto: Divulgação)</sup></p>
<p><strong>Força editorial</strong><br />
Tido como um dos mais importantes artistas do século 20, Crumb conseguiu reunir bastante mídia para o seu Gênesis. Para começar, foi feito um lançamento mundial em mais de 12 países, Brasil incluso. Com isso, a obra ganhou um status há muito não alcançado por uma HQ. Talvez nem Will Eisner (<em>Spirit, O Edifício, Avenida Dropsie</em>), um dos autores mais lembrados pela cultura popular quando o assunto é quadrinhos.</p>
<p>Meses antes, uma das revistas mais influentes dos EUA, a New Yorker &#8211; da qual Crumb é colaborador &#8211; publicou trechos do Gênesis. O retorno foi grande, o que gerou grande burburinho em sites especializados e até na grande imprensa. No Brasil, a revista piauí deu capa e reproduziu trechos do livro em suas páginas. Nos EUA, Gênesis é a HQ mais vendida segundo o jornal New York Times, em primeiro lugar desde a semana passada.</p>
<p>Nascido em 1943, na Filadélfia, Crumb mora desde 1991 na França, ao lado de sua mulher Aline Kominsky, também cartunista. Neste auto-exílio, o autor passa a maior parte do tempo ouvindo discos antigos e lendo bastante. Mesmo após 18 anos no país, ele ainda não sabe falar francês e sai pouco de casa. Nos últimos anos tem se dedicado integralmente aos desenhos. Além do Gênesis, tem feito histórias curtas para revistas como a New Yorker em parceria com Aline e recentemente topou fazer um projeto para a revista de moda e comportamento <strong>W</strong>, <a href="http://www.wmagazine.com/artdesign/2009/11/r_crumb#slide=15">onde contou a trajetória feminina através dos séculos</a>. Em uma série de paineis, ele retratou desde as mulheres nos tempos das cavernas até a soldado Lyndee England, que torturava prisioneiros no Iraque, em 2003.</p>
<p>Atualmente, Gênesis ganhou uma exposição no Hammer Museum, em Los Angeles, com todas as páginas dos 50 capítulos do livro. Depois de anos curtindo seu exílio, Crumb lida agora com a boa repercussão de seu livro e com as novas tecnologias que lhe batem a porta. Quem duvida vermos Crumb em iphones e e-readers em breve?</p>
<p><a href="http://www.revistaogrito.com/page/?p=15536"><strong>[+]</strong> &#8211; CRÍTICA DE GÊNESIS ILUSTRADO POR ROBERT CRUMB</a><br />
<a href="http://www.revistapiaui.com.br/edicao_36/artigo_1141/O_Genesis.aspx"><strong>[+] &#8211; LEIA UM TRECHO DO LIVRO</strong></a><strong><br />
<a href="http://www.revistaogrito.com/page/?p=15532"><strong>[+] &#8211; </strong>VÍDEO: VEJA O PROCESSO DE IMPRESSÃO DA EDIÇÃO NACIONAL DO GÊNESIS</a><br />
<a href="http://www.revistaogrito.com/page/?p=15537">[+] &#8211; VÍDEO: ROBERT CRUMB FALA SOBRE O LANÇAMENTO </a></strong></p>
<p><em>Paulo Floro é jornalista e crítico de quadrinhos</em></p>
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		<title>ZDM &#8211; Terra de Ninguém</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 23:49:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Floro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Recomendado]]></category>
		<category><![CDATA[Brian Wood]]></category>
		<category><![CDATA[ZDM]]></category>

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		<description><![CDATA[Como é dura a vida de estagiário na zona de guerra de Brian Wood]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.revistaogrito.com/page/wp-content/uploads/2009/11/DMZ_Bienal.jpg" alt="" width="433" height="560" /></p>
<p><strong><big>HQ mostra lado cruel das guerras implementadas pelos EUA, só que desta vez em seu próprio território</big></strong></p>
<p><strong>ZDM &#8211; TERRA DE NINGUÉM VOL. 1</strong><br />
Brian Wood (texto) e Riccardo Burchielli (arte)<br />
[Panini Books, 132 págs, R$</p>
<p>Os limites que o selo Vertigo, da DC Comics, dedicado a leitores adultos, alcança, garante à DC uma das melhores bibliotecas do mercado mainstream de quadrinhos. ZDM é uma das séries de maior sucesso da editora americana e mostra uma caótica zona de guerra no meio de uma guerra civil americana. Seu autor, Brian Wood, é uma estrela dentro das comics, sendo atualmente o único a ter a regalia de ter duas séries publicadas ao mesmo tempo - a outra Vikings, está saindo na revista mensal Vertigo, também da Panini. O desenhista Burchielli representa uma nova onda de artistas italianos que invadiram o mercado de HQ's dos EUA. A Panini Books coloca nas livrarias o primeiro volume da obra, em edição encadernada, inaugurando sua fase à frente dos títulos Vertigo, antes com a editora Pixel.</p>
<p>ZDM conta a história de Matthew Roth, um estagiário de foto-jornalismo que acaba escalado para cobrir uma reportagem nos chamados Estados Livres, uma zona em Nova York dominada por milícias altamente armadas. Claro, tudo dá errado e ele decide conhecer melhor este outro mundo, enviando matérias para a rede de TV Liberty News. Nesta parte esquecida da nação americana, Matty vai encontrar todo tipo de personagens, além de presenciar o modo como aquelas pessoas são tratadas pelas forças oficiais. Neste mundo, você estará a salvo se tiver uma credencial e um colete de imprensa.</p>
<p>O intuito de Wood é claramente falar de política, criticar o poderio norte-americano e sua ânsia por guerras. Também carregou nas ironias, ao mostrar o cotidiano de refugiados e terroristas armados vivendo dentro dos EUA. Como se dissesse que tal realidade é presenciada pelos soldados americanos diariamente em suas ocupações no Oriente Médio. É de se levar em conta também, que a HQ foi escrita durante o final dos anos Bush, em 2006. Mas, os paralelos ficam apenas no argumento político. A inventividade de Wood é destaque aqui, como um grupo de ambientalistas que defendem o zoológico de NY e contrabandeiam bambu através de uma extensa plantação criada nos subterrâneos. Ou o casal que atuam em lados opostos e se olham através das miras em suas armas, trocando bilhetes de amor.</p>
<p>Wood só não caprichou muito na construção dos personagens, que segue o clichê do anti-herói que, pego de surpresa numa situação-limite passa a sofrer transformações morais até se tornar outra pessoa. Alguns diálogos de Matty também chegam a ser pobres, utilizados como tentativa de reforçar sua personalidade. A garota durona e benevolente que salva o mocinho em momentos de crise também dá às caras aqui. É Zee, uma enfermeira punk que atende crianças e velhos mutilados pela guerra. Mas, dada a agilidade na narrativa e o roteiro coeso, essas deficiências são logo superadas.</p>
<p>ZDM ganhou nova tradução no Brasil, depois de ter tido algumas histórias publicadas no Brasil na extinta revista Pixel Magazine, com seu nome em inglês DMZ. Esta edição da Panini mostra a importância que a editora dedica à obra, já que outras séries famosas, como Y - O Último Homem, serão publicadas em bancas, no formato encadernado. Com capa dura e boa impressão, faltou nesta edição alguns extras para compensar o salgado preço de R$ 36,90 por cinco histórias. [<strong>Paulo Floro</strong>]</p>
<p><strong>NOTA: 7,5</strong></p>
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