O guitarrista pernambucano morreu nesta segunda (23) aos 66 anos, no Rio de Janeiro, em decorrência de um câncer de fígado. Ele era um dos membros do Ave Sangria, emblemática banda de rock psicodélico e também fazia parte da equipe de Alceu Valença.

Nascido em Caruaru, ele era um dos principais instrumentistas da cena roqueira brasileira. Atuou em trilhas sonoras e em bandas como Phetus (com Lailson e Zé da Flauta), além de Rútila Máquina (com Tonia Schubert e Márcio Lomiranda), além do Ave Sangria. Como artista solo, Rafael lançou três discos, Orange (1992), Vagalume (1995) e Alado (2010).

Ele deixa esposa, uma filha e uma neta.

Veja a nota da família:

É com profunda tristeza que comunico que meu pai, nosso amigo, lendário guitarrista e amor da vida da minha mãe levantou voo.

Depois de uma longa batalha contra um câncer nosso guerreiro descansou.

O velório acontecerá amanhã dia 24, no Cemitério da Penitência, capela 8 às 11h15 e a cerimônia de cremação no mesmo dia e local às 13h15, no Rio de Janeiro.

Um papo com Marco Polo, do Ave Sangria: “a história se repete como farsa, os reacionários perderam a vergonha”

A lança disco novo após 45 anos e prepara show no FIG: “estamos novamente fazendo música necessária num momento desnecessário.”

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