Chris também é jurado do Animage. (Divulgação).
Chris também é jurado do Animage. (Divulgação).

O festival Animage promove intercâmbio com um dos mais importantes festivais internacionais de animação. O evento convidou este ano o canadense Chris Robinson, diretor artístico e curador do Festival Internacional de Animação de Ottawa. Serão exibidos alguns dos melhores curtas que já passaram por lá.

Robinson selecionou alguns dos curtas que já passaram pela programação do festival canadense em anos anteriores para uma sessão especial nesta quarta (24) às 20h, no Cinema São Luiz. A seleção da Mostra Especial de Ottawa inclui tanto produções recentes como o aclamado Lipsett Diaries” (2010), de Theodore Uhsev, e as produções Kistehén (2011), de Igor Lazyn e Wir Lebten im Gras (1995), de Andreas Hykade.

Além de representar o festival de Ottawa, Chris Robinson ainda veio ao Animage para atuar como jurado da Mostra Competitiva do evento. Robinson também é escritor e historiador, tendo recebido em 2004 um prêmio dado pela ASIFA – East Animation Festival por sua contribuição por promover o cinema de animação independente.

O Festival Internacional de Animação de Ottawa existe desde 1976 e exibiu só na primeira edição mais de 400 filmes, recebendo um recorde de inscrições em 2007, com 2.078 produções, o maior número já recebido de qualquer festival de animação até o momento. Por lá saíram consagradas obras como Mary and Max (de Adam Elliot, 2009), Persepolis (de Vincent Paronnaud & Marjane Satrapi, 2007) e Waking Life (de Richard Linklater, 2002).

Curtas selecionados:
Wir Lebten Im Gras | Andreas Hykade (Alemanha, 1995, 18’)
Lipsett Diaries | Teodore Ushev (Canadá, 2010, 14’05”)
Franz Kafkas A country Doctor | Koji Yamamura ( Japão, 2017, 21’)
The Hat | Michèle Counoyer (Canadá, 1999, 6’)
Kistehén | Igor Lazyn (Hungria, 2011, 2’18”)

As sessões acontecem no Cine São Luiz, no Centro, às 20h. A entrada é gratuita.

O trabalho de Koji Yamamura. (Divulgação).
O trabalho de Koji Yamamura. (Divulgação).
Leia Mais
Crítica: Beyoncé explora raízes africanas com sensibilidade e orgulho