O grupo se une à cantora , de Moçambique, em uma conexão Brasil-África para celebrar a diversidade na faixa “Pote de Cores”.

O registro também ganhou um clipe animado dirigido por Raíssa Laban e inspirado nos mitos africanos da origem do mundo.

Após se conhecerem em Portugal, a conexão sonora imediata dos Caramelows com Selma Uamusse se estreitou graças a um lineup compartilhado – tanto o grupo quanto a artista participavam do Festival Crespo em São Paulo.

Ouça mais novidades musicais na nossa página Novos Sons!
Leia mais críticas de novos discos aqui na Revista O Grito!

À época os Caramelows acompanhavam Liniker nos palcos deste e outros eventos de world music pelo Brasil e internacionalmente (como Primavera Sound, WOMAD, WOMEX e outros) e já se interessavam por sonoridades de África, América Latina e do oriente.

O grupo instrumental enviou um esboço do arranjo para “Pote de Cores” a Selma. Sobre a homenagem ao “samba duro”, o pagode baiano, ela criou a letra. A oportunidade de ensaiarem juntos aconteceu uma única vez, em São Paulo.

“A musicalidade moçambicana veio densa e dramática (ainda que otimista) através das palavras cantadas por Selma. A gravação em si foi realizada à distância: os Caramelows gravaram a base instrumental em Araraquara e Selma gravou em Portugal, no estúdio Nascer do Som, na cidade de Lisboa”, lembra o baterista Péricles Zuanon.

Atualmente a Caramelows prepara uma série de lançamentos, que incluem o EP “Melows em Casa”.

Veja o clipe:

Foto: Leila Penteado.
Leia Mais
The Nib divulga prévia da antologia em quadrinhos sobre a prisão de Guantánamo