Todo ano, a Revista O Grito! e seus colaboradores escolhe os filmes que de uma forma ou de outra tem a ousadia de jogar com a paciência do espectador ao apresentar produções pretensiosas metidas a insólitas. São filmes sem noção, narrativas chatas disfarçadas de viagens pseudo-intelectuais, memórias do autor, excesso de ingenuidade, experimentações de formato que não deram muito certo, entre outras bizarrices.

Conheça agora os vencedores

Pinóia de Bronze: Tanto, de Nataly Callai (SC) (curta digital)

Pinóia de Prata: Um Médico Rural, de Cláudio Guedes Fernandes (PE) (curta em 35mm)

Pinóia de Ouro: Léo e Bia, de Oswaldo Montenegro (DF) (longa)

Menção Honrosa (?): Cinema de Guerrilha, de Evaldo Mocarzel

E agora os melhores da edição deste ano.

Melhor curta digital: Ensaio de Cinema, Allan Ribeiro (RJ)
Melhor curta 35 mm: Recife Frio, de Kleber Mendonça Filho (PE)
Melhor Longa: Sequestro, de Wolney Atalla (SP)

Outras boas produções que merecem destaque: Recife Frio, de Kleber Mendonça; Bailão, de Marcelo Caetano; Sweet Karolynne, de Ana Bárbara; Azul, de Eric Laurence; Quando a Chuva Chegar, de Jorane Castro; Áurea, de Zeca Ferreira, As Melhores Coisas do Mundo, de Laís Bodansky e, sobretudo, Ensaio de Cinema, de Allan Ribeiro.

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