Diogo Acosta inova na sonoridade com o disco autoral Passagem

Trazendo uma nova a estética para a mpb unida ao jazz brasileiro, álbum é construído por instrumentos de sopro, voz e percussão, sem nenhum instrumento harmônico

Passagem é o primeiro álbum autoral do artista com o projeto Som em Vento. Foto: Viv Giaquinta.

 O multi-instrumentista Diogo Acosta lança com o seu projeto Som em Vento, o primeiro disco autoral da carreira Passagem. Após trabalhos com grandes nomes como Geraldo Azevedo, a novidade do projeto vem com nove faixas, na expressão de uma estética pouco explorada pela mpb, com uma sonoridade construída por instrumentos de sopro, voz e percussão, sem nenhum instrumento harmônico. 

Também imerso no universo do jazz brasileiro, Passagem traz as participações de Carlos Malta, Gabriel Grossi, Juliana Linhares, Eduardo Neves e Ilessi. O disco apresenta uma sonoridade própria, ainda assim, inspirada pela música de Moacir Santos, Letieres Leite e Milton Nascimento.

Já disponível em todas ass plataformas de streaming, o álbum também conta com o videoclipe da faixa homônima, dirigido por Paulo Velozo, fotógrafo duas vezes indicado ao Emmy.

O lançamento vem para dar estreia ao trabalho autoral de Diogo Costa, multi-instrumentista de sopros, compositor e arranjador, quem já fez turnês com Egberto Gismonti, dentro e fora do Brasil, tocou em grandes festivais do país, como MIMO, Back2Black e BMWJazzFestival e foi indicado ao Prêmio da Música Brasileira 2016 com o grupo Novíssimos.

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