Exposição Afrografia perpetua a valorização da herança negra pernambucana em sua segunda edição

Abertura acontece neste sábado (21) com atrações musicais no Museu da Abolição do Recife

Fotografia de Adriana Sales. (Divulgação).

Afrografia é uma exposição fotográfica que se debruça sobre a cultura, a beleza, a memória e a resistência do provo negro de Pernambuco. Neste ano, a mostra chega em sua segunda edição, realizada pelo Museu da Abolição do Recife (MAB) e pelo IBRAM (Instituto Brasileiro de Museus). A abertura acontece neste sábado (21), às 16h e conta com uma programação musical composta por Abulidu, banda antirracista, Maracatu de Baque Virado Leão Coroado, de Olinda, e Coco Xexéu de Bananeira, do município de Paulista. A entrada é gratuita.

A exposição, de curadoria de Rennan Peixe (artista, fotógrafo e realizador audiovisual), reúne 20 artistas da Região Metropolitana do Recife que utilizam a imagem fotográfica como forma de expressão e reivindicação do seu local de fala e de imagem. Afrografia fica em cartaz no MAB por tempo indeterminado.

“A Afrografia II tem como principal intenção mostrar a importância da fotografia na construção da identidade negra. A exposição conta com fotografias que não somente narram o cotidiano do povo preto, mas que também agenciam uma luta contra a invisibilidade e o apagamento histórico do seu protagonismo”, definiu Rennan Peixe.

Serviço

Afrografia II

Data de abertura: 21/01/2023 (sábado)

Local: Museu da Abolição (área externa) – Rua Benfica, 1150 – Madalena, Recife

Horário: 16h

Entrada: gratuita

Atrações musicais (abertura): Abulidu, Maracatu de Baque Virado Leão Coroado e Coco Xexéu de Bananeira

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