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O , no Recife, recebeu, na noite do sábado (23), a aguardada apresentação de comemoração dos da banda paulista . Mais de 1.500 fãs encheram a casa de shows, com seus rostos pintados, para conferir a performance de Fernando Anitelli e sua trupe. Recife foi a primeira cidade do Nordeste a receber o “Recombinando Atos”.

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Liderada pelo músico Fernando Anitelli (voz, violão e guitarra), a banda completa sua formação com o guitarrista Daniel Santiago – responsável também pela direção musical – Thiago Espírito Santo (contrabaixo), Rafael dos Santos (bateria), Galldino (violino), Guilherme Ribeiro (teclados) e os artistas performáticos Mateus Bonassa, Andrea Barbour e Kátia Tortorella, além das gêmeas Natalya e Nayara Dias.

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O show trouxe de volta as sucessos que fixaram O Teatro Mágico na memória afetiva dos fãs. Canções como “Camarada d’água”, “O Anjo Mais Velho”, “Amanhã…Será?”, “Pena”, “Transição”, “Esse Mundo Não Vale o Mundo” e “Quermesse”.

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“O Teatro Mágico evoluiu textual e esteticamente. No começo, a gente trabalhava com citações diretas ao circo tradicional, tanto no cenário quanto no figurino, e ao longo do tempo isso foi se transformando. Tudo isso foi se modificando de forma muito natural, e o diálogo entre esses elementos é essencial para construir o espetáculo que a gente quer”, disse Anitelli.

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O Teatro Mágico tem três álbuns de estúdio: Entrada Para Raros (2003), Segundo Ato (2008) e A Sociedade do Espetáculo (2011). Além dos discos, O Teatro Mágico tem também três DVDs: Entrada Para Raros (ao vivo), Segundo Ato (ao vivo), Recombinando Atos (ao vivo) e Fragmentos.

“Como venho há alguns anos trabalhando exclusivamente com música instrumental e MPB, ao lado de Hamilton de Holanda, Hermeto Pascoal, João Bosco e Milton Nascimento, entre outros, me vi diante de um grande desafio, manter a essência do projeto dando um acabamento musical um pouco mais sofisticado”, comenta Daniel. A experiência de trabalhar com alguém novo e, pela primeira vez, ter um produtor externo, trouxe um frescor para o trabalho. Para Fernando Anitelli, isso ampliou as temáticas do cotidiano nas letras. “Foi ótimo para todos, a junção da nova geração da música instrumental brasileira com a poesia e o universo de artes performáticas”, conta o vocalista.

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