Revista O Grito! — Cultura pop, cena independente, música, quadrinhos e cinema https://www.revistaogrito.com Notícias, resenhas e artigos de arte, quadrinhos, cultura pop e cena independente Tue, 26 Jan 2021 02:07:26 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.5.3 1589497 Veneta anuncia novas HQs de Joe Sacco, João Pinheiro, Simon Hanselmann e Robert Crumb https://www.revistaogrito.com/veneta-anuncia-novas-hqs-de-joe-sacco-joao-pinheiro-simon-hanselmann-e-robert-crumb/ Tue, 26 Jan 2021 10:15:00 +0000 https://www.revistaogrito.com/?p=149845 Uma enxurrada de bons lançamentos, entre clássicos dos quadrinhos e novos autores, fazem parte da programação da editora Veneta para 2021. Fazem parte do cronograma nomes como Fábio Vermelho, Robert Crumb, Simon Hanselmann, Joe Sacco e Gilbert Hernandez, entre outros. O anúncio foi feito no blog da editora, que não divulgou as datas exatas em que os livros serão lançados. O primeiro lançamento, que já está à venda, é A Guerra do Deserto, do argentino Enrique Breccia. A obra aborda […]

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Uma enxurrada de bons lançamentos, entre clássicos dos quadrinhos e novos autores, fazem parte da programação da editora Veneta para 2021. Fazem parte do cronograma nomes como Fábio Vermelho, Robert Crumb, Simon Hanselmann, Joe Sacco e Gilbert Hernandez, entre outros.

O anúncio foi feito no blog da editora, que não divulgou as datas exatas em que os livros serão lançados.

O primeiro lançamento, que já está à venda, é A Guerra do Deserto, do argentino Enrique Breccia. A obra aborda a relação violenta da ditadura na Argentina contra os povos indígenas no país durante a expansão da agropecuária por lá.

Entre os lançamentos nacionais, a editora lança Eu Fui Um Garoto Gorila, de Fábio Vermelho, Domex, de Gustavo Piqueira, A Tragédia dos Cães, de João Pinheiro, Bertha Lutz, de Angelica Kalil e Mariamma Fonseca e O Grande Xaram, de Maurício Dias e Allan Alex.

Os 30 Melhores Quadrinhos de 2020

Por Paulo Floro, Alexandre Figueirôa, Rafaella Soares, Tulio Vasconcelos. Edição por Paulo Floro. Arte da capa por Rogi Silva. No ano em que ficamos isolados por grande parte do tempo, os quadrinhos certamente foram uma companhia importante. Neste ano da peste, dos milhares de mortos pelo vírus e pelo descaso, as obras acabaram refletindo esse espírito do tempo. Porém, a diversidade foi enorme, indo do escapismo aos dramas históricos, passando pela aventura, terror e humor. Em 2020 também vivenciamos o […]

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Autores badalados do novo quadrinho alternativo também fazem parte dos planos da Veneta este ano. Simon Hanselmann retorna com Zona de Crise, onde traz seu humor ácido para comentar a situação do mundo durante a pandemia do novo coronavírus. Hanselmann foi publicado pela Veneta no ano passado com Mau Caminho, um dos quadrinhos do nosso Top 30 de melhores do ano.

Derf Backderf terá seu elogiado Kent State lançado por aqui. A obra traça um panorama da cultura da violência e a desinformação na sociedade contemporânea.

Entre as obras estrangeiras aclamadas que ganham edição nacional estão Uma História, do italiano Gipi, o experimental Fun, de Paolo Bacilieri e Pinturas de Guerra, do espanhol Ángel de la Calle.

A editora ainda prepara novas edições de obras que já foram lançadas anteriormente por aqui, como é o caso de Palestina, clássico do jornalismo em quadrinhos de Joe Sacco e Blues, uma ode a um dos gêneros musicais mais importantes dos EUA feita por Robert Crumb. Ambas saíram originalmente pela Conrad e estavam fora de catálogo.

Entre os mangás, a Veneta lança Kanikosen – O Navio dos Homens, adaptação de Gō Fujio para o romance de Takiji Kobayashi sobre uma rebelião em um navio pesqueiro, um dos maiores clássicos da literatura proletária japonesa. A editora traz ainda ao Brasil, Vida à Deriva, de Yoshihiro Tatsumi.

E ampliando seu catálogo de obras de Gilbert Hernandez, a Veneta lança Luba e Sua Família, mais uma HQ com histórias dos habitantes de Palomar, cidade com forte inspiração do realismo mágico de Gabriel García Márquez e que faz parte da série Love & Rockets. Veja o guia que fizemos sobre a série.

Veja a lista completa das HQs previstas para este ano pela Veneta no blog da editora.

Leia mais sobre quadrinhos em nosso site na página O Grito! Quadrinhos
Os melhores quadrinhos de 2019

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Rec-Beat SP divulga programação da edição virtual com Mateus Aleluia, Céu, Karol Conká, O Terno e MC Troia https://www.revistaogrito.com/rec-beat-sp-divulga-programacao-da-edicao-virtual-com-mateus-aleluia-ceu-karol-conka-o-terno-e-mc-troia/ https://www.revistaogrito.com/rec-beat-sp-divulga-programacao-da-edicao-virtual-com-mateus-aleluia-ceu-karol-conka-o-terno-e-mc-troia/#respond Fri, 22 Jan 2021 14:43:46 +0000 https://www.revistaogrito.com/?p=141191 O festival Rec-Beat, que este ano acontece de maneira virtual, divulgou o lineup completo desta edição que acontece no dia 14 de fevereiro. O evento, denominado de “Rec-Beat SP”, aposta em um conteúdo cinematográfico registrado em locais icônicos de São Paulo e Recife, cidades que abrigam atualmente os maiores carnavais de rua do país. Se apresentam este ano Karol Conká, Mateus Aleluia, MC Troia, Getúlio Abelha, O Terno, Luiza Lian, Spokfrevo Orquestra, Ilú Obá de Min e Céu. Cada apresentação […]

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O festival Rec-Beat, que este ano acontece de maneira virtual, divulgou o lineup completo desta edição que acontece no dia 14 de fevereiro. O evento, denominado de “Rec-Beat SP”, aposta em um conteúdo cinematográfico registrado em locais icônicos de São Paulo e Recife, cidades que abrigam atualmente os maiores carnavais de rua do país.

Se apresentam este ano Karol Conká, Mateus Aleluia, MC Troia, Getúlio Abelha, O Terno, Luiza Lian, Spokfrevo Orquestra, Ilú Obá de Min e Céu. Cada apresentação foi registrada em um local diferente.

Locais históricos, a exemplo do Marco Zero, no Recife, e o Largo do Paissandu, em São Paulo, serviram de locações para as gravações dos shows de cada uma das atrações programadas. São lugares que dialogam com a memória afetiva dessas cidades, alguns deles tradicionalmente ocupados pelo Carnaval de rua.

Um dos mais importantes festivais de música do país, o Rec-Beat deixa excepcionalmente este ano a histórica rua do Cais da Alfândega, no Recife, onde acontece há 25 anos durante o Carnaval, para ocupar as plataformas digitais. O evento acontece dia 14 de fevereiro, em pleno domingo de Carnaval, com mais de cinco horas de duração, com apresentação comandada por China e Roberta Estrela D’Alva e transmissão gratuita através do YouTube do festival.

Além dos shows, performances compactas, em formato de drops de poesia, dança e música, pontuarão os intervalos dos shows. Se apresentam na programação de drops a poeta Kimani, a premiada escritora e também poeta Luna Vitrolira, a cantora e compositora Alice Marcone com seu queernejo, a violeira pernambucana Laís de Assis, o premiado bailarino e coreógrafo Rubens Oliveira, além da poesia de Adelaide Santos e uma homenagem ao emblemático poeta Miró da Muribeca.

MC Tróia fez show no Cais da Alfândega. (Foto: José Britto).

As filmagens trazem o conceito de fazer da cidade um palco, com cada atração em paisagens urbanas, com mais proximidade com o artista e tomadas que exploram as relações com o lugar. “Nós rompemos totalmente com o conceito de evento padrão, que é filmado a partir de uma estrutura única, com o mesmo cenário onde apenas trocam-se os artistas. Aqui buscamos que cada apresentação fosse algo especial”, diz Filipe Franco, da Panamá Filmes, responsável pela direção das filmagens junto com o duo Cinza. “Nós conseguimos chegar mais perto dos músicos e, como não temos palco, foi possível ter mais liberdade para pensar em abordagens diferentes para cada atração. Ainda conseguimos estabelecer uma ligação muito forte entre esses lugares, os artistas e o próprio Rec-Beat”, conta.

Formação

O Rec-Beat reforça seu compromisso em ampliar o debate sobre a importância da economia da cultura no Brasil e sua profissionalização. Nesta edição, o festival conta com atividades formativas (workshops), painel e debate sobre produção fonográfica, produção artística, criatividade e música periférica. Detalhes sobre as inscrições, datas e os artistas que irão ministrar os encontros ainda serão divulgados. Essas atividades precedem o evento principal e também serão gratuitas.

Céu se apresentou no topo de um prédio no centro de SP. (Foto: Felipa Aurélio/Divulgação).

Os shows do Rec-Beat SP e os locais em que foram gravados:

Céu

SpokFrevo Orquestra

Getúlio Abelha

MC Tróia

Ilú Obá de Min

Mateus Aleluia

Luiza Lian

Karol Conká

Topo de prédio, centro de SP

Marco Zero, Recife

Praça Antônio Prado, SP

Cais da Alfândega, Recife

Largo do Paissandu, SP

Igreja N S do Rosário dos Homens Pretos

Escadaria do Theatro Municipal

Pinacoteca do Estado de SP

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PEU divulga o 4º álbum da carreira nesta sexta-feira (15) https://www.revistaogrito.com/peu-divulga-o-4o-album-da-carreira-nesta-sexta-feira-15/ https://www.revistaogrito.com/peu-divulga-o-4o-album-da-carreira-nesta-sexta-feira-15/#respond Fri, 15 Jan 2021 14:00:00 +0000 https://www.revistaogrito.com/?p=141161 Mesclando singles lançados em 2020 com faixas inéditas, cantor e compositor baiano apresenta o trabalho homônimo, com participações de BIG UP, Rion, Ju Moraes e Adão Negro Solar e com referências contemporâneas dançantes do reggae, rap e afrobeat, Tão Beat, parceria com o trio paulistano BIG UP, será a música de trabalho do álbum “PEU” que chega em todas os aplicativos de música nesta sexta-feira (15). Com a letra positiva – comum nas composições do cantor –, refrão fácil e […]

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Mesclando singles lançados em 2020 com faixas inéditas, cantor e compositor baiano apresenta o trabalho homônimo, com participações de BIG UP, Rion, Ju Moraes e Adão Negro

Solar e com referências contemporâneas dançantes do reggae, rap e afrobeat, Tão Beat, parceria com o trio paulistano BIG UP, será a música de trabalho do álbum “PEU” que chega em todas os aplicativos de música nesta sexta-feira (15).

Com a letra positiva – comum nas composições do cantor –, refrão fácil e poderoso, e arranjo ensolarado, “Tão Beat” é regional e cosmopolita ao mesmo tempo. “Acho que é a música que mais me representa como pessoa, tem tudo que o PEU é. Comecei escrevendo, chamei meu pai para continuar a criação da música e depois convocamos Gabiel Geraissati (guitarrista e compositor do BIG UP) para dar aquele toque rap na composição”, comenta PEU, que é filho de Tenison Del Rey, compositor de hits como “Cabelo Raspadinho” e “A Camisa e o Botão”.

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Samico estreia “Coração” em parceria com Bárbara Eugênia https://www.revistaogrito.com/samico-estreia-coracao-em-parceria-com-barbara-eugenia/ https://www.revistaogrito.com/samico-estreia-coracao-em-parceria-com-barbara-eugenia/#respond Fri, 15 Jan 2021 12:10:00 +0000 https://www.revistaogrito.com/?p=141157 Coração é uma autobiografia, que retrata um momento de mergulho interior e auto resgate do artista. “Toda vez que eu tocava essa música, uma ferida se curava”, explicou Samico sobre o seu processo criativo. O single anuncia uma nova estética, que se aproxima dos ritmos e influências da música popular brasileira, expondo sua essência poética e minimalista. “Escrevi só mais uma canção, pra acalmar a minha solidão que mata”. É a partir da ideia de cura interior, que o cantor […]

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Coração é uma autobiografia, que retrata um momento de mergulho interior e auto resgate do artista. “Toda vez que eu tocava essa música, uma ferida se curava”, explicou Samico sobre o seu processo criativo. O single anuncia uma nova estética, que se aproxima dos ritmos e influências da música popular brasileira, expondo sua essência poética e minimalista.

“Escrevi só mais uma canção, pra acalmar a minha solidão que mata”. É a partir da ideia de cura interior, que o cantor e compositor pernambucano, Samico, estreia “Coração”, novo single em parceria com a fluminense radicada em São Paulo, Bárbara Eugênia.

Com produção musical assinada por Luccas Maia, o single se destaca pela fusão das vozes de Samico e Bárbara Eugênia, que se deixam conduzir pela melodia minimalista e certeira do violão, que é o verdadeiro protagonista desta canção, acompanhado pelos beats sutis. “Depois da música quase pronta, senti a necessidade de somar uma voz que fosse ao mesmo tempo doce e marcante e o timbre e flow de Bárbara encaixou muito naturalmente, igualmente como a energia dela”, completou Samico.

Coração ganha formato audiovisual inspirado na Euritmia, uma arte do movimento que busca tornar visível, as batidas, os ritmos, as melodias e harmonias musicais através da expressão corporal.

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Fernandes reflete sobre isolamento no novo single e clipe “NORTEº” https://www.revistaogrito.com/fernandes-reflete-sobre-isolamento-no-novo-single-e-clipe-norteo/ https://www.revistaogrito.com/fernandes-reflete-sobre-isolamento-no-novo-single-e-clipe-norteo/#respond Thu, 14 Jan 2021 11:35:00 +0000 https://www.revistaogrito.com/?p=141142 O cantor e guitarrista pernambucano Fernandes, um dos destaques da nova cena local, lança seu novo single “NORTEº” com exclusividade aqui na Revista O Grito!. Produzido de forma remota e segura durante o período de quarentena em 2020 / 2021, a faixa reflete sobre o autocuidado como uma “trincheira” para discutir a velocidade e dinâmica de como “as coisas” são contempladas nos tempos atuais. A música ganhou um clipe com uma interpretação performática de Fernandes.

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O cantor e guitarrista pernambucano Fernandes, um dos destaques da nova cena local, lança seu novo single “NORTEº” com exclusividade aqui na Revista O Grito!.

Produzido de forma remota e segura durante o período de quarentena em 2020 / 2021, a faixa reflete sobre o autocuidado como uma “trincheira” para discutir a velocidade e dinâmica de como “as coisas” são contempladas nos tempos atuais.

A música ganhou um clipe com uma interpretação performática de Fernandes.

As 50 melhores músicas de 2020

Por Alexandre Figueirôa, Rafaella Soares, Fernando de Albuquerque, Túlio Vasconcelos e Livio Fabrício. Edição: Paulo Floro Arte da capa por Rogi Silva. 2020 mostrou que mesmo em momentos difíceis, a música segue produzindo momentos incríveis nos mais diversos gêneros e ritmos. Em um ano caótico de pandemia, quarentena, protestos contra o racismo e eleições, a trilha sonora variou entre a introspecção e a vontade de expansão. Do pop eletrônico e nostálgico que nos fizeram dançar dentro do isolamento (Jessie Ware, […]

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Um papo com Perera Elsewhere, artista de popfolk eletrônico que é destaque no festival No Ar Coquetel Molotov https://www.revistaogrito.com/um-papo-com-perera-elsewhere-artista-de-popfolk-eletronico-que-e-destaque-no-festival-no-ar-coquetel-molotov/ https://www.revistaogrito.com/um-papo-com-perera-elsewhere-artista-de-popfolk-eletronico-que-e-destaque-no-festival-no-ar-coquetel-molotov/#respond Wed, 13 Jan 2021 20:37:37 +0000 https://www.revistaogrito.com/?p=141179 Perera Elsewhere é o pseudônimo da DJ, cantora e produtora britânica Sasha Perera, artista de popfolk eletrônico contemporâneo que floresce na diversidade musical do line-up da 17ª edição do Festival No Ar Coquetel Molotov, que acontece até 23 de janeiro, com uma programação completamente gratuita que envolve shows, oficinas, masterclass, mentorias, uma série, discussões sobre o mercado da música, a busca pela igualdade de gênero e o fomento à cultura e o empreendedorismo. Sua vinda ao Brasil é parte do […]

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Perera Elsewhere é o pseudônimo da DJ, cantora e produtora britânica Sasha Perera, artista de popfolk eletrônico contemporâneo que floresce na diversidade musical do line-up da 17ª edição do Festival No Ar Coquetel Molotov, que acontece até 23 de janeiro, com uma programação completamente gratuita que envolve shows, oficinas, masterclass, mentorias, uma série, discussões sobre o mercado da música, a busca pela igualdade de gênero e o fomento à cultura e o empreendedorismo. Sua vinda ao Brasil é parte do projeto Pontes, com patrocínio do Oi Futuro e British Council.

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Nascida em Londres e dividindo sua carreira entre a Inglaterra e a Alemanha, Perera encontra inspiração na sua própria felicidade semi-abstrata, distópica e com toques de música pop. Além de um show inédito na série de dois capítulos do festival que estreia nos dias 22 e 23 de janeiro, no Youtube, Perera ainda participa do festival ministrando fora do mundo 3D, uma oficina de três dias num processo imersivoe também participa de um talk com Alessandra Leão.

Conversamos com a artista sobre sua formação musical, viagens, sons, cultura e muito mais. Confiram:

Você pode falar sobre sua formação musical e como você entrou na música e nas experimentações?
Eu comecei a fazer música por ser um fã de tantas músicas diferentes. Vindo de Londres, fui exposta a todos os tipos de polirritmos e influências de todas as partes. O Carnaval de Notting Hill, que passei a frequentar desde os meus 16 anos, me colocou na selva e nas primeiras variantes do bass music do Reino Unido. O híbrido de gêneros e raízes multiculturais da cultura londrina / soundsystem é algo que se infiltrou em minha vida e me fez querer ser mais do que apenas um consumidor.

Eu tocava instrumentos quando criança um pouco porque minha mãe me ensinou piano, eu me envolvi com violão e tive 5 anos de aulas de trompete. Eu até toquei violino indiano em um grupo por um ano quando eu tinha 8 anos. Mas para ser justo, eu nunca quis me dedicar totalmente e dominar essas coisas, eu era mais alguém que queria mexer / experimentar as coisas ao invés de aprender de uma forma muito disciplinada. 

Este sempre desejei experimentar diferentes instrumentos, estética sonora e gêneros, até hoje. Foi apenas em Berlim, em 2002, que comecei a escrever letras, gravar vocais e experimentar um estúdio caseiro DIY e a trabalhar com pessoas que conheci aqui. Formei meu antigo projeto Jahcoozi com dois amigos que conheci em Berlim e comecei a lançar 3 álbuns e viajar por 5 continentes ao longo de 10 anos. Comecei a trabalhar com o Ableton em 2004 e passei a ser DJ com o programa (algo que faço até hoje!). Em 2013, lancei meu primeiro lançamento solo como Perera Elsewhere no selo Friends of Friends, de Los Angeles, por meio do qual ainda lanço minha música até hoje.

Você sempre viajou muito e colecionou sons de outros países?
Acho que, como o nome sugere, “em outro lugar” em termos de mim e som é a falta de uma casa no final. minhas raízes pessoais e musicais são difusas e espalhadas. Ainda criança, fui para uma escola católica e cantava no coral, mas ia ao templo hindu nos fins de semana onde as pessoas tocavam e cantavam música carnática. Em termos de música e cultura, essas duas coisas estão bastante justapostas! Quando eu tinha 8 anos, nos mudamos para Cingapura por dois anos, havia uma mesquita do lado de fora da minha casa e eu ouvia o canto, enquanto no shopping você ouvia música pop chinesa / mandarim. Portanto, essa abertura está profundamente enraizada. No final, sou tocada por muitas coisas. A vantagem de não ter uma casa real é que você tem muitas casas, isso é uma verdade para mim musical e culturalmente.

Gosto de colaborar com pessoas de todas as partes, tenho instrumentos da África Ocidental em meu estúdio que recebi em uma viagem para lá, não consigo tocá-los direito, mas gosto de incorporá-los em minhas produções tanto quanto faço com um bumbo 808 ou um sintetizador analógico. É tudo uma boa cultura para mim. E no final, acho que só queria pertencer a uma cultura, mesmo que seja uma que eu criei para mim. A maioria das pessoas cria algum tipo de realidade para si mesmas, musicalmente e na vida real!

Você pode falar sobre como você cria sua música? Você começa em um determinado instrumento primeiro e aumenta? Você tem tudo na sua cabeça?
Depende se eu quero escrever uma música ou mais de uma faixa instrumental. Se estou fazendo algo instrumental ou apenas começo com o que me inspira. Normalmente sons percussivos, coisas que gravo ou programo, e depois manipulo muito. Você pode ouvir pela minha música que eu gosto de trabalhar com atmosferas e design de som. Se estou escrevendo uma música, geralmente começo com acordes de algum tipo, na verdade gosto de usar o Una Corda que em um VST baseado em samples criado por Nils Frahm. Ele faz uma amostra de muitos sons de pedal e tons de pianos. Então, vou me concentrar na composição em si. Frequentemente, mudo a parte inicial do piano e substituo-a por um baixo ou um sintetizador. Os acordes me inspiram a escrever canções reais com nuances melódicas. Depois de remover os acordes, fico com mais espaço para esculpir sons em torno da minha melodia vocal. Normalmente não tenho tudo na cabeça, escrevo parte por parte e vejo onde isso me leva. E, muitas vezes, coisas não planejadas. Os erros acabam sendo alguns dos melhores bits. Eu passo para o arranjo e produção adicional se a composição for realmente boa. Eu posso ser muito crítico e não há muito pop que eu realmente possa tolerar, então é sobre encontrar esse equilíbrio para mim. Usei software e hardware para fazer música e sons / instrumentos orgânicos e sintéticos. Algumas vezes eu gravo algo em uma guitarra e depois transformo em um sintetizador midi. Sou muito instintivo e um tanto desestruturado, para ser honesto!

Como a mistura de diferentes culturas – sua família, crescendo em Londres, morando em Berlim – influencia você e sua música?
Mudei-me para Berlim para fugir de Londres em 2000. Estudei Política Europeia e Alemão, então felizmente falo alemão, já que naquela época os berlinenses não falavam muito inglês. Fui inspirado pela energia criativa e pela liberdade da cidade de Berlim. Era diferente de Londres, que se tornou muito mais enobrecida muito antes. Comecei a comprar equipamentos e montar um estúdio de bricolagem aqui em Berlim, porque estava cercado por pessoas com ideias semelhantes que estavam dispostas a compartilhar equipamentos e conhecimentos. As pessoas tiveram tempo para experimentar. É claro que também fiquei entusiasmada quando me mudei para cá, mas nunca foi apenas techno para mim. Sempre houve muitos nichos diferentes de música para serem encontrados em Berlim e ainda existem. Reduzir tudo ao techno é um pouco triste. Havia e ainda há (até Corona!). Tantos espaços criativos e cultura híbrida clube / arte aqui. Sou grata por ter descoberto este lugar antes que o resto do mundo se mudasse para cá. 

Berlim era muito inocente naquela época. Eu ainda amo as vibrações daqui e tenho muitos amigos aqui. Sou grata a Londres e Berlim por me inspirarem de maneiras diferentes. No final, fugi de Londres para me encontrar …

Você pode nos contar como você lidou com a pandemia? Você foi capaz de criar? O que você aprendeu?
Bem, como uma artista que tem lançado música e está em turnê por um longo tempo, meu medo é sempre ‘quando isso vai parar? Eu vou sobreviver?’. Como sair em turnê libera muita dopamina! Mas em 2020 parou para todos, tive muitos shows cancelados e felizmente consegui alguma compensação do estado alemão e da sociedade de Royalties. Eu estava na Tailândia para uma residência em março e deveria tocar na Índia quando Covid chegou à Europa. Então com certeza aprendi que posso sobreviver sem fazer turnê. Eu quero dizer isso tanto mentalmente quanto financeiramente. Felizmente eu tinha diferentes projetos e peças encomendadas, e algumas músicas foram licenciadas para TV / sincronização. Falei em painéis sobre diversidade na música, conduzi alguns workshops do Ableton e até fiz alguns testes Beta para o Ableton. Atualmente estou compondo música para um filme para uma instalação de arte de um artista, colaborando com alguns músicos na Costa do Marfim e também devo terminar meu novo álbum ao mesmo tempo. Em algum momento do verão achei difícil fazer música, mas de qualquer maneira acho difícil entrar quando o sol está brilhando em um país onde o sol brilha apenas por 4 meses!

Leia mais entrevistas:

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Prêmio Ângelo Agostini divulga lista de indicados e abre votação https://www.revistaogrito.com/premio-angelo-agostini-divulga-lista-de-indicados-e-abre-votacao/ https://www.revistaogrito.com/premio-angelo-agostini-divulga-lista-de-indicados-e-abre-votacao/#respond Tue, 12 Jan 2021 19:27:01 +0000 https://www.revistaogrito.com/?p=141165 O Prêmio Ângelo Agostini divulgou a lista de indicados de sua 36ª edição. Produzida pela Associação de Quadrinhistas e Caricaturistas do Estado de São Paulo (AQC-ESP), a premiação tem votação aberta ao público. As categorias do prêmio são Melhor Lançamento de 2019, Melhor Lançamento Independente de 2019, Melhor Lançamento Infantil de 2019, Melhor Fanzine, Melhor Webcomic de 2019, melhor roteirista, melhor desenhista, melhor colorista e melhor cartunista/chargista. Há ainda o prêmio Jayme Cortez, de contribuição ao Quadrinho Nacional A premiação, […]

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O Prêmio Ângelo Agostini divulgou a lista de indicados de sua 36ª edição. Produzida pela Associação de Quadrinhistas e Caricaturistas do Estado de São Paulo (AQC-ESP), a premiação tem votação aberta ao público.

As categorias do prêmio são Melhor Lançamento de 2019, Melhor Lançamento Independente de 2019, Melhor Lançamento Infantil de 2019, Melhor Fanzine, Melhor Webcomic de 2019, melhor roteirista, melhor desenhista, melhor colorista e melhor cartunista/chargista. Há ainda o prêmio Jayme Cortez, de contribuição ao Quadrinho Nacional

A premiação, no seu segundo ano, está composta de duas fases. A primeira com a votação de jurados ligados à área, que compuseram uma lista de indicados ao prêmio para a votação final pública.

A votação estará aberta de 11 a 31 de janeiro 2021 através do site.

Os 30 Melhores Quadrinhos de 2020

Por Paulo Floro, Alexandre Figueirôa, Rafaella Soares, Tulio Vasconcelos. Edição por Paulo Floro. Arte da capa por Rogi Silva. No ano em que ficamos isolados por grande parte do tempo, os quadrinhos certamente foram uma companhia importante. Neste ano da peste, dos milhares de mortos pelo vírus e pelo descaso, as obras acabaram refletindo esse espírito do tempo. Porém, a diversidade foi enorme, indo do escapismo aos dramas históricos, passando pela aventura, terror e humor. Em 2020 também vivenciamos o […]

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DJ Hum lança 15º álbum de carreira com temas instrumentais https://www.revistaogrito.com/dj-hum-lanca-15o-album-de-carreira-com-temas-instrumentais/ https://www.revistaogrito.com/dj-hum-lanca-15o-album-de-carreira-com-temas-instrumentais/#respond Tue, 12 Jan 2021 16:53:02 +0000 https://www.revistaogrito.com/?p=141155 O produtor DJ Hum nos apresenta o seu novo álbum Alquimia. Produzido durante o isolamento social, o conjunto de obras no estilo “beat tape” traz 10 temas de puro hip hop underground e instrumental, com influência do r&b, bossa nova, boom bap e lo-fi, adicionando um tempero frequentemente “soul” que coloca cada batida em plena execução e mantém a sua afinidade analógica. O resultado, criativo do começo ao fim, é um marco para este momento de reflexão guiada, faixa a […]

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O produtor DJ Hum nos apresenta o seu novo álbum Alquimia. Produzido durante o isolamento social, o conjunto de obras no estilo “beat tape” traz 10 temas de puro hip hop underground e instrumental, com influência do r&b, bossa nova, boom bap e lo-fi, adicionando um tempero frequentemente “soul” que coloca cada batida em plena execução e mantém a sua afinidade analógica.

O resultado, criativo do começo ao fim, é um marco para este momento de reflexão guiada, faixa a faixa, entre loops, filtros, cortes, scratchs e muito mais.

Projeto, intitulado Alquimia, traz toda a versatilidade musical do artista que segue inovando no jazz, Hip Hop e downtempo.

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Dêssa Souza antecipa disco com inédita “Menina que Embala” https://www.revistaogrito.com/dessa-souza-antecipa-disco-com-inedita-menina-que-embala/ https://www.revistaogrito.com/dessa-souza-antecipa-disco-com-inedita-menina-que-embala/#comments Tue, 12 Jan 2021 16:27:48 +0000 https://www.revistaogrito.com/?p=141151 “Nem vem / nem tentem nos matar / a nossa arma é o amor” São esses alguns dos versos que dão o tom do novo single de Dêssa Souza. Disponível em todos os aplicativos de música, inclusive com um videoclipe no YouTube, “Menina que Embala” é a ressignificação de um poema escrito pela artista em 2012. “Esse é um texto que produzi para a primeira antologia do Sarau do Binho. Na época, corriam por São Paulo boatos de “toques de […]

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“Nem vem / nem tentem nos matar / a nossa arma é o amor”

São esses alguns dos versos que dão o tom do novo single de Dêssa Souza. Disponível em todos os aplicativos de música, inclusive com um videoclipe no YouTube, “Menina que Embala” é a ressignificação de um poema escrito pela artista em 2012.

“Esse é um texto que produzi para a primeira antologia do Sarau do Binho. Na época, corriam por São Paulo boatos de “toques de recolher” e decidi fazer um rápido desabafo, refletindo sobre a força das mulheres periféricas.

Gravada de maneira independente, faixa antecede o novo álbum da cantora, “Camadas”, previsto para ser lançado em abril de 2021. “Vale destacar que essa letra é, também, um retrato das inúmeras meninas que presenciei embalando bebês enquanto ainda nem haviam deixado de ser meninas. Ao mesmo tempo é sobre mim, sobre minha mãe e sobre tantas mulheres que não se recordam do afeto materno – porque realmente não o tiveram, e porque são filhas de mulheres que também não tiveram afeto e assim sucessivamente(…), mas que socialmente são criadas pra estar sempre prontas pra embalar alguém.

“Trouxe pra esse trabalho o meu eu interiorano, a mulher mãe e filha, a pessoa que corre pra dar conta dos boletos, mas sem perder mão da ludicidade e leveza que a vida tem. Minhas inspirações são as mulheres que passam pelo meu caminho, me transformando cada vez mais com suas potências e saberes partilhados”, explica.

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Banda pernambucana Gelo Baiano retorna com novo single, “O Quintal” https://www.revistaogrito.com/banda-pernambucana-gelo-baiano-retorna-com-novo-single-o-quintal/ https://www.revistaogrito.com/banda-pernambucana-gelo-baiano-retorna-com-novo-single-o-quintal/#respond Tue, 12 Jan 2021 11:55:00 +0000 https://www.revistaogrito.com/?p=141146 A banda pernambucana Gelo Baiano retorna com o novo single “O Quintal”, que marca um momento mais maduro do grupo. A letra explora questionamentos internos ocasionados por esse momento de maior introspecção e isolamento. “Eu estava ouvindo muito a música Hortelã, de Mombojó. Numa certa parte, cita a questão do quintal, e eu fiquei me perguntando o que isso pode simbolizar. É um local de enterrar coisas ou também de semear coisas. O que você planta no seu quintal? Você […]

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A banda pernambucana Gelo Baiano retorna com o novo single “O Quintal”, que marca um momento mais maduro do grupo. A letra explora questionamentos internos ocasionados por esse momento de maior introspecção e isolamento.

“Eu estava ouvindo muito a música Hortelã, de Mombojó. Numa certa parte, cita a questão do quintal, e eu fiquei me perguntando o que isso pode simbolizar. É um local de enterrar coisas ou também de semear coisas. O que você planta no seu quintal? Você quer enterrar para esquecer ou para semear algo”, conta Éber Pimenta, vocalista e guitarrista da banda.

A canção foi feita remotamente, a partir da base de um violão. ”A partir dessa ideia, fomos lapidando a música, desenvolvendo em conjunto”, diz Carlos França, bateirista da Gelo. E literalmente, como não poderia deixar de ser, foi feita num quintal.

Gravação, mixagem e masterização foi tudo feito à distância pelos próprios membros. Um fator inédito foi o convite feito a Marwin Lima, produtor musical de Palmares, que também auxiliou na produção e adicionou os sintetizadores ao longo da música. A experiência marca um momento mais maduro para os meninos, preparando terreno para 2021. “Queremos trabalhar mais nossa arte. Passamos dois anos sem lançar músicas novas e não queremos mais isso”, revela Éber.

Criada em 2016, a Gelo Baiano lançou o primeiro EP, Belos Gaianos, em 2018.

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