Revista O Grito! — Cultura pop, cena independente, música, quadrinhos e cinema https://www.revistaogrito.com Notícias, resenhas e artigos de arte, quadrinhos, cultura pop e cena independente Mon, 10 Aug 2020 12:39:58 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.4.2 Novos Sons da Semana: playlist de melhores tem faixas de Kalouv, Boogarins, Robyn, Gorillaz e Cardi B https://www.revistaogrito.com/novos-sons-da-semana-playlist-de-melhores-tem-faixas-de-kalouv-robyn-gorillaz-e-cardi-b/ https://www.revistaogrito.com/novos-sons-da-semana-playlist-de-melhores-tem-faixas-de-kalouv-robyn-gorillaz-e-cardi-b/#respond Mon, 10 Aug 2020 12:20:14 +0000 https://www.revistaogrito.com/?p=86988 Nesta semana tivemos novidades do Gorillaz, Boogarins, Kylie Minogue, Kali Uchis e Kalouv. Ouça abaixo e veja a lista com a atualização das faixas. Manda pros amigxs que amam uma faixa quentinha saída do forno. Novos Sons – 10 de agosto Gorillaz – “Pac-Man (feat. ScHoolboy Q)”Kylie Minogue – “Say Something”Kalouv – “Talho”Billie Eilish – “my future”SG Lewis – “Impact (feat. Robyn & Channel Tres)”Cardi B – “WAP (feat. Megan Thee Stallion)”by.ALEXANDER – “TRUMPETS”Fabiana Palladino – “Waiting”Bonitx – “Algo Que […]

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Toda semana atualizamos a nossa playlist “Novos Sons” no Spotify com as melhores músicas lançadas e também com as faixas que estão bombando, de artistas brasileiros e estrangeiros. Por isso segue o nosso perfil por lá que adicionamos novas faixas quase que diariamente. Temos ainda diversas playlists organizadas por gêneros e temas. Não esquece de colocar o modo de exibição para exibir as mais recentes.

Nesta semana tivemos novidades do Gorillaz, Boogarins, Kylie Minogue, Kali Uchis e Kalouv. Ouça abaixo e veja a lista com a atualização das faixas. Manda pros amigxs que amam uma faixa quentinha saída do forno.

Novos Sons – 10 de agosto

Gorillaz – “Pac-Man (feat. ScHoolboy Q)”
Kylie Minogue – “Say Something”
Kalouv – “Talho”
Billie Eilish – “my future”
SG Lewis – “Impact (feat. Robyn & Channel Tres)”
Cardi B – “WAP (feat. Megan Thee Stallion)”
by.ALEXANDER – “TRUMPETS”
Fabiana Palladino – “Waiting”
Bonitx – “Algo Que Cambie”
Kali Uchis – “Aquí Yo Mando”
ANOHNI – “It’s All over Now, Baby Blue”
Troye Sivan – “Rager teenager!”
Loyal Lobos – “You Were Bored”
Ski Mask The Slump God – “Burn The Hoods”
J. Cole – “The Climb Back”
Dehd – “Loner”
Boogarins – “Inocência”

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Curta “Piu Piu” integra festival LGBT de cinema em edição drive-in no Rio https://www.revistaogrito.com/curta-piu-piu-integra-festival-lgbt-de-cinema-em-edicao-drive-in-no-rio/ https://www.revistaogrito.com/curta-piu-piu-integra-festival-lgbt-de-cinema-em-edicao-drive-in-no-rio/#respond Fri, 07 Aug 2020 23:35:57 +0000 https://www.revistaogrito.com/?p=86967 O filme Piu Piu, coprodução d’O Grito! e O Surto & Deslumbramento e dirigido pelo nosso editor Alexandre Figueirôa integra a seleção dos filmes que vão integrar o Rio Festival de Gênero & Sexualidade no Cinema (RioFGSC). O evento chega ao nono ano levando 12 filmes LGBTI+ de ficção, documentário e animação, em longa e curta-metragem. Seguindo todos os protocolos de segurança atuais, o RioFGSC ocorrerá no dia 11 de agosto de 2020 às 17h30, 20h e 22h no Drive-in […]

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O filme Piu Piu, coprodução d’O Grito! e O Surto & Deslumbramento e dirigido pelo nosso editor Alexandre Figueirôa integra a seleção dos filmes que vão integrar o Rio Festival de Gênero & Sexualidade no Cinema (RioFGSC). O evento chega ao nono ano levando 12 filmes LGBTI+ de ficção, documentário e animação, em longa e curta-metragem. Seguindo todos os protocolos de segurança atuais, o RioFGSC ocorrerá no dia 11 de agosto de 2020 às 17h30, 20h e 22h no Drive-in das Artes, que fica na Cidade das Artes – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro.

A programação apresentará filmes brasileiros e internacionais da Espanha, EUA, França e Holanda serão exibidos em dois programas de curtas do festival: Curtas LGBTQI+ 1 e Curtas LGBTQI+ 2.

Um dos destaques desta edição do evento é Piu Piu, como era conhecido o ator, cenógrafo e figurinista Elpídio Lima foi, talvez, um dos primeiros transformistas do Recife. Nos anos 1950 e 1960, ele atuou na Companhia Barreto Junior, nos palcos dos teatros Almare e Marrocos, onde imitava as cantoras e atrizes Sarita Montiel e Carmem Miranda. Foi também um dos criadores da Companhia Tra-la-lá, de teatro rebolado.

“Descobri a existência de Piu Piu a partir de uma matéria publicada, em fevereiro de 1986, no caderno Viver, do Diario de Pernambuco, de autoria da jornalista Leda Rivas. Nela, Elpidio Lima, já com 65 anos, aposentado e vivendo de maneira modesta como costureiro numa pensão na Rua da Glória, contava, em entrevista, um pouco de sua vida nos palcos iniciada ainda muito jovem, com apenas oito anos de idade, num internato em São José da Laje, Alagoas”, conta Figueirôa.

Piu Piu segue também o caminho de outros trabalhos audiovisuais que Figueirôa tem realizado – Eternamente Elza (2013) e Kibe Lanches (2017) – no sentido de trazer aos dias de hoje, personagens que, bem antes das conquistas dos movimentos LGBTI+, assumiram de alguma forma, uma atitude pioneira e libertária, diante da forte discriminação e opressão aos homossexuais.

Já o francês Les Saints de Kiko mostra Kiko, uma ilustradora japonesa, que fica dominada por uma estranha inspiração, espionar um casal gay na praia que a levará para um encontro que mudará sua vida e quebrará suas regras sociais. A animação Carne co-produzida por Brasil e Espanha, narra histórias íntimas e pessoais de cinco mulheres que compartilham suas experiências em relação ao corpo, desde a infância até a velhice.

A venda dos ingressos acontece somente online.

Confira o trailer de Piu Piu:

PROGRAMAÇÃO

SESSÃO DE 17H30 – CURTAS LGBTQI+ 1
Duração total da sessão: 1h 40min
Filmes: Father Figure (Holanda); Vinde Como Estais (Brasil); Dudillas (Espanha); Bonde (Brasil); Carne (Brasil e Espanha); As Rendas de Dinho (Brasil).

SESSÃO DE 20H – CURTAS LGBTQI+ 2
Duração total da sessão: 1h 38min
Filmes: Les Saints de Kiko (França); Piu Piu (Brasil); Eat the Rainbow (EUA); Minha História é Outra (Brasil); Ruth (Brasil).

SESSÃO DE 22H – LONGA “RAINHA DA LAPA”
Duração total da sessão: 1h 13min
Filme: Rainha da Lapa (Brasil e EUA)
Classificação indicativa: Não recomendado para menopres de 18 anos.

SERVIÇO

RIO FESTIVAL DE GÊNERO & SEXUALIDADE NO CINEMA 2020
Data: 11 de agosto de 2020, terça-feira;
Horário das Sessões: 17h30, 20h e 22h;
Local: Drive-in das Artes (Cidade das Artes – Av. das Américas 5300, Barra da Tijuca – Rio de Janeiro);
Preço do ingresso: R$ 80,00 (para 1 carro);
Link direto de venda dos ingressos:
Sessão de 17h30 – https://bit.ly/2CN1L0y
Sessão de 20h – https://bit.ly/2BaAFzZ
Sessão de 22h – https://bit.ly/3fKuLoj

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“Ar”: Curta pernambucano de terror LGBTI+ tem estreia no YouTube https://www.revistaogrito.com/curta-pernambucano-de-terror-lgbtqia-tem-estreia-no-youtube/ https://www.revistaogrito.com/curta-pernambucano-de-terror-lgbtqia-tem-estreia-no-youtube/#respond Fri, 07 Aug 2020 20:26:08 +0000 https://www.revistaogrito.com/?p=86959 A 7ª Arte do Vale, produtora recifense de conteúdo audiovisual LGBTQIA+, lança nesta sexta-feira (7) o curta-metragem de terror Ar, contemplado pelo edital Cultura em Rede, do Sesc-PE. Escrito, dirigido e gravado por Marcelo Oliveira e William Oliveira, idealizadores da produtora independente e também atores, o filme foi inteiramente realizado durante este isolamento social usando uma câmera e quatro luminárias. O filme disponível no canal do Sesc-PE no YouTube. Ar traz à tela o personagem Gleydson, artista independente de 35 […]

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A 7ª Arte do Vale, produtora recifense de conteúdo audiovisual LGBTQIA+, lança nesta sexta-feira (7) o curta-metragem de terror Ar, contemplado pelo edital Cultura em Rede, do Sesc-PE. Escrito, dirigido e gravado por Marcelo Oliveira e William Oliveira, idealizadores da produtora independente e também atores, o filme foi inteiramente realizado durante este isolamento social usando uma câmera e quatro luminárias.

O filme disponível no canal do Sesc-PE no YouTube. Ar traz à tela o personagem Gleydson, artista independente de 35 anos, gay e morador do bairro da Boa Vista, no Centro do Recife. Vivendo sozinho na quarentena, ele enfrenta medos – sobretudo, o de morrer. Para explorar essa situação, Marcelo e William deram ao roteiro o tratamento de um terror psicológico, tendo como referência filmes slasher dos anos 90 – subgênero do terror marcado por assassinos psicopatas e mortes aleatórias.

Artistas independentes, gays e vivendo em isolamento, Marcelo Oliveira e William Oliveira, de alguma forma, colocam em Ar vivências e subjetividades relacionadas a medos e crises de ansiedade experienciadas por eles mesmos e também relatadas por amigos LGBTQIA+ nessa quarentena.

Marcelo Oliveira ressalta a importância da de apoio à produções feitas por pessoas LGBT+, para a representação da comunidade no audiovisual. “É importante, principalmente nesse momento político, de incentivos cortados para conteúdos LGBTs, que a gente possa protagonizar histórias que até então são representadas por modelo heteronormativo.”

Já para William Oliveira, o curta é uma forma de comunicar a importância de respirar em momentos mais difíceis, como este. “Nas primeiras semanas do isolamento social foi assustador sentir o coração acelerar, suar frio e ter um medo inexplicável da morte. Tive sorte de ter um companheiro ao meu lado, mas imagino o quanto deve ter sido difícil para o LGBTQIA+ que esteve sozinho ou que conviveu com uma família preconceituosa.”

Outros trabalhos Além de “Ar”, durante este isolamento social devido à pandemia do novo coronavírus, a 7ª Arte do Vale produziu também os curta-metragens A Invasão, O Toque e Bom Ar.

Assista ao teaser de Ar:

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Ave Sangria lança o primeiro clipe da carreira gravado no casarão do Teatro Magiluth https://www.revistaogrito.com/ave-sangria-lanca-o-primeiro-clipe-da-carreira-gravado-no-casarao-do-teatro-magiluth/ https://www.revistaogrito.com/ave-sangria-lanca-o-primeiro-clipe-da-carreira-gravado-no-casarao-do-teatro-magiluth/#respond Fri, 07 Aug 2020 19:55:45 +0000 https://www.revistaogrito.com/?p=86976 A cultuada banda psicodélica pernambucana Ave Sangria lança o primeiro videoclipe da história do grupo. A música título do disco Vendavais ganha vida com o vídeo dirigido por Pablo Polo e filmado em um casarão do Coletivo de Teatro Magiluth. “Passei um tempo escutando a música e tentando encontrar um fio de inspiração para ancorar a narrativa. Trechos dela chamaram a atenção e daí veio uma forte relação de opressão versus ação para se libertar e para ser si mesmo”, […]

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A cultuada banda psicodélica pernambucana Ave Sangria lança o primeiro videoclipe da história do grupo. A música título do disco Vendavais ganha vida com o vídeo dirigido por Pablo Polo e filmado em um casarão do Coletivo de Teatro Magiluth.

“Passei um tempo escutando a música e tentando encontrar um fio de inspiração para ancorar a narrativa. Trechos dela chamaram a atenção e daí veio uma forte relação de opressão versus ação para se libertar e para ser si mesmo”, conta Pablo. Foi assim que surgiu a ideia de chamar performers variados para vivenciar e materializar essa mensagem. 

Na narrativa concebida o clipe começa com a banda em uma certa inércia, e na medida em que os performers ao redor foram se libertando dessa inércia a banda também começa a se “libertar”. O clipe também faz uma conexão entre fãs/admiradores da Ave Sangria e os músicos que compõem o grupo musical, estabelecendo o momento mágico e artístico do encontro autoria- obra-público. 

Em um dos espaços dentro do Casarão há uma caixa cênica, com diversas imagens nas paredes, cheias de histórias próprias. “Quando conheci este espaço veio a ideia do final do clipe, quando  todas as pessoas, unidas, partem do espaço confinado e abrem suas janelas. Literalmente escancarando os portais e as possibilidades de identidades livres e da imaginação”, conclui o diretor.

Leia mais
Um papo com Marco Polo, do Ave Sangria: os reacionários perderam a vergonha

A Ave Sangria é uma das bandas de rock mais importantes de Pernambuco. Redescobertos por uma novíssima geração, os integrantes originais Marco Polo (voz, composições), Almir de Oliveira (voz, guitarra , composições) e Paulo Rafael (guitarra ) se reuniram para traçar novos planos de voo. Estimulado por uma série de shows realizados pela banda a partir de 2014, o trio revirou o baú do tempo e de lá saíram onze incríveis canções inéditas, compostas no período de 1969-1972, sendo a instrumental “Em Órbita”, de Paulo Rafael, a única composta na época da gravação do disco.

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Brendda Maria lança a webcomic Apartamento 501: “relação entre amigos é importante para que a gente se sinta bem e confortável sobre quem decidimos ser” https://www.revistaogrito.com/brendda-maria-lanca-a-webcomic-semanal-apartamento-501/ https://www.revistaogrito.com/brendda-maria-lanca-a-webcomic-semanal-apartamento-501/#respond Thu, 06 Aug 2020 14:13:00 +0000 https://www.revistaogrito.com/?p=86947 A quadrinista cearense Brendda Maria lança sua nova HQ Apartamento 501 em formato digital no Twitter e no Instagram. Novos capítulos serão publicados todas as quartas e sábados. A história se passa em Fortaleza e acompanha um grupo de amigos que se reúnem no apartamento que dá título ao quadrinho. Este é o primeiro webcomic de Brendda, que é autora da HQ Cais do Porto (2019) e Manual de Sobrevivência à Vida Adulta (2017). Ela também assinou uma história para […]

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A quadrinista cearense Brendda Maria lança sua nova HQ Apartamento 501 em formato digital no Twitter e no Instagram. Novos capítulos serão publicados todas as quartas e sábados.

A história se passa em Fortaleza e acompanha um grupo de amigos que se reúnem no apartamento que dá título ao quadrinho. Este é o primeiro webcomic de Brendda, que é autora da HQ Cais do Porto (2019) e Manual de Sobrevivência à Vida Adulta (2017). Ela também assinou uma história para a revista Plaf #1 (2017).

Foi a saudade do convívio com sua turma que inspirou a autora a transformar as histórias de seu cotidiano em HQ: “durante a pandemia eu passei um tempo fora de Fortaleza e foram ao todo quatro meses sem vê-los”, diz. “Eu decidi que eu ia colocar pra frente uma história sobre os meus amigos e o que a amizade representava na vida das pessoas”. A capital cearense também possui um peso importante na trama. “Passei a entender que Fortaleza é personagem das minhas histórias. A forma como as pessoas se comportam, a forma como os prédios são construídos, como as nossas gírias são faladas”, diz Brendda. “Tudo tem um valor muito grande”.

A obra traz uma reflexão sobre amizade, mas também sobre como o isolamento e a distância nos afetaram nesse momento de pandemia. Conhecida por utilizar as cores como parte importante da construção da narrativa, a obra é a primeira experiência de Brennda nos quadrinhos digitais.

A seguir, batemos um papo com Brendda sobre este seu novo trabalho, cotidiano, amizades e de como tudo vai ser melhor quando esse coronavírus passar.

Me fala um pouco das inspirações para a criação de Apartamento 501? A obra tem algo de autobiográfico?

As inspirações vieram de observar meus amigos. Durante a pandemia eu passei um tempo fora de Fortaleza e foram ao todo quatro meses sem vê-los. Estávamos vivenciando situações bem engraçadas, boas histórias – eles tocaram no lançamento de Cais do Porto. E como eu gosto muito de falar de relações humanas, comecei a observá-los, até que pensei “poxa, isso aqui rende boas histórias”. Eu também passei um tempo no interior, em Aracati, na casa da minha mãe durante a pandemia e a saudade falou um pouco mais alto. Eu decidi então que eu ia colocar pra frente uma história sobre os meus amigos e o que a amizade representava na vida das pessoas.

Eu dei uma conversada com algumas pessoas que me seguem no Twitter e Instagram e perguntei se elas tinham histórias de como os amigos tinham sido importantes na vida delas. Recebi histórias muito lindas de como as pessoas tinham mais proximidade com os amigos de que com os familiares, de como os amigos as tinham protegido e acolhido e decidi que o Apartamento 501 era uma boa história pra se escrever durante o processo de isolamento social. Nos lembra de como a relação entre amigos é importante para que a gente se sinta bem e confortável sobre quem decidimos ser.

Seus gibis anteriores abordam a relação das pessoas com a cidade de maneira bastante sensível. Enquanto nordestino, eu sempre me empolgo quando vejo narrativas que deslocam esse olhar do Sul/Sudeste pra cá. Como isso se dá no seu trabalho?

Passei a entender que Fortaleza é também personagem das minhas histórias. A forma como as pessoas se comportam, a forma como os prédios são construídos, como as nossas gírias são faladas. A forma como nós interagimos nos espaços de convivência, tudo tem um valor muito grande e eu quis resgatar isso. É muito importante para que a gente desmistifique as ideias de como são as pessoas do Ceará. Sabemos que o imaginário do nordestino e do cearense é muito pautado por um conhecimento genérico e, de certa forma, relacionado à seca. A partir do momento em que eu desloco a minha narrativa de situações que remetem ao cangaço, seca e trago pro ambiente urbano, mostro a relação das pessoas com a cidade eu acabo colaborando pra fazer com a que a visão sobre a minha cidade e o Estado mude.

O mais importante pra mim é que, a partir do momento em que eu desloco a narrativa de um grande centro urbano como São Paulo para uma cidade do Nordeste e, mais especificamente, para Fortaleza, eu tô mostrando ao público que nossas histórias são próximas a outras vivências, que o nosso Brasil é múltiplo, que nossas experiências são diversas e que precisam ser representadas. Faço questão de colocar no meu quadrinho o modo como as pessoas falam e, no caso dessa história, eu tento trazer um pouco mais do sotaque do Cariri porque um dos personagens é de Juazeiro. Quero mostrar às pessoas como enriquecemos a história quando adicionamos outros sotaques.

Outra coisa que me apego muito são às cores da cidade de Fortaleza, as estruturas arquitetônicas. Não consigo mais desvencilhar a minha narrativa do que a cidade representa pra mim.

Brendda Maria. (Foto: Divulgação/site oficial)

Suas cores são lindas e tudo na HQ (traço, narrativa) nos dá uma imersão interessante. Poderia nos contar um pouco do seu processo de criação?

Cor é algo muito importante pra mim. Eu utilizo como um recurso narrativo tão importante quanto o desenho e o texto. A cor traz um quê nostálgico, um ar de imersão na história. É um processo que começou de forma intuitiva e que agora está cada vez mais consciente. Pra mim cor é o artifício para direcionamento de olhar. Antes de começar uma história eu já determino qual paleta vou trabalhar. Em Apartamento 501 eu sabia que iria trabalhar muito o azul porque é um ambiente noturno e a iluminação vai ter um peso decisivo nessa história, pois ela se passa em uma noite na qual falta energia. Por isso luz e sombra serão utilizados com muita frequência, mas não sombra no sentido chapado. Eu evito usar preto na minha narrativa, pois pra mim pesa. Ter ambientes escuros e claros e conseguir trazer esse contraste através dessa brincadeira de cores serão essenciais para que eu mexa com o sensorial do leitor.  

Esta é sua primeira webcomic. Por que decidiu publicar a história na web?

Esse momento de pandemia me fez refletir muito sobre como facilitar a entrega de quadrinhos para o público. Eu testei algumas tirinhas no Instagram e observei  alguns amigos que faziam webcomic, como o Max Andade e Luiza de Souza pra entender como estava sendo a dinâmica. Pensei que seria muito mais pertinente levar quadrinhos de graça pro público do que pensar uma obra grande impressa ou tentar financiamento coletivo, por conta das restrições financeiras.

Eu vejo que a internet é um território muito democrático e que a gente consegue alcançar várias camadas sociais. Isso pra mim é o mais importante. Quadrinho é um modo de levar leitura. Quando mais se deselitizar a leitura de quadrinhos, melhor pra gente que produz, pois vamos instigar a renovação de público e fazer com que as pessoas se interessem mais pelo universo dos quadrinhos.

Esse processo de pandemia e isolamento social está me fazendo reavaliar várias questões: minha presença no meio digital como artista, minhas conexões com outros quadrinistas, a forma como a gente estava levando o mercado e como estávamos dependendo muito das grandes feiras (FIQ, CCXP e Bienal).

O processo de isolamento me pegou de jeito, pois eu moro sozinha (e eu odeio isso). Eu gosto de ter meu espaço, minha liberdade, mas quando me vi completamente sozinha, me bateu a ansiedade e isso me deixou muito desesperada. Como aconteceu com boa parte das outras pessoas, a angústia de não poder estar em ambientes sociais pesou. Eu passei um tempo na casa da minha mãe no interior, pois ficar sozinha no processo de isolamento não era muito bom pra minha cabeça.

Por outro lado, esse contato maior com minha família e com o interior me fez pensar muito sobre conexões. Eu tenho um grupo muito bom de amigas formado pela Talita Grass, que é editora, pela Sâmela [Hidalgo, assistente de imprensa da Devir e do projeto Norte em Quadrinhos]. pela Gabi Güllich (autor da HQ São Francisco) e a gente conversa muito sobre quadrinhos. O isolamento fez a gente se aproximar, dar suporte umas às outras, fazer coisas novas. Quando estamos em eventos é tudo tão corrido que a gente não consegue ter esses momentos de interação. Como moramos no Nordeste acaba sendo mais complexo criar vínculos. Com o fim da pandemia, quando a vacina finalmente chegar, eu vejo que a gente vai ter bolado muito mais coisas juntas.

Como tem sido esse período de pandemia pra você? O que podemos esperar de novidades daqui em diante?

Mais pra frente virão coisas muito bacanas. Estou ajudando a compor as sombras da nova HQ de Astronauta e sigo com a venda de Cais do Porto

Esse olhar pra dentro do meu processo criativo e também graças a influências e trocas com outras pessoas no meio digital aproximou muito do que eu acredito como contadora de histórias. Temos de contar mais histórias de outras cidades, outras realidades e também sobre o cotidiano, que não é algo trivial, mas sim excepcional. A pandemia mostrou como esse cotidiano faz falta. 

Acredito que vamos experimentar quadrinhos de maneiras diferentes, como já acontece no digital. O próximo ano e os próximos eventos vão fazer com que valorizemos ainda mais o que a gente está fazendo, como a gente está fazendo e pra quem a gente está fazendo.

Leia mais entrevistas

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Revista Mina de HQ trará quadrinhos e matérias feito por mulheres e pessoas não-binárias https://www.revistaogrito.com/revista-mina-de-hq-trara-quadrinhos-e-materias-feito-por-mulheres-e-pessoas-nao-binarias/ https://www.revistaogrito.com/revista-mina-de-hq-trara-quadrinhos-e-materias-feito-por-mulheres-e-pessoas-nao-binarias/#respond Thu, 06 Aug 2020 12:06:00 +0000 https://www.revistaogrito.com/?p=86951 A campanha da revista imprensa da Mina de HQ está no ar. A publicação será toda feita por mulheres e pessoas não-binárias e tem previsão de lançamento para dezembro deste ano. A revista vai reunir jornalismo, pesquisa e também quadrinhos, tudo com um recorte de gênero. “Nosso foco é fazer com que cada vez mais pessoas leiam HQs feitas por mulheres e pessoas não-binárias. Esse é um projeto plural, independente e feminista, com perspectiva de gênero, de jornalismo, pesquisa e […]

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A campanha da revista imprensa da Mina de HQ está no ar. A publicação será toda feita por mulheres e pessoas não-binárias e tem previsão de lançamento para dezembro deste ano.

A revista vai reunir jornalismo, pesquisa e também quadrinhos, tudo com um recorte de gênero.

“Nosso foco é fazer com que cada vez mais pessoas leiam HQs feitas por mulheres e pessoas não-binárias. Esse é um projeto plural, independente e feminista, com perspectiva de gênero, de jornalismo, pesquisa e entretenimento”, diz a apresentação da campanha.

A ideia é que a revista tenha duas edições por ano. Neste primeiro número estão previstos 20 história em quadrinhos inéditos e exclusivos assinados por nomes como Amanda Miranda, Carol Ito, Lovelove6, Helô D’Angelo, Ellie Irineu, entre outras.

A arte da capa é da pernambucana Bennê Oliveira, autora da HQ Mares.

O site Mina de HQ foi criado por Gabriela Borges e traz um conteúdo que discute e promove o trabalho de quadrinistas mulheres. Mais detalhes no site da campanha no Catarse.

A revista vai ser toda colorida, capa e miolo, em formato A4, com 56 páginas. A partir de R$ 30 é possível receber a revista em casa.

Arte de Bennê Oliveira,

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Kriança Índia, de Rafa Campos Rocha, ganha edição digital pela Guará Editora https://www.revistaogrito.com/krianca-india-de-rafa-campos-rocha-ganha-edicao-digital-pela-guara-editora/ https://www.revistaogrito.com/krianca-india-de-rafa-campos-rocha-ganha-edicao-digital-pela-guara-editora/#respond Thu, 06 Aug 2020 11:47:00 +0000 https://www.revistaogrito.com/?p=86943 Kriança Índia, criação de Rafa Campos Rocha, é o primeiro lançamento do selo de independentes da editora Guará. O gibi será lançado digitalmente e poderá ser lido na plataforma Super Comics e adquirido na Amazon e site da editora. Rafa Campos, autor de HQs como Deus, Essa Gostosa (Cia das Letras) e Deus aos Domingos (Veneta) já lançou a Kriança Índia em um gibi independente, que teve três edições. A personagem também apareceu no fanzine Journal do Commercio. A história […]

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Kriança Índia, criação de Rafa Campos Rocha, é o primeiro lançamento do selo de independentes da editora Guará. O gibi será lançado digitalmente e poderá ser lido na plataforma Super Comics e adquirido na Amazon e site da editora.

Rafa Campos, autor de HQs como Deus, Essa Gostosa (Cia das Letras) e Deus aos Domingos (Veneta) já lançou a Kriança Índia em um gibi independente, que teve três edições. A personagem também apareceu no fanzine Journal do Commercio.

A história fala de uma criança indígena guerreira que se vinga sem escrúpulos contra brancos exploradores da floresta amazônica.

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Um coração por dia – os últimos dias da campanha da HQ “Fibrilação”, de Samuel Gois https://www.revistaogrito.com/um-coracao-por-dia-os-ultimos-dias-da-campanha-da-hq-fibrilacao-de-samuel-gois/ https://www.revistaogrito.com/um-coracao-por-dia-os-ultimos-dias-da-campanha-da-hq-fibrilacao-de-samuel-gois/#respond Thu, 06 Aug 2020 11:20:00 +0000 https://www.revistaogrito.com/?p=86955 A campanha do livro Fibrilação, do quadrinista e artista plástico Samuel de Gois, entra na reta final de sua campanha de financiamento coletivo. O projeto reúne 365 cartuns do autor impressos em um formato anatômico de coração. A ideia começou no ano de 2017, quando o autor se propôs a fazer uma narrativa gráfica, através da forma do coração humano. Por mais de um ano, o artista publicou, em suas redes sociais, um coração por dia. Nesse período, o artista […]

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A campanha do livro Fibrilação, do quadrinista e artista plástico Samuel de Gois, entra na reta final de sua campanha de financiamento coletivo. O projeto reúne 365 cartuns do autor impressos em um formato anatômico de coração.

A ideia começou no ano de 2017, quando o autor se propôs a fazer uma narrativa gráfica, através da forma do coração humano. Por mais de um ano, o artista publicou, em suas redes sociais, um coração por dia.

Nesse período, o artista foi um cronista que expressou a sua visão sobre diversos temas da existência humana e da sociedade atual, de relacionamentos, política, passando por literatura, e artes.

O projeto impresso terá mais de 400 páginas, capa dura com corte especial em baixo relevo e tecido na lombada. A partir de R$ 80 é possível receber o livro completo em casa, mas a campanha recebe apoios a partir de R$ 10.

A campanha no Catarse vai até dia 11 de agosto. Veja mais detalhes.

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Sonhonauta, Mayara & Annabelle e gibi de Vitor Cafaggi entre os primeiros lançamentos da retomada da Conrad https://www.revistaogrito.com/sonhonauta-mayara-annabelle-e-gibi-de-vitor-cafaggi-entre-os-primeiros-lancamentos-da-retomada-da-conrad/ https://www.revistaogrito.com/sonhonauta-mayara-annabelle-e-gibi-de-vitor-cafaggi-entre-os-primeiros-lancamentos-da-retomada-da-conrad/#respond Wed, 05 Aug 2020 20:46:28 +0000 https://www.revistaogrito.com/?p=86939 A editora Conrad, que retomou as atividades na área de quadrinhos no último mês, divulga seus primeiros títulos. As HQs serão lançadas inicialmente como e-book. Entre os títulos estão Sonhonauta, de Shun Izumi, Mayara & Annabelle, de Pablo Casado e Thales Rodrigues, Traje de Rigor, de Gustavo Lambreta, Makai Mail, de Jayson Santos e Duo.tone, de Vitor Cafaggi. Sonhonauta conta a história de um homem que tem uma intensa relação com os seus sonhos até não conseguir mais distinguir entre […]

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A editora Conrad, que retomou as atividades na área de quadrinhos no último mês, divulga seus primeiros títulos. As HQs serão lançadas inicialmente como e-book. Entre os títulos estão Sonhonauta, de Shun Izumi, Mayara & Annabelle, de Pablo Casado e Thales Rodrigues, Traje de Rigor, de Gustavo Lambreta, Makai Mail, de Jayson Santos e Duo.tone, de Vitor Cafaggi.

Sonhonauta conta a história de um homem que tem uma intensa relação com os seus sonhos até não conseguir mais distinguir entre realidade e imaginação. O livro terá no futura uma versão impressa.

Já a obra Mayara & Annabelle será publicada em capítulos semanais, em formato digital, desde o começo. É uma boa oportunidade para quem não conhece esta que é uma das obras mais populares do quadrinho independente brasileiro. A HQ começa a ser distribuída em agosto.

Traje de Rigor e Duo.tone ganham novas versões digitais depois de serem lançadas em formato impresso independente. A primeira traz uma adaptação do “O Enterro da Cafetina”, publicado pelo escritor paulista Marcos Rey em 1968, enquanto a segunda é uma história curta de Vitor Cafaggi, conhecido por sua série Valente e pelo sucesso Turma da Mônica – Laços, da Coleção Graphic MSP.

A Conrad divulgou mais detalhes de seus lançamentos no YouTube.

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Marvel Comics celebra o primeiro casamento gay entre super-heróis https://www.revistaogrito.com/marvel-comics-celebra-o-primeiro-casamento-gay-entre-super-herois/ https://www.revistaogrito.com/marvel-comics-celebra-o-primeiro-casamento-gay-entre-super-herois/#respond Wed, 05 Aug 2020 17:17:41 +0000 https://www.revistaogrito.com/?p=86935 A Marvel Comics vai celebrar mais um casamento LGBTI+ entre seus personagens. Os super-heróis Hulkling e Wiccano tiveram o matrimônio oficializado na edição 4 da saga Empyre, atualmente em publicação nos EUA. Leia maisA HQ é queer O casamento dos dois personagens faz parte da trama da saga Empyre, escrita por Al Ewing (Imortal Hulk) e Dan Slott (Surfista Prateado), que mostra a tentativa de coexistência das duas raças alienígenas inimigas, os kree e os skrulls. Como Hulking tem as […]

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A Marvel Comics vai celebrar mais um casamento LGBTI+ entre seus personagens. Os super-heróis Hulkling e Wiccano tiveram o matrimônio oficializado na edição 4 da saga Empyre, atualmente em publicação nos EUA.

Leia mais
A HQ é queer

O casamento dos dois personagens faz parte da trama da saga Empyre, escrita por Al Ewing (Imortal Hulk) e Dan Slott (Surfista Prateado), que mostra a tentativa de coexistência das duas raças alienígenas inimigas, os kree e os skrulls. Como Hulking tem as duas ascendências, é ele quem tentará unificar as duas espécies.

Hulking e Wicanno ficaram noivos na revista dos Novos Vingadores, por volta de 2015, também escrita por Ewing. Os personagens ganharam atenção da mídia no ano passado quando o prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivela, tentou censurar a HQ que mostrava o beijo dos dois.

Vale salientar que este não é o primeiro casamento LGBTI+ da Marvel. Em 2012, o herói mutante Estrela Polar oficializou sua união com o marido Kyle, um personagem civil sem poderes. Por isso, o casamento de Hulking e Wiccano é o primeiro casamento entre super-heróis da Marvel Comics.

Empyre #4, ainda inédita no Brasil, chega esta semana às comic-shops dos EUA. [Com informações do Jamesons]

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