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O – Festival Internacional de Animação de Pernambuco anunciou os vencedores de sua sétima edição. O evento terminou nesse domingo (27). O Grande Prêmio Animage de melhor curta ficou com Peripheria, de David Coquard Dassault, da França. Entre os brasileiros venceu Quando os Dias Eram Eternos, de Marcus Vinicius Vasconcelos (SP). Já a melhor direção ficou com Alan Holly, pelo irlandês Coda e o roteiro foi para o francês Zaven Najjar.

O júri da Mostra Competitiva foi composto pelo diretor de animação pernambucano, Marcos Buccini, Carol Almeida, jornalista e crítica de cinema do Recife e o diretor francês, Sébastien Laudenbach, que esteve no Festival também para apresentar seu novo longa-metragem, A Menina sem Mãos. Este ano o festival trouxe ainda o inédito A Tartaruga Vermelha, animação do Studio Ghibli que foi premiado em Cannes.

Esta edição recebeu um número recorde de inscritos, foram 1057 curtas de 64 países. Desse total, foram selecionados para a competição 84 curta-metragens de 29 países. Obras consagradas em outros festivais e vencedoras de algumas das maiores premiações do mundo, competiram com revelações e filmes realmente novos, ainda a serem descobertos.

Veja a lista completa:

Melhor Curta-Metragem – Grande Prêmio Animage: Peripheria, de David Coquard Dassault (França)
Melhor Curta Infantil: Hypertrain, de Etienne Kompis & Fela Bellotto (Suíça)
Melhor Curta Brasileiro: Quando os Dias Eram Eternos, de Marcus Vinicius Vasconcelos (São Paulo/Brasil)
Prêmio do Público: O Ex-Mágico, de Mauricio Nunes e Olimpio Costa (Recife/Brasil)
Melhor Direção: Alan Holly por Coda (Irlanda)
Melhor Roteiro: Un Obus Partout, de Zaven Najjar (França)
Melhor Direção de Arte: The Deal, de Ewa Smyk (Polônia)
Melhor Técnica: Du Plomb dans la Tête, de Aurore Peuffier (França)
Melhor Som: Peripheria, de David Coquard Dassault (França)

Cena de A Menina Sem Mãos, exibido no Animage. (Divulgação).

Cena de A Menina Sem Mãos, exibido no Animage. (Divulgação).

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