Longa baseado em HQ revela jornada de conhecimento da origem indígena de uma criança manauara

A adaptação de Sete Cores da Amazônia tem a intenção de rodar nos festivais nacionais e internacionais de cinema

Longa conta a história de Sarah e sua avó ao desvendar a origem indígena da pequena. (Divulgação).

O longa Sete Cores da Amazônia destaca os saberes tradicionais em uma narrativa toda filmada na Amazônia. O longa fez uma pré-estreia na quinta (18), apenas para convidados, mas estreia nacionalmente ainda este ano. Adaptado da HQ homônima de Ademar Vieira e Tieê Santos, o filme conta a história de Sarah, uma menina que vive na periferia de Manaus e que descobre sua origem indígena, quando encontra pela primeira vez a avó que vive na floresta.

A intenção da diretora Ana Lígia Pimentel é fazer com que o filme rode o circuito de festivais nacionais e internacionais, como o Festival do Rio, Festival de Cinema de Gramado, Festival Sundance e o São Paulo Film Festival. A ideia é colher a reação das curadorias e do público. “Pela temática amazônica e todas as questões de Brasil profundo que a história traz para o debate, acredito que vá ter uma boa aceitação no exterior”, contou Ana Lígia.

A HQ Sete Cores da Amazônia foi lançada em 2018 pelo estúdio independente Black Eye e traz uma síntese sobre Manaus e a questão da herança indígena dos Manauaras.

Trecho da HQ inspiração do longa. (Divulgação).
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