Dez anos depois de marcar sua carreira solo com “”, a cantora e compositora  divulga, em todas as plataformas digitais, seu segundo mergulho registrado em “”. Produzido por , álbum chega para expressar, de forma original, toda a inquietação poética da artista paulistana. Dessa vez, indo além dos passos cadenciados pelo reggae, mas ainda reverberando fortemente a bassculture, projeto traz elementos fortes e significativos de outras linguagens sonoras que também permeiam seu imaginário criativo, digerindo com mais liberdade diversas referências ainda não comunicadas mais nitidamente. 

“Esse álbum fala sobre essência, reunindo grande parte dos meus questionamentos em relação ao mundo atual. Trago pro ambiente simbólico-sutil-simplificado uma visão única e irônica onde inconsciente e mistério afloram. O supérfluo e o excesso nos fazem voltar ao que é essencial, onde a busca pela liberdade de ser e de amar extrapola bitmaps, números e convenções robóticas”, ressalta.

Faixa a faixa, timbres eletrônicos de pegada vintage são revisitados sob uma atmosfera de acabamento contemporâneo, criando-se uma cara de “escultura sonora” no ar. Todas as influências se fundem em uma personalidade única pop e moderna, sem perder o charme das velharias e vitrolas. Isso significa que ‘Analógica’ encontra inspiração na estética sonora groovada-percussiva dos anos 70 no Brasil, na pegada dos bailes funk 80 e 90  onde bombavam balanço, boogie, charme e funk melody. No mesmo molho, toda a força inegável e sintética do POP eletrônico contemporâneo.

Leia Mais
WRY fala de esperança no novo disco Noites Infinitas