Foto: Divulgação.
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Morreu neste domingo, em Roma, a atriz sueca Anita Ekberg, aos 83 anos. Ela entrou para a história do cinema por seu papel em A Doce Vida (La Dolce Vita), de Federico Felini, de 1960.

São poucas atrizes, como Anita, que se transformaram em uma espécie de memória coletiva. A cena em que ela se banha sem preocupação na Fontana di Trevi, à noite, enquanto chama por Marcello Mastroianni, é facilmente reconhecida mesmo por quem nunca assistiu ao filme completo.

Símbolo sexual dos anos 1960, Ekbert inspirou diversas marcas, de Karl Lagerfeld a Balenciaga e ainda hoje é apontada como ícone fashion. No cinema ela também chamou fez por Guerra e Paz, A Longa Noite do Ódio e Boccacio 70, novamente com Fellini (o filme traz quatro episódios dirigidos ainda por Mario Monicelli, Luchino Visconti e Vittoria De Sica).

Ela já não filmava regularmente desde os anos 1970 e não gostava de participar de eventos sociais. Vivia em uma pequena villa com seus cães. Fez mais de cinquenta filmes em um espaço relativamente curto, mas nenhum tão memorável quanto seu papel em A Doce Vida. Bastou esse para que se tornasse lenda. [Com AFP, Público.pt]

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