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Nos últimos dias, a polêmica em torno da coleção de camisas lançadas pela marca Sérgio K para a Copa do Mundo tomou conta das redes sociais. As camisas, com estampas claramente homofóbicas, apesar da repercussão, não foram retiradas das prateleiras. O estilista se manifestou, dizendo que não é homofóbico e que está sofrendo “por ser irreverente”. No Twitter, Sergio K segue se gabando de estar vendendo mais do que nunca graças à polêmica – após ter insultado vários de seus seguidores.

A discussão em torno das “camisas homofóbicas do Sérgio K” me fez refletir sobre alguns pontos:

1 – As pessoas (inclusive os próprios homossexuais) ainda tem muita dificuldade para enxergar a homofobia. Sim, as camisas tem teor homofóbico. Explico: Quando se chama alguém de homossexual para denegrir a imagem dessa pessoa, ou como xingamento, ainda que “leve”, estamos sendo homofóbicos. Temos a sensação (errada) de que a homofobia e a agressão são apenas aquelas que matam, espancam e levam a hospitais. Porém precisamos combater a “homofobia cordial”, aquela que “não parece homofobia”, que geralmente vem acompanhada de “bom humor” e risadinhas no final. Leia o artigo completo em nosso parceiro, NadaErrado.

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