Composto por 6 faixas, projeto é guiado por riffs de guitarras típicas do nordeste, sintetizadores, percussões reais e orgânicas, além de uma boa programação rítmica. “A ideia era unir os sons brasileiros com a minha vivência da cena européia, mais especificamente dentro da música eletrônica. Eu queria esse equilíbrio e me inspirei muito em nomes como Jaloo, Duda Beat, Silva e Davi Sabbag”, pontua o , que há 15 anos vive entre Brasil e França, e que já trabalhou com os selos Serial Records, Scorpio Music e Armada Music.

Logo na abertura, Pôr do Sol fala de amor, amor que acaba, que precisa deixar ir e se deixar ir para guardar somente as boas lembranças; no final, tudo fica bem.

Por fim, “Outra Vez” é para não deixar ninguém parado com a guitarrada que quase te leva, instantaneamente, para algum lugar no meio do nordeste (Allo, Pará?). Do começo ao fim, « » é assumidamente e evidencia uma nova era para Paolo Ravley. Essa, embalada pelo prazer das novas experimentações.

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