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O artista pernambucano, radicado em Paris, Mozart Guerra, exibe suas esculturas “animalistas” no Pavilhão da Bienal, em São Paulo, em abril. Com formação em arquitetura, ele chamou atenção pelos moldes de animais cheios de grafismos que dão tom surreal às esculturas.

“Em ambas as fases eu associo sempre realismo e fantasia”, disse ele por email. A técnica e materiais que ele utiliza é o poliestireno (isopor) ou a espuma de poliuretano expansiva para dar a forma. Para cobrir cada peça são usadas cordas coloridas. “São uma nova ‘pele’ que recobre as minhas esculturas até hoje”, diz. Antes era utilizado papel colorido.

Mozart, que mora atualmente em Montmartre, em Paris, vem ao Brasil para expor no estande da galeria Klaus Steinmetx Contemporary, dentro da edição do SP-Arte, no Pavilhão da Bienal.

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