Foto: Divulgação.

Foto: de Alexandre Bezin / Divulgação.

O Museu da Cidade do Recife, no Forte de Cinco Pontas, inaugura no próximo dia 20 de março a exposição , que é um convite para a população se apropriar do Capibaribe e buscar soluções para esse rio, que vem sofrendo há anos com a falta de preservação.

A mostra tem curadoria da arquiteta Betânia Corrêa e do historiador Dirceu Marroquim e reúne fotografias do rio desde a década de 1940 até os dias atuais. A expo ainda tem áudio de poetas que citam o Capibaribe em suas obras, imagens cartográficas e curtas-metragens feitos sobre o rio, que é de grande importância não só para o Recife, como para diversas cidades do interior do Estado.

Na primeira sala do museu, o visitante vai conhecer esse rio, que inspirou poetas, como Manuel Bandeira, João Cabral de Melo Neto, Renato Carneiro Campos, Josué de Castro e Cida Pedrosa. Foram selecionados alguns textos, que se referem ao Capibaribe e produzidos áudios, gravados por adultos e crianças.

Ao sair do espaço dedicado às “vozes do Capibaribe”, o visitante vai mergulhar nas imagens do rio feitas pelos fotógrafos , Eduardo Queiroga, Beto Figueiroa e , que integram o livro Eu Capibaribe: o rio termina onde a cidade começa de Gisela Abad. Além das projeções, que retratam o rio e seus afluentes na primeira década dos anos 2000, serão expostas também 50 fotografias feitas por Alexandre Berzin, que integram o acervo do Museu da Cidade do Recife.

A exposição ficará em cartaz por um ano. O Museu da Cidade do Recife fica no Forte das Cinco Pontas, no bairro de São José e é aberto de terça a sábado das 9h às 17h.

Foto de Maíra Erlich. (Divulgação)

Foto de Maíra Erlich. (Divulgação)

Foto de Beto Figueirôa. (Divulgação)

Foto de . (Divulgação)

Foto de Alexandre Severo. (Divulgação)

Foto de Alexandre Severo. (Divulgação)

Sem mais artigos